A Esposa Substituta do Traficante

A Esposa Substituta do Traficante

jamilesalvatore · Concluído · 120.9k Palavras

243
Popular
3.5k
Visualizações
288
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Após anos vivendo sob o controle e as ameaças do pai, Bruna percebe que permanecer em casa significa abrir mão da própria liberdade. Sem enxergar outra saída, decide fugir e buscar abrigo na casa do irmão mais velho, André, acreditando que ao lado dele poderá finalmente reconstruir a própria vida e deixar o passado para trás. O que ela não imaginava era que esse recomeço a colocaria no centro de um mundo muito mais perigoso do que qualquer pesadelo que já enfrentou.

Pouco tempo depois de sua chegada, Bruna descobre que André trabalha como traficante para o poderoso chefe do tráfico de Paraisópolis, um homem respeitado, temido e cercado por inimigos. Antes que consiga processar essa revelação, um ataque inesperado coloca toda a organização em risco e ameaça destruir a delicada aliança entre Paraisópolis e Heliópolis.

Sem alternativas e pressionado pelas circunstâncias, André toma uma decisão extrema. Bruna é a única pessoa capaz de ajudá-lo, não por vontade própria, mas por carregar uma impressionante semelhança física com a falecida esposa do chefe do morro. Essa coincidência desperta a atenção da liderança e faz dela uma peça indispensável para preservar a estabilidade entre as duas comunidades, evitando uma guerra que pode custar inúmeras vidas.

Capítulo 1

Sem dúvida dormir 6 horas por dia, havia deixado de ser suficiente a bastante tempo, já que com o tempo percebi que era uma pessoa noturna, trocando facilmente o dia pela noite.

Mas isto não aconteceu por opção, mas sim por necessidade.

Desligo o despertador do celular que toca pontualmente todos os dias às 7 da noite, com os olhos semicerrados.

Afundando meu rosto no travesseiro, respiro fundo, lutando contra a vontade de voltar a dormir, saindo aos poucos da cama.

Ainda sonolenta, pego minha toalha e vou para o banheiro no corredor, ouvindo o som da televisão vindo da sala. O banho sempre era responsável em me acordar parcialmente, depois café.

Sentada no sofá velho que tinha na sala, Tati prestava atenção em uma novela.

- Tem café pronto - diz quando passo pela sala, entrando na cozinha.

Em cima da mesa redonda, estava a garrafa de café bege. Pegando um copo no armário pequeno, me sirvo um pouco de café, pegando bolachas de água e sal em um pote.

Aqueles eram o único momento de paz que tinha, antes de sair e apreciava cada minuto.

Voltando para meu quarto, pego a bolsa, celular e fone de ouvido, passando por Tati novamente.

- Tchau, né? - diz com uma perna peito do peito, enquanto pintava as unhas do pé~.

- Tchau - respondo sem olhá-la, saindo do apartamento de quatro andares, cedido pelo governo.

Com os fones no ouvido, começo minha caminhada até a guarita, que rendia alguns metros.

Há cerca de três anos, aquela era minha rotina e já não tinha vida social, tendo o único assunto com pessoas próximas drinks.

Já me considerava quase expert em drinks, já que a agilidade contava muito e isso adquiri com a prática.

Morava em Paraisópolis desde criança, acabando por esquecer que existia algo a mais além da comunidade. Contudo, muitas vezes o que via enquanto trabalhava, me fazia querer não conhecer o que existia além da comunidade.

Para chegar na boate em que trabalhava, precisava pegar dois ônibus. Fora o tempo que ficava no terminal, esperando o segundo ônibus.

No centro de São Paulo, ainda precisava andar mais um pouco até a boate Le Reve Club. Era uma casa noturna de músicas eletrônicas que toca hits antigos, com 3 salas temáticas e comida gourmet em um amplo local constituído por dois andares.

O local era bem requisitado e frequentado, devido as salas temáticas e a impressão de imersão na magia.

Depois de me vestir e cumprimentar alguns colegas de trabalho, vou para meu posto, verificando se estava tudo em ordem no bar.

