Capítulo 32 EPÍLOGO - O SOM DO TEMPO

Anos haviam se passado. A cidade já não parecia tão veloz, ou talvez Aline simplesmente tivesse aprendido a observá-la com calma.

O relógio do hall principal da Fundação Alvore marcava o meio-dia, mas o tempo, ali, não era medido em horas - e sim em histórias.

**O prédio estava cheio de voz...

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