Capítulo 56 56

ARIEL

O sangue ruge nos meus ouvidos. Os dedos dele cravam na minha mandíbula, erguendo meu rosto na direção do brilho doentio do poste de luz para expor minha garganta de um jeito intencional demais para ser suportável. O fedor acre da colônia dele — algo almiscarado e doce demais, talhado pelo ca...

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