Não percebendo quando tenho companhia.

- Oi, parceira - diz Rodrigo, no momento em que me dá um beijo no rosto, me surpreendendo, conseguindo dessa forma um sorriso inesperado.

- Oi - Olho rapidamente ao redor, antes de dar um beijo rápido nele.

Rodrigo poderia ser facilmente catalogado como hétero top, graças ao seu comportamento e suas vestimentas específicas. Seu visual ao mesmo tempo que era despojado, transmitia uma certa “fantasia de estar no top” e mesmo com tudo que o compunha, ainda me vi apaixonada por ele e senti sendo correspondida, mesmo não sendo o padrão ideal dele.

Era o contrário do que ele queria. Não era loira, muito menos alta e não tinha olhos azuis ou verdes. Tinha míseros 1.55, minha pele era parda, meu cabelo ondulado e meus olhos castanhos.

Rodrigo era exatamente o que ele queria. Só que no sexo masculino.

- Tudo certo por aqui? - Ele pergunta, olhando as prateleiras de vidro preenchidas por diversas garrafas.

Trabalhávamos juntos com a condição de manter o profissionalismo. Caso contrário, se notassem que estávamos sendo inadequados, com certeza eu poderia perder facilmente meu emprego.

- Já chequei tudo - digo, observando-o se movimentar pelo espaço, olhando com atenção tudo o que eu já havia visto.

Namorávamos a quase um ano. Já havia conhecido a mãe dele por acaso e a irmã de dez anos, mas ainda não havia tido coragem de levá-lo até a comunidade e ver estampado em seu rosto que aquele não era o tipo de lugar que ele estava habituado.

- Você ainda não me deu uma resposta - diz ele de repente, me fazendo piscar.

- Sobre...?

- Sobre o que estávamos falando ontem - Pego meu celular, abrindo o aplicativo de mensagem, refrescando minha memória.

E é claro que ele simplesmente não desistiria de conhecer meus pais, sendo o bom homem no qual havia sido ensinado.

- Eles são muito ocupados.

Ele me olha com um meio sorriso no rosto.

- Não é possível que eles não tenham meia hora - diz encurtando o espaço entre nós - Meia hora, Bruna.

Desvio meu olhar para o vazio, assentindo relutante.

- Vou falar com eles. De novo.

Com uma mão em meu braço, o afaga até o cotovelo.

- Pode dizer à eles que não vão se arrepender - Dito isto, ele se vira, pronto para começar o expediente.

No lugar que eu morava, infelismente, pessoas como Rodrigo, não eram muito bem vistas. Ainda eram taxados de riquinhos e envolvia um certo “preconceito”. Para as pessoas que me conheciam, que me viram crescer, ver ele ao meu lado, com certeza as faria pensar que ele só estava ali para me usar de alguma forma e que na verdade, ele deveria ter uma loira escondida por aí.

Uma série de questões como essa já haviam passado diversas vezes em minha cabeça, conseguindo dessa forma contribuir com o fato de não me sentia boa o suficiente para Rodrigo.

Muitas vezes me pegava olhando para Rodrigo e não tinha como não sentir que não nos encaixávamos. Era como se não fossemos um para o outro ou algo do tipo, simplesmente a conclusão que tinha, era que Rodrigo, não era para mim.

Mesmo com todas essas inseguranças, fingir ser a pessoa mais segura do mundo.

Nosso expediente começou instantes mais tarde, quando os primeiros clientes começaram a chegar e em menos de uma hora, todo o lugar era um grande movimento constante de pessoas bebendo, conversando e se divertindo.

Até que era bom, estar em meio a tantas pessoas, me fazia esquecer dos problemas que havia fora dali. Muitas vezes as pessoas que chegavam no bar, eram simpáticas e tinham as conversas mais breves interessantes que já vi na vida.

Algumas delas, tinham o poder de contar sua vida em poucos minutos, o tempo o suficiente na preparação de um drink ou enquanto esperavam alguém sair do banheiro.

A minoria, apenas pedia um drink e o tomavam em silêncio, evitando trocar palavras mais do que necessário.

