Capítulo 1
No Reino Unido, há um estado chamado Inglaterra, povoado por empresários e empresárias ingleses, galeses e escoceses. Na Inglaterra vive um jovem inteligente chamado Allen Hope, que mora nas montanhas com sua família. Ele perdeu o pai há alguns anos e agora é o provedor da família. Ele trabalha para um homem a quem ajuda a vender carvão.
"Ei, seja rápido, não tenho muito tempo", disse o chefe de Hope para ele.
Hope se aproximou dele. Ele era alto e de pele clara, e respondeu ao chefe:
"Estou indo, só me dê um minuto", em um tom leve.
Quando estava prestes a se virar, seu chefe o segurou e disse:
"Não temos muito tempo, você precisa entregar o carvão antes que o inverno chegue", em um tom suave.
Allen Hope respondeu ao chefe:
"Ok, prometo que não vou demorar", em um tom baixo.
Enquanto ele caminhava em direção à porta, seu chefe disse novamente:
"Certifique-se de tirar o dia de folga amanhã."
Um largo sorriso surgiu em seu rosto.
"Vou tirar", ele respondeu ao chefe antes de sair.
Ω
Um cavalo preto correu por um galho quebrado, levantando areia no ar. Em cima do cavalo estava Hope, que parecia deslumbrante enquanto o cavalo galopava pela floresta.
De repente, ele chegou a uma casa, onde desceu do cavalo e bateu na porta.
"Toque, toque", seus punhos cerrados bateram suavemente na porta de ferro.
"Estou indo, só um minuto", disse o homem para ele.
Mas ele continuou batendo até que o homem abriu a porta agressivamente e disse novamente:
"Você ficou surdo? Eu disse que estou indo", em um tom agressivo.
Foi nesse momento que ele viu uma figura humana pela porta. Para sua surpresa, era Hope.
Ele sorriu e disse:
"Bem, bem, se não é meu velho amigo", em um tom feliz.
"Meu chefe disse que eu deveria te entregar isso antes que o inverno nos atinja novamente", disse Hope enquanto estava do lado de fora da casa.
O homem olhou para ele de cima a baixo antes de responder:
"Entre antes que escureça", em um tom suave, enquanto abria a porta para ele entrar.
"Desculpe, mas não tenho muito tempo, senhor. Tenho que ir para Lincoln hoje", ele respondeu ao homem em um tom baixo enquanto olhava para o horizonte.
Mas o homem insistiu, dizendo:
"Apenas entre antes que fique tarde", em um tom suave.
Hope entrou na casa.
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Estava escuro e o vento frio do inverno passava por seus rostos. O homem estava ocupado adicionando carvão ao fogo enquanto Hope se sentava perto para se aquecer. O homem se aproximou dele com uma xícara de chá.
O homem disse para ele.
"Tome isso, vai te manter aquecido antes de você descansar para a manhã", disse o homem em um tom leve, acompanhado por um sorriso no rosto.
Allen pegou a xícara dele e respondeu com um tom alegre e um largo sorriso no rosto.
"Muito obrigado, parecia que você sabia que eu estava com frio."
Hope tomou um gole da xícara e, assim que terminou, levantou-se e caminhou em direção à porta para ir embora, mas foi interrompido pelo homem dizendo:
"Ei, pare aí mesmo, não posso deixar você sair assim, você precisa descansar antes que algo ruim aconteça com você, eu não me perdoaria."
Em um tom sério, acompanhado por um olhar preocupado.
Mas Hope resistiu e caminhou até a porta. Quando estava prestes a abrir, viu algumas figuras borradas; estava escuro demais para identificar quem eram.
"Galopes", eles galopavam em cavalos e cavalgavam pelo ambiente, todos armados e vestidos com mantos tradicionais, acompanhados por espadas desembainhadas.
Com medo, Hope recuou e lentamente trancou a porta atrás de si.
"Quem são eles?", disse ao homem em um tom frio, com o medo estampado no rosto.
"São caçadores", respondeu o homem.
Os sons dos galopes interromperam a conversa, causando um tremor dentro da casa.
"O que eles estão caçando?", Allen perguntou.
O homem ficou em silêncio por um momento, olhando pela janela. Ele podia ver lentamente os caçadores desaparecendo à distância. A história que estava prestes a contar era aterrorizante.
Hope tremia de medo, rangendo os dentes, enquanto o ambiente se tornava dramático e sádico. O homem respondeu em um tom firme, com o medo visível em sua expressão no escuro:
"Demônios, eles estão caçando demônios."
"Demônios?", Hope respondeu, olhando para ele.
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"Eu não entendo você, nunca vi esse tipo de gente antes na minha vida, nem sequer ouvi falar que são caçadores", Hope respondeu em um tom profundo.
O homem riu de forma maliciosa e deu um sorriso sarcástico.
"Demônios existem, mas não são espirituais. São como nós, humanos, mas possuem habilidades sobrenaturais que nem os humanos conseguem explicar", respondeu o homem em um tom suave.
Hope sorriu para ele e virou-se de costas.
"Eu não acredito em nada do que você diz, mas acredito que demônios são invisíveis porque são espíritos e não humanos. Você está tentando me convencer de que os demônios a que você se refere são como nós, humanos."
Hope respondeu.
Hope continuou dizendo:
"Você precisa se recompor antes de perder a cabeça", em um tom suave.
Quando o homem percebeu que Hope não acreditava em uma palavra do que ele dizia, começou a explicar o modo de vida dos demônios.
