Capítulo 11

Kara

21h50.

Eu me sento no meu colchão fino de espuma — mal tem cinco centímetros de espessura, estendido direto no chão de concreto — e puxo os joelhos contra o peito.

O calendário de parede me encara. 1º de dezembro, circulado com marcador vermelho. A minha própria letra.

Uma hora e dez até a ...

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