Capítulo 119 Nó no meu estômago

Acordei com vozes.

No começo, achei que estava sonhando.

A cabana ainda estava na penumbra, a luz suave da manhã escapando pelas cortinas e pintando de dourado pálido as paredes de madeira. Por alguns segundos, fiquei encolhida sob o cobertor, escutando.

A voz de um homem.

Depois, a de uma mulhe...

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