
A Esposa Perfeita do Bilionário
Ana Elói · Concluído · 136.3k Palavras
Introdução
Com a separação dos pais Dylan vem tendo dificuldade para se relacionar com outras crianças e adultos. Tudo está prestes a mudar quando Nathan LeBlanc e Dylan vão para o Brasil, Nathan precisa participar de palestras no Rio de Janeiro e acaba conhecendo Vivian Lima. Ela é gerente do hotel, também sendo a responsável de trazer alegria para o seu filho novamente.
Vivian Lima é uma brasileira de 29 anos, foi abandonada no altar, traída pelo ex-noivo e a irmã. Ela precisa seguir a vida com a sua filha de 6 meses.
Nathan está decidido levar Vivian para Nova York, Vivian só não sabe que o grande bilionário está disposto a tudo.
Capítulo 1
Vivian Lima
O vento frio bate em meu rosto, não sendo o suficiente para afastar as lembranças. Meu peito dói, dói o quanto pude ter sido burra de não perceber que meu noivo e minha irmã eram amantes. Fui deixada no altar, parece que no último segundo meu ex teve coragem o suficiente para fugir com a cunhada. Chega a ser hilário a minha situação, em um momento minha vida está perfeita com pouco meses de vida e sendo a alegria de nossa família. No outro, seu pai decide viver uma vida longe de nós. Me abandonando no altar e esquecendo da existência de sua filha. Não os vejo desde então, faz quatro meses.
Quatro meses, abandonada no altar.
Quatro meses que minha filha não ver o pai.
Quatro meses lutando para deixar o passado no passado.
Mas a vida precisa continuar, não? Minha menina de seis meses precisa da mãe sendo forte. Engoli em seco e fecho meu casaco, saio da varanda do restaurante adentrando o hotel. Sou a gerente de um dos hotéis mais famosos do Rio de Janeiro, a responsabilidade sendo grande, não posso perder tempo com minha vida amorosa fracassada. Apresso os passos para recepcionar pessoalmente um grupo de empresários. Terá conferências no Rio de Janeiro, o hotel está com a hospedagem esgotada e o atendimento precisando ser o mais rápido possível.
Meu chefe não gostará de ter reclamações. Guio um grupo de empresários até o salão que aconteceria o evento, outros contratados fizeram o mesmo. Desejo um bom dia e vou para meu escritório, cumprimento algumas pessoas durante o caminho. Alguns hóspedes estão conosco todos os anos e costumam passar férias neste hotel quando estão no Rio.
Lutando para deixar meus pensamentos de lado, sou rápida em orientar algumas camareiras para a limpeza dos quartos dos empresários que acabei deixar no salão. Conto os segundos para o expediente acabar.
— Gostaria de falar com o gerente do hospital. — A voz grossa carregada por um sotaque inglês me desperta. — Há de ter alguém útil nesse lugar.
Endireito a postura e rodo nos meus calcanhares, indo para a recepção. A pequena Gabriela parecia uma criança na frente daquele homem que até então está de costas para mim.
— Olá, sou Vivian Lima, a gerente do hotel. — Sou simpática, mantendo o profissionalismo.
Posso imaginar mais um riquenho arrumando confusão à toa. Meu nível de paciência não está alta hoje, lidar com público, principalmente com gente que pensar ter o rei na barriga me irrita. Lembrando que ganho bem e perder meu emprego é algo que não pode acontecer, escolho sorrir e fingir ter uma calma que não existe. Calma não existe, meu emocional está uma merda, definitivamente não estou pronta para a sociedade.
O homem alto, de semblante sério, vira lentamente para me olhar. Sabe aquele homem viril que a gente sente a masculinidade de longe? Estou bem na frente de um e mesmo odiando os homens nos últimos meses tento ignorar a beleza desse. É apenas mais um arrogante e rabugento.
Seu olhar percorre todo o meu corpo antes de me olhar nos olhos.
— Você? — Pergunta em desdém.
Calma, Vivian.
— Em que posso ajudá-lo, senhor?
O desconhecido olha ao redor, arqueando as sobrancelhas. Está brincando comigo ou o quê? Gabriela não parava de olhar para ele encanto com a sua beleza. Com 1,90 no mínimo de altura, meus saltos altos me impedem de ser uma nanica na sua frente.
