Capítulo 33 Não sou santo

Ficamos ali, Bruna e eu, presos contra a parede. O som da nossa respiração ofegante era a única coisa no corredor silencioso.

Lá fora, as vozes continuavam, os talheres batiam nos pratos, mas ali dentro, no corredor estreito, o mundo parecia suspenso.

— Me larga, Patrick… — ela murmurou, a voz aba...

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