Um convite

CINZAS

O duende arfava na minha frente, quase sem conseguir puxar o ar.

“M-minh-ha… m-minha… m-minha p-pei–peito… m-meu p-p-peito”, ele força as palavras para fora, os dentes batendo enquanto o gelo em volta do rosto se racha e despenca no chão. “P-p-por fa-fa-favor.”

“Claro”, eu suspiro de ...

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