Capítulo 116 116

A água quente bate na nuca. Eu puxo aquele ar úmido para dentro dos pulmões, como se desse para me limpar por dentro, e observo a água rosada girar pelo ralo.

Tanto sangue. E tão pouco dele é meu.

Eu faço um inventário do meu corpo, flexionando o braço. O corte raso reclama, ardendo, mas não passa...

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