CAPÍTULO CENTO E DEZOITO

MELO

Um toque leve no meu ombro me desperta. Eu acho que é a Isabella se mexendo no sono, então não abro os olhos. As batidinhas ficam mais urgentes e eu abro os olhos.

— Minha bolsa estourou — ela diz devagar, em pé ao meu lado, calma.

Eu pulo da cama, meu coração martelando nas costelas. ...

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