Capítulo 57

SAVANNA (VERONICA)

Apoiei o cotovelo na janela, descansando de leve a têmpora na mão enquanto o observava. Um sorriso discreto, quase divertido, pairava nos meus lábios.

No banco da frente, o assistente pigarreou.

Mas isso não me incomodou. Se ele estava desconfortável, o problema era dele, certa...

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