A parte de trás da sua cabeça sendo mais raspado, deixando em cima mais alto e um franjão se deixar os fios negros cair em seu rosto. Vestindo um terno que pagaria todas minhas contas e bancava uma viagem para fora do Brasil. A pele bronzeada pelo calor brasileiro, o tornava um pedaço de mal caminho. Ele é grande e com ombros largos.
— Realmente trabalha aqui? — Inclina a cabeça levemente para o lado.
Ah, preconceito a essa hora do dia não.
— Algum problema, senhor? — Mantenho minhas mãos em frente do corpo. — A minha cor de pele atrapalha em algo?
Posso dizer que minha vida é fácil por ser negra em um país preconceituoso, seria uma mentira descarada. Convenhamos, o preconceito está além das fronteiras e não deixo que esse homem saia do seu país para dilatar o seu ódio aqui.
— O quê? — Fica surpreso com as minhas palavras. Surpreso ou ofendido? Não sei, quem deveria estar ofendida sou eu.
Não posso perder meu tempo e meu emprego por causa dele.
— Senhor…? — Ergo a mão minimamente no ar, querendo que fale seu nome.
O corpo em forma e bem estruturado, estufa o peito. Só me faltava o ego desse homem.
— Nathan LeBlanc. — Pronúncia o sobrenome francês com magnitude.
Em francês, Blanc significa “O branco”. É uma piada com a minha cara? Já em alemão quer dizer brilhante, reluzente ou bonito. Sabemos que o sobrenome combina perfeitamente com ele. Palhaçada a essa hora do dia, não poderia deixar para mais tarde? Não almocei ainda.
— Sr. LeBlanc poderia me dizer o que precisa? — A essa altura Gabriela está ocupada com seus afazeres.
Nathan LeBlanc arruma o terno em seu corpo, voltando a formalidade.
— A fechadura do meu quarto está com defeito, Srta. Lima. — Pega o cartão de acesso no bolso. — Não consigo entrar. A moça que está na recepção poderia ter me ajudado, se não tivesse perdido o tempo dela tentando me seduzir. Devo acreditar que todos são assim? Quando me recomendaram este hotel, não me informaram as entrelinhas.
Olho para Gabriela e rapidamente some da recepção. Um problema a mais para resolver, pensei que ela tivesse parado com isso. Houve algumas reclamações no mês passado, Gabriela está querendo perder o emprego? Não gosto de demitir as pessoas, principalmente quando sei que elas precisam. Gabriela não está cooperando.
— Peço desculpa pelo ocorrido, mandarei agora mesmo alguém para seu quarto. — Não estou surpresa em relação à fechadura da porta.
Faço sinal para um dos funcionários, relatando o que aconteceu e que levasse a pessoa especializada para arrumar. O filho do meu querido chefe está responsável pelo hotel, na última reunião relatei os problemas e a atualização das fechaduras usada com o cartão ou senha. O sistema que ele contratou é péssimo. Gosto desse hotel, mas deixar Reinaldo Amarante cuidando desse lugar maravilhoso é um crime.
— Peço que se acomode em nosso restaurante aproveitando bebidas e comidas típicas. — mostro a direção que deveria seguir. — Assim que o problema for resolvido, logo será avisado e novamente peço desculpa pelo transtorno.
O Sr. LeBlanc me parece ser alguém muito importante e ter uma recomendação ruim da sua parte pode afetar o hotel. Sendo importante ou não, gosto de ajudar e dar o melhor atendimento possível. Nem sempre tenho a mesma troca, pelo menos faço a minha parte. Me olhando de um jeito cético, o sorriso debochado surge em seus lábios.
— Deixei de ser um preconceituoso para um ótimo hóspede agora?
Mordo a ponta da língua para não dar uma resposta afiada. O seu sorriso aumenta sabendo qual era as minhas intenções. Para minha surpresa ele se aproxima, inclinando o corpo levemente para frente. Tem um cheiro bom, seu rosto tão perto vejo a pinta sutil embaixo do seu olho esquerdo. Olhando bem o contorno parece um raio, seria um sinal de nascença?
— Quero deixar claro que não questionei o motivo de trabalhar neste hotel pela sua cor, pensei que fosse uma hóspede, querendo ajudar a mulher sem noção da recepção. — Agora sou eu que estou surpresa. — A elegância no andar, o olhar e boca afiada está mais do que pronta para caminhar em meio aos leões no mundo dos negócios
Fico sem saber o que dizer. Seus lábios entre abre parece satisfeito com a minha reação, Sr. LeBlanc me dá uma última olhada antes de seguir para o restaurante. O que acabou de acontecer? Houve segundas intenções nessa conversa? Oh, não. Os homens que frequentam esse lugar costumam ser diretos e safados demais, tendo muito dinheiro na conta, se acham donos do chão que pisa. Balanço a cabeça e trato de esquecer o episódio que acabou de acontecer.