Eram noites sempre agitadas e longe da monotonia.

A maioria das pessoas que chegavam assim que a boate abria, permaneci até o fechamento ás 5 da manhã. E após o fechamento, o segundo turno começava.

Era quando começava a limpeza geral.

Apenas por volta das 7 da manhã, que deixava a boate com Rodrigo e como de costume, tomávamos café da manhã em uma lanchonete não muito longe dali.

- Já sabe o que vamos fazer na minha folga? - pergunto, tomando um copo do café com leite no copo americano.

Ele dá de ombros, usando o guardanapo de papel para pegar o misto quente cortado em diagonal.

- Ando tão cansado que a única coisa que penso em fazer, é dormir.

Dormíamos menos do que gostaríamos, passávamos um determinado tempo juntos, entretanto, da forma mais profissional possível e a única coisa que queria na minha folga, diferente dele, era ser um casal com ele.

Termino meu café da manhã, alternando minha atenção para a tv no suporte, onde o jornal passava as últimas notícias.

- Mas se quiser, podemos fazer alguma coisa - diz ele de repente, afagando meu joelho. Forço um meio sorriso, abrindo minha bolsa, pegando a quantia que havia dado meu café da manhã - O que acha?

O sexo com Rodrigo não era ruim, mais também não queria apenas transar em todas as folgas. Queria fazer algo mais.

- Vamos ver até lá - Ele aperta novamente meu joelho.

No momento em que pago minha conta e Rodrigo faz o mesmo, se preparando para deixar o local, somos surpreendidos.

- Oi, casal - diz Nádia de repente, se colocando entre nós dois - Vi vocês quando estava saindo. Já estão de saída?

- Já sim - Rodrigo responde de forma simpática.

Nádia trabalha também na boate, entretanto servindo mesas. Não tínhamos muita intimidade, contudo o meio social era o mesmo.

Suas características lembravam claramente características asiáticas, inclusive até seu comportamento contido.

- Seria pedir muito uma carona?

- Claro que não - Rodrigo mal pensa - Não é, Bruna?

- Não vou poder ir com vocês, ainda vou ter que ir em um lugar.

- Ah, que pena - diz Nádia, voltando a olhar para Rodrigo.

- Vamos lá então? - Ela assenti de imediato - Nos falamos depois - diz ao se virar para mim, me dando um beijo rápido.

Sorrio sem mostrar os dentes, os acompanhando até o lado de fora da lanchonete, não ficando para observá-los entrar no HB20 preto.

Rodrigo nunca havia me levado em casa, mesmo com os pedidos dele. O máximo que já o deixei fazer, foi me levar até um determinado ponto no qual dizia ser perto, mas que na verdade, estava mais do que longe.

No ponto de ônibus, espero impaciente o ônibus que precisava para ir para o terminal. Quando finalmente chega meia hora depois, me sento no fundo, colocando meus fones.

Aquela parte da manhã, não era muito movimentada, o que fazia com que o percurso fosse mais calmo. No terminal, o segundo ônibus já estava parado, o que me poupou tempo de espera.

Quando entrei no condomínio em que morava, o sono já começava a se intensificar e pelo horário, já sabia que estaria sozinha em casa. Então depois de um banho e vestir meu pijama, finalmente teria o sono dos justos.

Que naquele dia, não durou muito.

- Bruna! Bruna - A voz insistente de Tati não demora para me acordar, assim como meu corpo sendo sacudido quase rudemente.

Forço meus olhos se abrirem, pegando o celular, acreditando que já havia passado a hora de levantar. Entretanto, ainda faltava três horas para o despertador tocar.

- O que foi? - pergunto sonolenta, sentando na cama.

Na minha frente com as mãos na cintura, Tati me olha, ainda com o uniforme do mercado em que trabalhava.

- Você tem que ir embora daqui.

- Por quê?

- Seu pai vai ser solto amanhã.

Foi necessário apenas aquelas seis palavras para me acordar de vez e trazer como consequência uma ritimia.

Meu pai fora da prisão, era sem dúvida era a retomada de um pesadelo, no qual não tinha chance alguma de sair sem alguma sequela.

