Capítulo Oito

Às quatro da manhã, o ar na cidade velha estava úmido e frio, como se fosse se infiltrar nos meus ossos. Eu carregava o corpo de Mary, como o último pedaço de madeira à deriva no mundo, e caminhei pelos becos tomados pelo mato nas favelas, até enfim voltar ao orfanato.

Nada tinha mudado. A tinta de...

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