Capítulo 127 Não sou preço

Elif manteve a mira.  

O convés balançava leve sob os pés, o movimento quase imperceptível do casco preto sem nome no mar calmo da enseada. O sangue de Selim já formava um desenho escuro no metal enferrujado — um fio lento que se espalhava, se misturava às poças de água salgada e refletia o último ...

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