Era o que ele fazia de melhor, causar dor, de todas as formas possível e imagináveis, apenas para se sentir bem consigo mesmo.

Meu irmão, André, sempre foi mais esperto, então na primeira oportunidade que teve, fugiu de casa, me deixando para trás.

A situação piorou com a ausência dele, não muito, graças a Tati que me “protegia”, fazendo o papel de mãe que era obrigatoriamente da minha mãe, claro, se ela não tivesse nos abandonado, casado novamente com outro homem e tido mais dois filhos.

Talvez na cabeça dela, deixar duas crianças ainda de menor com uma pessoa evidentemente agressiva e imprudente, parecia ser a melhor escolha, já que no final das contas, era nosso pai.

Mas ela só ajudou ele a criar cicatrizes, tanto em mim, quanto em André.

Depois que ele foi preso cerca de onze anos atrás por causa de droga, acreditei que nunca mais o veria se não fosse atrás das grades. Só que pelo jeito, estava muito enganada.

- Ele vai ficar em condicional - Ela continua - E acho que não vai querer estar aqui.

Claro que não.

- Pra onde eu vou? - murmuro, fixando o olhar no vazio.

- Você não pode ir pra casa de uma amiga?

A única amiga que eu tinha era a Rita e coincidentemente morava com André.

Saio da cama de beliche, indo até o guarda-roupa, onde coloco o máximo de roupas possíveis dentro de uma mochila, deixando para trocar de roupa por último.

- Você sabe que não queria que fosse embora, não é? - diz Tati, sentada na cama de baixo da beliche - Só que se você ficar aqui, não sei nem o que ele é...capaz de fazer.

Tati não estava em posição de madrasta má, pelo contrário, ela foi a melhor coisa que nos aconteceu, quatro anos depois que minha mãe foi embora. Cuidou de nós como se fossemos seus filhos, fez tudo que uma mãe deveria fazer.

E pelo menos eu era grata por isso.

Muitas vezes, para não deixar que apanhássemos, entrava na frente e levava no nosso lugar e no outro dia ainda cuidava de nós com um sorriso no rosto.

O que ela estava fazendo ali, novamente, era apenas me protegendo da pessoa que tinha o dever também de cuidar de mim.

- Vou dar um jeito - murmuro.

- Precisa de dinheiro?

- Não.

- Bruna - Insiste.

Olho para ela no mesmo instante.

- Tenho dinheiro.

Termino de arrumar minhas coisas e sem me despedir, saio de casa.

A medida que andava para fora do condomínio, listava mentalmente os lugares que poderia ficar e a casa de Rodrigo, estava fora de questão.

Não sabia como explicar o motivo pelo qual teria que sair de casa, sem ele não fazer mais perguntas.

Ficar num hotel ou numa pousada, faria com que eu gastasse mais do que deveria, o que sobrou apenas, a casa de André que, ficava numa distância considerável de onde eu morava.

Praticamente André morava no coração de Paraisópolis.

Precisei pegar um ônibus para encurtar o espaço, tendo que dividir o coletivo com alunos de uma escola ali mesmo na comunidade.

Depois que André saiu de casa, só o visitei duas vezes e esperava que ele ainda morasse no mesmo lugar.

Paro em frente a uma casa amarela de dois andares com portão vazado de ferro, batendo palma o mais alto possível.

As luzes no interior da casa, estava ligada e não demorou para que uma figura feminina, aparecesse na janela.

- Bruna? - diz Rita não acreditando, saindo rapidamente da janela e abrindo a porta - Por que não disse que estava vindo?

- Queria fazer uma surpresa.

Rita destranca o portão.

- Tá tudo bem? - pergunta num tom preocupado.

Dou de ombros.

- Não muito. André tá em casa?

- Ele só chega mais tarde. Mas entra aí - Obedeço, contente por pelo menos ser convidada para entrar.

Apesar da casa por fora não parecer muito luxuosa, por dentro tinha objetos caros espalhados por toda parte, começando pela televisão de 50 polegadas.