Meu escritório! Volto a seguir o meu caminho.
— Mas que porra garoto! Olha, o que você fez. — A gritaria perto da entrada do hotel começa a chamar atenção.
Reconheço o Sr. Oliveira que tenta limpar o sorvete que ficou em sua roupa. O menino olha para o homem na sua frente assustado, Sr. Oliveira não poupa palavras em direção ao garoto. Vou até eles em passos firmes.
— Por favor, Sr. Oliveira. — Entro na frente do menino. — Chamará atenção desse jeito.
— Que se foda, Vivian. Olha o que esse garoto fez? — A ponta para a camisa social suja.
Olho para o menino de cabelo castanho escuro que está tão assustado, é nítido que não foi de propósito. Ele aparenta ter 9 ou 10 anos. Me abaixo na sua frente.
— Ei, está tudo bem. — Sorri, querendo acalmá-lo. — Onde estão seus pais? Se perdeu?
— Vivian, é comigo que tem que se preocupar. — Sr. Oliveira choraminga. — Tenho uma palestra agora para apresentar.
Ignoro o velho reclamão. Quem tem coragem de gritar com uma criança desse jeito? Sr. Oliveira se preocupa apenas com ele mesmo e não é de hoje. O garoto não está prestes a chorar, mas seu rosto assustado e confuso mostra que não está entendendo o que falamos. Deve ser filho de algum gringo. Preciso achar os pais dessa criança logo.
— Você fala inglês? — Pergunto em inglês. Sou influente em inglês, francês, alemão e espanhol.
Seu olhar encontra o meu, ele balança a cabeça concordando. Ah, perfeito.
— Qual é o seu nome?
— Meu nome é Dylan. — Apreensivo, olha para o chato do Oliveira. — Desculpe.
— Não se preocupe. — Seguro em seu queixo com delicadeza. — Vamos encontrar…
— Ah, mas eu mesmo faço questão de achar o pai desse garoto. — Sr. Oliveira segura no ombro do garoto e o puxa.
Dylan grita assustado e com a mão livre segura em mim, não quero ir com o Sr. Oliveira. Antes que pudesse impedir o homem mais velho e pedi que deixasse a criança em paz, a voz grossa que reconheço me faz estremecer.
— Achou! E não estou gostando de vê-lo tocando no meu garoto. Então escuta bem. — Ergo minha cabeça, sendo a fúria no olhar de Nathan LeBlanc. — É melhor soltar meu filho agora, infeliz.
Sr. Oliveira começa a gaguejar. Dylan dá a volta por mim e fica ao lado do pai, Nathan está bem perto, Dylan fica entre nós dois. Continuo abaixada olhando a cena.
— Eu… eu… Não sabia que era seu filho, Sr. LeBlanc. Sinto muito… — Dá um sorriso maior que a boca. — Foi um momento de estresse, tenho uma palestra agora e ficarei feliz de ter a sua presença. Sabe como é a nossa vida.
Sr. Oliveira, não nos permite chamá-lo pelo primeiro nome. Seria difícil lembrar agora, é um dos empresários do ramo de alimentício, é enjoado de mais e um dos hóspedes que mais me dá trabalho. Foi desnecessário gritar com a criança e todos sabemos disso, os funcionários ao redor guiaram os hóspedes para não olhar o clima tenso que acontecia.
— O que aconteceu? — O gringo olha para o filho, o menino não se incomoda com o olhar do pai. Parede está acostumado.
— Estava procurando o senhor, comprei o sorvete e não estava com o dinheiro. Não vi ele, papai. — Dylan olha para o pai. — Acabei esbarrando meu sorvete nele. — Aponta para mim. — Ela me ajudou.
A conversa entre os dois era em inglês. Nathan me olha e estende a mão para mim, seguro tendo a sua ajuda para levantar. Dylan deve ter conseguido o sorvete no restaurante, ele não deve saber que a conta está associada ao quarto do pai e só quando for embora pagaria a conta ao todo.
— Mas são águas passadas e…
Nathan pega o sorvete de casquinha da mão do filho e esfrega na cabeça do Sr. Oliveira. Arregalo os olhos. Meu Deus!
