Capítulo 122 UM SONHO

NARINE

A primeira coisa que eu percebi não foi a maciez do colchão nem o cheiro de lavanda vindo dos lençóis. Foi a dorzinha fraca no peito, a mesma que tinha grudado em mim a noite inteira como um hematoma.

Mantive os olhos fechados, me obrigando a acreditar que ainda estava sonhando. Que, se eu ...

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