- Tá na cara que aconteceu alguma coisa e você não quer contar - Ela continua.

- Meu pai sai da cadeia amanhã e preciso de um lugar pra ficar - digo o mais direta possível.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Contrato de Amor e Fraldas

Contrato de Amor e Fraldas

4.3k Visualizações · Atualizando · Sara Gomez
Chloe Parker, é uma advogada perfeccionista, e Ryan Mitchell, o galã do futebol americano.
Chloe representa o atleta como sua advogada por dois anos e mesmo que Ryan a cante em toda oportunidade que tem, a mulher tem uma regra de não misturar prazer com trabalho então está sempre o dispensando, mas em uma festa em que os dois passam na bebida, eles acabam se envolvendo em uma noite de diversão sem compromisso.
E quando a noite dar a Chloe mais do que um dor de cabeça e ela descobre que está grávida, a vida deles vira um caos hilário e inesperado.
Para manter suas reputações intactas, Ryan propõe um contrato de fachada: eles devem agir como um casal até o bebê nascer.
Entre situações embaraçosas, encontros forçados e uma série de mal-entendidos engraçados, Chloe e Ryan lutam para manter as aparências, mas acabam se descobrindo de maneiras que nunca imaginaram.
No final, será que o contrato de amor e fraldas pode transformar uma relação de fachada em um verdadeiro conto de fadas?
A Aliança Arrogante do Bilionário

A Aliança Arrogante do Bilionário

3.4k Visualizações · Concluído · Page Hunter
A ALIANÇA ARROGANTE DO BILIONÁRIO.

Ele levantou a cabeça abruptamente, seu rosto sério e frio. "Senhorita..."
"Lima," forneci meu nome porque ele estava me olhando como se eu estivesse desperdiçando seu tempo.
"Então, como posso ajudá-la, Senhorita Lima? Não temos o dia todo e eu tenho uma empresa para administrar." Ele me disse secamente.
"Ok, eu quero falar sobre minha irmã, se você sabe algo sobre o desaparecimento dela?" Perguntei enquanto olhava para o rosto dele.
O ar na sala esfriou, a tensão podia ser cortada com uma faca. Noah se recostou na cadeira, olhando para mim atentamente. "E por que exatamente eu saberia algo sobre sua irmã ou o desaparecimento dela?"
Respirei fundo enquanto fechava os olhos. "Porque você foi a última pessoa a vê-la."


Ansiosa para encontrar sua irmã desaparecida, Anna tem um encontro casual com Noah Wilder, um homem misterioso que oferece uma grande oportunidade. Mas ele é uma conexão ou um beco sem saída? Eles se aprofundam e descobrem uma verdade chocante, seus caminhos estão mais conectados do que nunca. Unidos pelo propósito compartilhado, Noah e Anna devem navegar por uma estrada traiçoeira de segredos, enquanto confrontam seus demônios. A verdade se torna dúbia, mas revela uma realidade surpreendente. O sangue faz você ser parente, mas a lealdade faz a família. Mergulhe em um conto de suspense, onde cada palavra esconde algo. E a linha entre aliado e adversário se confunde.
O Homem da Vixen

O Homem da Vixen

4.8k Visualizações · Concluído · Gracia Bonifacio
Heather Williams era o exemplo perfeito de uma sedutora. Blake Acosta era um homem extremamente atraente que não acreditava em compromissos. Depois que sua namorada de longa data o traiu, ele adotou um novo lema na vida: "Nenhuma mulher é digna da minha lealdade, confiança e amor." Na primeira vez que se encontraram, já houve uma faísca entre eles. Uma faísca de antipatia mútua. Mas, devido a um evento inesperado, eles se encontrariam em uma situação que mudaria suas vidas para sempre. Será que um homem irresistivelmente atraente pode domar uma mulher incontrolável, mas sedutora? Será que uma sedutora pode mudar os modos de um mulherengo? Prepare-se para um romance selvagem e ardente entre uma sedutora sensual e um mulherengo deslumbrante, mas implacável.
Sua Rainha Alfa