— Se encostar no meu filho mais uma vez a sua reputação, se é que tem uma, não será o suficiente para o que farei com você. — Nathan avisa. — Srt.ᵃ Lima?
Pisco algumas vezes, engolindo em seco e olho para Nathan.
— Oi?
— Nos acompanha?
— Ah, claro.
Nathan segue com seu filho para o elevador. Aceno rapidamente para meus colegas de trabalho, um para ajudar o Sr. Oliveira e o outro para limpar o sorvete que caiu no chão. Em passos rápidos vou atrás do Nathan e seu filho, não posso esquecer da formalidade e chamá-lo pelo sobrenome.
— Pai, está muito calor. — Dylan respira fundo.
As portas do elevador se abrem, cheio pelo horário.
— Vou pedir que levem seu sorvete no quarto.
Entramos no elevador, muitos o cumprimentaram. Nathan fica no fundo do elevador, Dylan ao seu lado esquerdo e eu a sua frente no lado direito. Não é possível que terei que ouvir suas reclamações sobre o Sr. Oliveira, ai que raiva daquele velho. Ah, não! Reinaldo ficará uma fera, porque com toda certeza Sr. Oliveira reclamará no ouvido do meu chefe temporário e vendo nas câmeras que não fiz nada para impedir, será a minha cabeça na mira.
Perdida em meus pensamentos, não impeço o homem que anda para trás dando espaço para outra pessoa entrar e antes que se esbarra em mim. Sinto uma mão grande e firme ao redor da minha cintura, me deixo ser guiada. Nathan segura em minha cintura de modo protetor e me puxa deixando-me em sua frente. Ele não me solta, me mantendo presa nele.
Últimos Capítulos
#98 Capítulo 98 Epílogo
Última Atualização: 9/25/2026#97 Capítulo 97 Vivian
Última Atualização: 9/25/2026#96 Capítulo 96 Nathan
Última Atualização: 9/25/2026#95 Capítulo 95 Nathan
Última Atualização: 9/25/2026#94 Capítulo 94 Vivian
Última Atualização: 9/25/2026#93 Capítulo 93 Nathan
Última Atualização: 9/25/2026#92 Capítulo 92 Nathan
Última Atualização: 9/25/2026#91 Capítulo 91 Vivian
Última Atualização: 9/25/2026#90 Capítulo 90 Vivian
Última Atualização: 9/25/2026#89 Capítulo 89 Nathan
Última Atualização: 9/25/2026
Você Pode Gostar 😍
A MASCARADA DO MORRO
No Morro, o poder é conquistado com sangue, respeito e medo. Quem desafia as regras desaparece. Quem ama, paga um preço ainda maior.
Todas as noites, uma mulher mascarada sobe ao palco da boate mais famosa da cidade. Para os homens que lotam o lugar, ela é apenas Fênix: um corpo sedutor, um olhar misterioso e uma dança capaz de enlouquecer qualquer um. Ninguém conhece seu verdadeiro nome. Ninguém jamais viu seu rosto. A máscara não faz parte do espetáculo... ela é a única barreira entre o passado que a persegue e a morte que a espera.
Até que surge Lobão.
Chefe de uma das facções mais temidas do Morro, Lobão nunca ouviu um "não". Acostumado a comprar pessoas, destruir inimigos e fazer o mundo se curvar diante dele, ele encontra em Fênix a única mulher que ousa enfrentá-lo. Ela o humilha. Dá um tapa em seu rosto. Rejeita seu dinheiro. Desafia sua autoridade.
E desperta algo muito mais perigoso que desejo.
Obcecado, Lobão decide que descobrirá quem está por trás da máscara, nem que precise transformar o Morro inteiro em um campo de guerra. Quanto mais ela foge, mais ele a quer. Quanto mais ela o odeia, mais ele se convence de que aquela mulher nasceu para ser dele.
Mas Fênix carrega um segredo capaz de destruir impérios. Sua verdadeira identidade está ligada a um passado marcado por traições, assassinatos e uma dívida de sangue que jamais foi esquecida. Se a máscara cair, não será apenas sua vida que estará em risco... será o início de uma guerra que pode incendiar o Morro.
Entre desejo, violência, vingança e paixão, dois corações marcados pela dor descobrirão que o amor pode ser tão cruel quanto uma bala perdida.
O CEO Acima da Minha Mesa
“Eu sei que precisa.”
