Capítulo 161

O celular dele toca no bolso de trás, quebrando o momento entre nós. Ele pega o aparelho, franze a testa para a tela e o guarda de novo com um suspiro pesado que diz claramente: “por favor, agora não”. Antes que a tela apague, consigo ver o nome dela. A culpa e o senso de decência me acertam em chei...

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