Sua Rainha Alfa

4k Visualizações · Concluído · Kristen Hanshaw
Kataleya Frost vive em um mundo onde Fêmeas Alfa são consideradas um mito. Uma lenda. Kataleya sofreu um trauma intenso quando tinha 18 anos, o que afetou sua visão da vida. Ela costumava sonhar em um dia encontrar seu companheiro e ter o vínculo perfeito, semelhante ao que seus pais têm; no entanto, agora Kataleya não quer nada com ele. O irmão de Kataleya estava destinado a se tornar o próximo Alfa, mas decidiu que tinha outras aspirações e nomeou Kataleya como sua sucessora. Essa mudança fará com que ela tenha que alterar muitas coisas na hierarquia da alcateia e no que é considerado normal em uma alcateia. Seu pai sempre ensinou a ela e aos irmãos que o caminho para se tornar Alfa nunca seria fácil, mas será que Kataleya será aceita pelos membros de sua alcateia como a futura Alfa? Quando Kataleya encontrar seu companheiro, ele será capaz de mudar sua perspectiva sobre a vida e o vínculo de companheiro? Seu companheiro se tornará sua salvação ou sua ruína definitiva? O que acontece quando algo do seu passado volta para assombrá-la? Ela sucumbirá às suas memórias dolorosas ou será capaz de superá-las para salvar a si mesma e sua alcateia?
Jogo do Destino

Jogo do Destino

3.5m Visualizações · Concluído · Dripping Creativity
A loba de Amie não se manifestou. Mas quem se importa? Ela tem uma boa alcateia, melhores amigos e uma família que a ama. Todos, incluindo o Alfa, dizem que ela é perfeita do jeito que é. Isso até ela encontrar seu companheiro e ele a rejeitar. De coração partido, Amie foge de tudo e começa de novo. Nada de mais lobisomens, nada de mais alcateias.

Quando Finlay a encontra, ela está vivendo entre humanos. Ele fica encantado com a loba teimosa que se recusa a reconhecer sua existência. Ela pode não ser sua companheira, mas ele quer que ela faça parte de sua alcateia, loba latente ou não.

Amie não consegue resistir ao Alfa que entra em sua vida e a arrasta de volta para a vida na alcateia. Não só ela se encontra mais feliz do que esteve em muito tempo, como sua loba finalmente se manifesta. Finlay não é seu companheiro, mas se torna seu melhor amigo. Juntos com os outros lobos de alto escalão da alcateia, eles trabalham para criar a melhor e mais forte alcateia.

Quando chega a hora dos jogos da alcateia, o evento que decide a classificação das alcateias para os próximos dez anos, Amie precisa enfrentar sua antiga alcateia. Quando ela vê o homem que a rejeitou pela primeira vez em dez anos, tudo o que ela pensava saber é virado de cabeça para baixo. Amie e Finlay precisam se adaptar à nova realidade e encontrar um caminho para sua alcateia. Mas será que essa reviravolta os separará?
Curvas Perigosas

Curvas Perigosas

1.8k Visualizações · Concluído · Black Rose
Uma Falsa Verdade

Ao chegar à futura casa, Stella depara-se com uma situação que o coração recusa aceitar. Tomada pelo choque, ela não encontra forças para confrontar a realidade ou buscar a verdade por trás do que presenciou. Ferida, Stella busca refúgio no motorhome herdado de seu avô e foge, sem medir as consequências.

Na rota incerta, o destino coloca Maya em seu caminho, uma mulher marcada por segredos profundos. Completamente desolada, Maya também carrega o fardo de um passado doloroso. Juntas, em uma conexão inesperada, elas decidem compartilhar o teto móvel para reconstruir suas vidas fragmentadas.

Contudo, essa jornada está longe de ser um refúgio tranquilo. Pelos quilômetros que percorrem, enfrentarão altos e baixos, conflitos intensos e perigos que jamais imaginaram. Desafios que testarão seus limites e, ironicamente, as levarão de volta ao ponto de partida.

