Capítulo 5 Capítulo 5
Ele se aproximou pareceu surpreso, falou que eu não precisava ficar me explicando, me ofereceu água e foi comprar, voltou falando das barracas mudou o assunto, falei que não queria mais e que na verdade preferia sair de lá, fomos para o carro, ele falou meio sem jeito
- E aí onde quer ir? Tá afim de ir pra algum rolê? Balada?
Falei que só queria ficar com ele, comecei mexer no som, ele ficou falando de uns artistas e do trabalho dele, encostou o carro no meio do nada, falou pegando um maço de cigarros no porta luvas
- E aí? Vamos fumar um?
Quantas leis tá afim de infringir hoje?
Falei que algumas, sai do carro sentei no capô ao lado dele, falei sem entender
- Porque não desligou os faróis? Não tem nada aqui, é melhor não chamar atenção.
Estávamos fumando, ele respondeu
- Tá com medo? Eu que não vou ficar no escuro aqui, tá maluca?!
Falei que não tanto quanto ele, fiquei olhando ele contar histórias sobre as aventuras de quando ia acampar no meio do nada, ele me pegou encarando admirando, perguntou oque eu estava pensando, falei
- Ahhh em você.
Ele disse sério
- Em mim?! Ata! Deve tá de saco cheio de me ouvir né?!
Falei me deitando no capô e o puxando pra cima de mim
- A gente pode conversar depois, quero você.
Ele foi se enfiando no meio das minhas pernas, começamos nos beijar intensamente, só com isso eu já ficava molhada sem nenhum esforço, ele levantou meu croped e foi chupando meus s.e.i.o.s falei apreensiva
- Eiii, não é melhor a gente sair daqui?
Ele falou rindo
- E porque você acha que eu deixei o farol ligado? Pra te ver melhor, enquanto a faço minha!
Respondi rindo levantando a saia enquanto ele ia beijando minhas coxas
- Eu fico l.o.u.c.a com você. Senti sua falta!
Ele disse antes de começar me chupar, que eu ia poder demonstrar o quanto senti a falta dele, no meio do nada a luz do luar e dos faróis daquele carro, ele me chupou muitooooo, como se eu fosse uma fruta docinha madura, sedento por mim, me fez g.o.z.a.r na sua boca e antes de eu tomar fôlego, me beijou com toda sua vontade e me pegou ali mesmo no capô, nem tirei a roupa e foi a minha maior aventura, nos beijamos o tempo todo e ele pediu pra eu olhar pra ele, coisa difícil de se fazer quando meu orgasmo se aproximava, chegamos ao clímax juntos, falei que queria ir pra casa dele, mais que não era pra dormir, ele respondeu debochado
- Com a vontade que eu tô de ter você, não vou te deixar dormir nem meia hora, pode ter certeza disso.
Fomos para a casa dele, rindo da gente, falei que eu precisava me limpar, ele perguntou se podia tomar banho comigo, falei surpresa com ironia rindo
- Por favor?!
Chegando lá fui entrando na frente, tirei os sapatos, joguei a bolsa na cama, ele se aproximou e me beijou, foi tirando minhas roupas, acariciando meu corpo todo, quando fiquei nua ele falou me olhando nos olhos, enquanto tirava suas roupas
- Você é muito gostosa e eu fico louco com você Angel.
Fui para o banheiro rindo, entrei primeiro, ele foi logo atrás chegou me agarrando, me pegou no colo, a gente sempre usava camisinha, eu vi que ia rolar e sem proteção, falei que queria retribuir o agrado, ele me soltou, fui beijando a boca pescoço e descendo, comecei chupar com muita vontade, pedi pra ele g.o.z.a.r na minha boca, ele falou surpreso
- Tem certeza? De boa mesmo?
Sorri e voltei chupar enquanto o m.a.s.t.u.r.b.a.v.a ao mesmo tempo, ele foi a loucura comigo, ficamos meia hora no chuveiro só abraçados sentindo a água quentinha, ele desligou o chuveiro e perguntou se eu queria alguma coisa, falei me enrolando na toalha
- Além de você? Não!
Ele sorriu e disse
- Bem que eu queria ser o suficiente pra você.
