Capítulo 84 84

“Não importa.” Eu a empurro em direção ao corredor de serviço. “Anda!”

Ela tropeça, os saltos prendendo no vestido arruinado. Seguro seu cotovelo, nos impulsionando para a frente. O sangue deixa meus dedos escorregadios — dela, meu ou do sérvio, não sei dizer.

O peito dela se ergue em arfadas. Por...

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