Será que estarão prontas para encarar seus fantasmas? O que aprenderão enquanto uma teia de mal-entendidos acompanha cada curva perigosa? Descubra neste romance arrebatador, uma trama onde a linha entre o certo e o errado é tênue, cada decisão pode mudar tudo e o que parece ser a realidade, nem sempre é a verdade.
A paixão secreta do CEO

A paixão secreta do CEO

72k Visualizações · Concluído · Anne Lake
Criada à sombra da irmã perfeita, Aneliese Moore aprendeu a esconder suas inseguranças atrás de piadas afiadas e um sorriso teimoso. Mas tudo começa a sair dos trilhos quando, quase por impulso, ela aceita cuidar dos três filhos de seu chefe por um fim de semana.

Alexander Reed Blake, viúvo, filho mais velho, Herdeiro e presidente da renomada Reed & Blake - Elevate Architecture, é conhecido por ser rígido, meticuloso e obcecado por controle - enquanto tenta manter a vida nos eixos com três filhos que desafiam qualquer babá. E claro com uma paixão Secreta por sua secretária que ja dura quase dois anos.

Aneliese só precisava sobreviver a três dias.
Três dias de armadilhas, gritos, crianças diabólicas... e um cachorro desaparecido.

O que ela não esperava era que aqueles dias fossem apenas o começo.
O começo do caos, das provocações, das descobertas...
E do colapso cuidadoso das muralhas que ela e Alexander levaram anos para construir.
Desalmada

Desalmada

1.7k Visualizações · Atualizando · Paula F.
Maciel é um milionário de cinquenta anos com dois filhos, ele decidiu não se casar desde a morte de sua esposa há anos atrás, entre lances casuais, o seu caso mais duradouro é com uma mulher ambiciosa chamada Anastácia. Uma jovem chamada Elizabeth cruzará o seu caminho e em um jogo de vingança e sexo, entrelaçados pelo desejo, eles descobrirão que amor não tem idade e nunca é tarde para uma revanche!
Suas Fantasias Proibidas

Suas Fantasias Proibidas

195.1k Visualizações · Concluído · HerMajesty Writes
Ele beliscou o mamilo dela, "Vou deixar você fazer todas as loucuras que nunca tentou antes."

"Mmm..." ela gemeu, arqueando as costas contra a grossura dele.

"Como o quê, papai?" ela sussurrou, esfregando-se contra o pau dele.

Os olhos de Matt queimavam nos dela. Ele se inclinou mais perto, sua respiração quente nos lábios dela.

"Como ser amarrada e provocada até implorar para eu deixar você gozar."


Estritamente para maiores de 18 anos

Isso não é uma história de amor. Se você está procurando um romance doce, procure em outro lugar, este não é o seu livro.

Este é um livro para aqueles que querem explorar a escuridão dentro do desejo sem vergonha.

"Fantasias Proibidas Dela" é uma coleção de diferentes contos:

Livro 1: Desejando Meu Padrasto Gostoso
A história da inocente Princesa, que acidentalmente seduz seu padrasto rigoroso e o melhor amigo dele. Um conto proibido de luxúria familiar e tentação perigosa.

Livro 2: Brinquedo dos Meio-Irmãos
Caroline e seus três perversos meio-irmãos. Escuro, proibido, tabu, repleto de BDSM, degradação e jogo de poder bruto.

Livro 3: A Esposa Exibicionista
Vanessa, casada e com 35 anos, anseia pela emoção das mãos de estranhos em seu corpo. Sexo em público, aventuras imprudentes e um marido que não conhece seu segredo.

Livro 4: Casos Proibidos com Meu Enteado
Uma faísca tabu se acende quando Wendy, uma mulher viúva, cruza limites com seu enteado, Kelvin, em um turbilhão de desejo proibido.

Livro 5: Entregue pelo Padre (LGBTQ)
Uma lésbica arrependida busca salvação na confissão, mas o padre oferece a ela um tipo muito diferente de libertação.

E mais contos torcidos de luxúria proibida...

Cada livro é uma história completa com seus próprios personagens bagunçados e complicados, mas todos são unidos por um fio condutor: as coisas que desejamos, mas nunca podemos dizer em voz alta.
Uma Usurpadora O pecado que Ela escolheu.