Falei soltando a toalha e me aproximando
- Então seja!
Fiquei mais um tempo com ele e rolou mais uma vez do jeitinho que a gente mais gostava, papai e mamãe se beijando muitooo, ele pediu pra eu ficar dormir, mais falei que não tinha como, ele disse que já tinha valido muito a pena nosso encontro, me levou embora, na despedida me chamou de safada, disse que eu ia aparecer nas fotos de algum satélite, falei rindo
- Mais valeu a pena! Obrigada pela noite inesquecível.
Ele disse que realmente foi marcante, ficou na esquina olhando de longe até eu entrar, no dia seguinte já cedo acordei com meu pai gritando comigo, não consegui sair no fim de semana, mais na segunda feira cedo matei aula e fui no Studio ficar com o Guto, ele nem ia trabalhar, só foi pra me encontrar mesmo, assim que cheguei ele já me pegou no colo, cheio de fogo, fomos ficar no sofá que tinha lá, tirei a camiseta, ele disse que não queria fazer nada, me chamou de safada, disse que eu deveria estar estudando e que ele se sentia mau por me incentivar matar aula, comecei rir muito, ele falou
- É sérião mesmo, só hoje e você da seus pulos pra gente se ver de noite.
Falei que então devíamos aproveitar a manhã toda, como a gente ficava dias sem nos ver, quando dava a gente ia para os finalmentes e não perdia tempo, nos vimos três quatro vezes depois, eu falava que ia correr, ou que ia na casa da Fernanda, minha madrasta me dava cobertura mesmo sem saber oque eu estava aprontando. Já havia passado um mês que a gente estava ficando, eu comecei me incomodar com algumas coisas, comecei ver que não era paranóia, era algo real e comum, não podia mexer no celular dele, ele sumia as vezes por horas, dias, vivia ocupado, depois fazia algo pra me agradar me compensar o vácuo, me dava chocolates, me levava em motel diferente, mais era chato, a gente não conhecia a família um do outro, nem os amigos, tudo bem que a gente só ficava, não tinha nada sério, mais já estava num ponto de grande intimidade e eu já estava muito envolvida gostando dele, fiz outras duas tatuagens escondidas, uma frase na costela em homenagem a minha mãe e um ramo de flores na coxa perto da virilha. Tive uma briga em casa por causa do meu cartão de crédito, meu pai falou que ia tirar porque eu não sabia usar, sendo que eu comprei um tênis e um livro pra faculdade, no dia tive duas crises de ansiedade horríveis, sai escondida e fui pra rua só pra poder ligar para o Guto, eu tinha marcado de ir a um pagode com ele era sábado, eu que insisti pra ir e conhecer os amigos dele até, fui sentar em uma praça, mandei mensagem de noite desmarcando, falei que tinha acontecido um imprevisto, ele quis saber oque tinha acontecido, me ligou e perguntou se eu estava bem, comecei chorar tentando disfarçar, falei que precisava desligar, estava vindo outra crise, ele falou que ia me ver e que era pra eu dar um jeito e ir encontrar ele, quando a crise passou falei por mensagem onde estava, ele foi me buscar, chegou todo sério sentou ao meu lado, me abraçou, falei que eu não podia demorar, ele ficou me encarando quieto e eu me segurando pra não chorar, preferi não contar oque aconteceu em casa, eu morria de vergonha, principalmente porque meu pai tinha boas condições e também porque eu nunca tinha trabalhado fora na vida. Ele disse que a gente precisava sair de lá, fomos entrando no carro, fiquei quieta o trajeto todo, fomos para um lugar não muito longe, que era no meio do mato, ele continuou quieto olhando pra mim me fazendo carinho, falei cabisbaixa
- A gente pode dormir na sua casa?
Ele respondeu exultante
- Claro, mais tem certeza? Não quero te colocar em mais problemas em casa. Brigou com seu pai? Oque aconteceu?
Falei enxugando as lágrimas que insistiam em cair
- Eu já sei fazer isso muito bem sozinha, me colocar em problemas. Não foi nada demais, eu nem sei porque ainda fico chateada, deveria estar acostumada já!
Vamos? Por favor?