“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”
“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”
“E se o mundo pegar fogo?”
Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.
“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”
Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.
Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.
Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.
E por muito tempo, eu fui apenas útil.
Até que ele começou a me observar.
No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.
Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.
Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.
Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.
O Sangue que Nos Condena
Aléxia Santos cresceu assistindo ao sofrimento de sua mãe e de sua avó, e jurou que seria a primeira a quebrar esse ciclo. Determinada, racional e focada em sua carreira como designer de interiores, ela acredita piamente estar no controle absoluto de sua vida e de suas emoções. Tudo muda quando Marcos Fontes cruza seu caminho como o novo e poderoso cliente de sua agência. Magnético, imprevisível e emocionalmente indisponível, ele desperta em Aléxia uma paixão avassaladora e viciante que desafia toda a sua lógica.
Enquanto se afunda no labirinto dessa relação tóxica e destrutiva, Aléxia se apoia em Lucas, seu arquiteto parceiro e amigo de longa data, sem perceber que a resposta para a sua verdadeira felicidade sempre esteve ao seu lado. Quando cartas antigas de sua bisavó revelam a verdadeira natureza dessa "maldição", Aléxia precisa enfrentar seus próprios traumas e reescrever sua história antes que o sangue que corre em suas veias a condene para sempre.
A doce vingança do CEO sem coração
Gabe Clifford é o CEO da maior indústria farmacêutica do mundo. Inteligente, sagaz, um homem sem coração, capaz de tudo para alcançar o que deseja.
Ele levou anos preparando sua vingança contra os Abertoon.
Ela seguiu sendo bondosa e alegre, mesmo quando tudo ao seu redor parecia desabar.
Ele queria destruí-la para saborear cada lágrima de Ernest Abertton, o homem a quem dedicou sua vida para ver sofrer.
Ela era apaixonada pelo irmão dele.
Ele montou a teia e ela era a presa.
O que Gabe não sabia era que a vingança poderia ser muito mais doce do que imaginava. Olívia, por sua vez, jamais imaginou que poderia existir alguém tão sem escrúpulos e coração como aquele homem.
Um desejo de vingança maior que tudo.
Uma mulher decidida a mudar seu destino.
Um casamento tratado como negócio.
Ele a usou como forma de vingança contra o homem que mais odiava. Só não esperava que conhecê-la seria seu pior castigo.
Contrato de sangue - Série Família Sokolov 1
A Esposa Contratada do Bilionário
Para me vingar do meu ex traidor, tive uma noite de loucura na festa de noivado dele.
Meu delicioso erro? Ele—o CEO mais rico e implacável da cidade.
Agora, ele está me chantageando para um contrato de casamento temporário.
Ele precisa de uma esposa para cumprir sua própria agenda. Eu preciso escapar da minha vida que está desmoronando.
O acordo era simples: sem sentimentos e uma separação limpa em cinco meses.
Mas o homem que exigiu esse arranjo agora está quebrando todas as regras.
Ele disse que isso era negócio, então por que está lutando para tornar nosso casamento temporário permanente?
Sua Rainha Alfa
Accardi
Os joelhos dela fraquejaram e, se não fosse pelo aperto dele em seu quadril, ela teria caído. Ele empurrou o joelho entre as coxas dela como um suporte secundário, caso decidisse que precisava das mãos para outra coisa.
"O que você quer?" ela perguntou.
Os lábios dele roçaram o pescoço dela e ela gemeu enquanto o prazer que os lábios dele proporcionavam se espalhava entre suas pernas.
"Seu nome," ele sussurrou. "Seu nome verdadeiro."
"Por que é importante?" ela perguntou, revelando pela primeira vez que a desconfiança dele estava correta.
Ele riu baixinho contra a clavícula dela. "Para eu saber que nome gritar quando gozar dentro de você de novo."
Genevieve perde uma aposta que não pode pagar. Em um compromisso, ela concorda em convencer qualquer homem que seu oponente escolher a ir para casa com ela naquela noite. O que ela não percebe, quando a amiga de sua irmã aponta o homem sombrio sentado sozinho no bar, é que aquele homem não vai se contentar com apenas uma noite com ela. Não, Matteo Accardi, Don de uma das maiores gangues de Nova York, não faz sexo casual. Não com ela, pelo menos.
Depois de Uma Noite com o Alfa
Eu achava que estava esperando pelo amor. Em vez disso, fui fodida por uma besta.