Uma Usurpadora O pecado que Ela escolheu.

3.9k Visualizações · Atualizando · Thay &Wesley
Na Sicília, Suzana Soprano vive à margem do poder. Pobre, devota e silenciosa, trabalha em uma cafeteria onde decisões perigosas são tomadas longe dos olhos do mundo. Seu único laço é a avó, gravemente doente, presa a uma espera que o dinheiro sempre decide.
Ariana Santinno vive o oposto. Rica, influente, filha do conselho da máfia. Criada para ser moeda de troca. Destinada a um casamento com o homem mais temido do submundo.
Elas nunca deveriam se encontrar.
Mas quando se veem, entendem o impossível: são idênticas.
Duas mulheres com o mesmo rosto. Destinos opostos.
Uma precisa desaparecer. A outra precisa sobreviver.
Mattheo Messina Denaro, o Anjo da Morte, não aceita mentiras, nem mulheres manchadas, nem escolhas sentimentais. Aproximar-se dele é atravessar uma linha sem retorno.
Suzana sabe que o que está prestes a fazer é errado. Sabe que é pecado. Sabe que destruirá tudo o que aprendeu sobre fé, moral e si mesma.
Mesmo assim, ela escolhe.
Porque alguns amores não salvam.
O Amor Não Dito do CEO

O Amor Não Dito do CEO

1.1m Visualizações · Concluído · Lily Bronte
"Você quer meu perdão?", ele perguntou, minha voz caindo para um timbre perigoso.

Antes que eu pudesse responder, ele se aproximou, de repente pairando sobre mim, seu rosto a centímetros do meu. Senti minha respiração presa, meus lábios se abrindo em surpresa.

"Então este é o preço por falar mal de mim para os outros," ele murmurou, mordiscando meu lábio inferior antes de reivindicar minha boca em um beijo de verdade. Começou como punição, mas rapidamente se transformou em algo completamente diferente enquanto eu respondia, minha rigidez inicial derretendo em conformidade, depois em participação ativa.

Minha respiração acelerou, pequenos sons escapando da minha garganta enquanto ele explorava meu corpo. Seus toques eram tanto punição quanto prazer, provocando tremores em mim que eu pensava que ele sentia reverberando através de seu próprio corpo.

Minha camisola tinha subido, suas mãos descobrindo mais de mim a cada carícia. Estávamos ambos perdidos na sensação, o pensamento racional recuando a cada segundo que passava...

Três anos atrás, para cumprir o desejo de sua avó, fui obrigada a me casar com Derek Wells, o segundo filho da família que me adotou por dez anos. Ele não me amava, mas eu o amava secretamente todo esse tempo.

Agora, o casamento contratual de três anos está prestes a terminar, mas sinto que algum tipo de sentimento se desenvolveu entre Derek e eu que nenhum de nós está disposto a admitir. Não tenho certeza se meus sentimentos estão certos, mas sei que não podemos resistir um ao outro fisicamente...
O Delegado Corrupto

O Delegado Corrupto

2.5k Visualizações · Concluído · VAL VEIGA
O delegado Marco Duarte é a própria lei na cidade... e também o homem mais perigoso dela.
Respeitado pela imprensa, temido pelos criminosos e protegido por homens poderosos, ele construiu um império onde corrupção, violência e segredos caminham lado a lado. Ninguém toca em Marco. Ninguém o desafia. Porque todos sabem que homens como ele não perdem.
Até Diana aparecer.
Determinada a derrubar a rede criminosa que domina a cidade, a inspetora entra em um jogo muito maior do que imaginava. O problema é que, quanto mais se aproxima da verdade, mais se aproxima dele do homem frio, manipulador e irresistivelmente perigoso que parece enxergar cada fraqueza sua antes mesmo que ela perceba.
Entre investigações, ameaças, desejo proibido e traições, Diana descobre que a linha entre justiça e pecado pode desaparecer rápido demais. E se apaixonar pelo homem que deveria prender talvez seja o erro mais mortal da sua vida.