Uma conversa cordial

ARIA

Cassandra e eu estamos sentadas na lanchonete em que o tio Barty e eu sempre vimos, com tigelas de sorvete à nossa frente.

Ela me arrastou até aqui porque achou que eu ia precisar de um doce. E estava certa; eu me sinto um pouco melhor agora que tirei tudo do peito. No começo, parecia que ...

Entre e continue lendo