Meu mundo deveria florescer no Festival da Lua Cheia na Baía de Moonshade—champanhe borbulhando em minhas veias, um quarto de hotel reservado para mim e Jason finalmente cruzarmos aquela linha depois de dois anos. Eu vesti uma lingerie rendada, deixei a porta destrancada e me deitei na cama, coração batendo com uma excitação nervosa.
Mas o homem que entrou na minha cama não era Jason.
No quarto completamente escuro, afogada em um cheiro forte e picante que fazia minha cabeça girar, senti mãos—urgentes, ardentes—queimando minha pele. Seu grosso e pulsante pau pressionou contra minha boceta molhada, e antes que eu pudesse respirar, ele empurrou com força, rasgando minha inocência com uma força implacável. A dor queimava, minhas paredes se contraindo enquanto eu arranhava seus ombros de ferro, sufocando os soluços. Sons molhados e escorregadios ecoavam a cada golpe brutal, seu corpo implacável até ele estremecer, derramando quente e fundo dentro de mim.
"Isso foi incrível, Jason," consegui dizer.
"Quem diabos é Jason?"
Meu sangue gelou. A luz cortou seu rosto—Brad Rayne, Alpha da Matilha Moonshade, um lobisomem, não meu namorado. O horror me sufocou ao perceber o que eu tinha feito.
Eu corri para salvar minha vida!
Mas semanas depois, acordei grávida do herdeiro dele!
Dizem que meus olhos heterocromáticos me marcam como uma verdadeira companheira rara. Mas eu não sou loba. Sou apenas Elle, uma ninguém do distrito humano, agora presa no mundo de Brad.
O olhar frio de Brad me fixa: "Você carrega meu sangue. Você é minha."
Não há outra escolha para mim senão escolher esta prisão. Meu corpo também me trai, desejando a besta que me arruinou.
AVISO: Apenas para Leitores Maduros
Aimée a Acompanhante
A recompensa?
Um pedido de divórcio.
— Encontrei uma mulher que pode me oferecer muito mais do que você.
Grávida, sem dinheiro e completamente sozinha, Eveline vê sua vida desmoronar. Pouco tempo depois, seu filho nasce com graves problemas de saúde, e o tratamento custa muito mais do que ela jamais poderá pagar.
Quando todas as portas se fecham, uma proposta humilhante feita por seu próprio chefe a faz perceber que o mundo nunca foi justo com mulheres desesperadas.
Determinada a salvar o filho, Eveline assume uma nova identidade.
Agora ela é Aimée, a acompanhante mais requisitada da alta sociedade.
Os homens a contratam por sua beleza.
Mas voltam a procurá-la por sua inteligência.
Enquanto conquista espaço em um mundo onde dinheiro compra quase tudo, ela precisa esconder o filho, fugir do ex-marido que voltou para reivindicar a criança que abandonou e impedir que seu chefe descubra quem ela realmente é.
O problema é que ele já não consegue mais tirá-la da cabeça.
E está disposto a derrubar qualquer um que tente machucá-la.
Inclusive ela.
Porque alguns segredos custam fortunas.
Outros... custam o coração.
Casada com um Mafioso Misterioso
O despertar dela ocorre em um hospital, onde sua memória é um enigma após um misterioso acidente. Apresentando-se como Felipe Lombardi, um homem narra sua vida, porém lacunas e segredos sussurram que há mais a ser descoberto.
Em meio a sonhos perturbadores e dúvidas sobre seu marido, Maria Júlia é resgatada por Davi Miguel, um soldado que a revela a verdade: o homem que ela acreditava ser seu marido é um impostor, e a realidade é mais complexa e perigosa do que imaginava.
Determinada a desvendar os enigmas que a cercam, Maria Júlia une forças com Davi, embarcando em uma jornada internacional. Um objetivo os une: destruir Felipe Lombardi, um homem misterioso com contas a acertar. Em meio a reviravoltas surpreendentes, verdades ocultas emergem, revelando que o verdadeiro marido de Maria Júlia é alguém muito diferente.
Nessa trama intensa e emocionante, segredos profundos e um romance apaixonado colidem.
POSTO 7 RJ Visita favorável
Á caminhos que nós levam a escuridão que não há nenhum fresta de luz, mas é de lá que conseguimos força para iluminar o nosso próprio caminho.
Mais uma obra feita com muito carinho, espero que gostem.
Um beijo.
Nat.












