Capítulo 1 Estuprada por três homens estranhos durante a gravidez

"Me solta! Eu preciso ver o Joshua!"

Na cobertura de Avaloria, Sophia Hernandez gritou com a voz rouca. Debateu-se contra as cordas que prendiam seus pulsos e tornozelos à cama, com o corpo escancarado numa posição brutalmente humilhante. Sua barriga de nove meses de gravidez estava totalmente exposta. Grampos de metal apertavam seus mamilos, de onde o leite escorria, enquanto a dor latejava aguda e incessante.

"Você não está em condições de ver ninguém, Sophia." Rainey Ward estava largada no sofá, sorrindo para o corpo nu de Sophia. "Esse seu corpo imundo me dá nojo só de olhar."

"Cala a boca!" Sophia puxou as cordas com força. Elas se enterraram ainda mais em sua pele, e sangue escorreu para os lençóis. "Foi você que armou tudo contra mim, Rainey! Aquelas fotos eram falsas!"

"E daí se eram falsas? Ele acreditou nelas." O sorriso de Rainey se alargou. "Por que mais você acha que está amarrada aqui como uma cadela?"

Os olhos de Sophia ficaram injetados de sangue. Ela se contorceu como uma louca, e um grito rasgou sua garganta. "Eu estou carregando o filho do Joshua! Se ele soubesse que você está fazendo isso, ele te mataria!"

"Quase esqueci." Rainey se endireitou, o olhar brilhando de prazer. "Joshua já mandou fazer um teste de paternidade com o seu líquido amniótico. A criança não é dele. Ele me mandou interromper a gravidez."

"Isso é impossível." Sophia balançou a cabeça, com a incredulidade deformando seu rosto. Cinco anos de casamento. Nenhum outro homem jamais havia tocado nela.

"Você falsificou o exame..." Uma cãibra súbita e violenta agarrou seu útero. Ela arqueou o corpo para fora da cama com um gemido de dor.

Rainey ergueu uma sobrancelha. "O que foi, Sophia? Não me diga que você entrou em trabalho de parto."

Sophia arfou, suor frio escorrendo por sua testa. "Me leva para o hospital... por favor."

"Já que você quer tanto ter esse bastardo, deixa eu te ajudar." Rainey bateu palmas.

A porta do quarto se abriu. Três homens nus entraram a passos largos, cada um masturbando o próprio pênis ereto. Os olhos deles se fixaram no corpo amarrado de Sophia, e sorrisos obscenos se curvaram em seus lábios.

A voz de Sophia falhou. "Rainey... você está louca..."

Rainey caminhou até o tripé aos pés da cama, ligou a câmera e apontou a lente para Sophia. "Esta é a principal modelo de Avaloria. Ela está louca para dar à luz agora mesmo. Quem foder esse bastardo para fora da barriga dela vai ganhar uma bela recompensa."

Os olhos dos homens brilharam.

"Rainey—!" O grito de Sophia foi interrompido quando o primeiro homem se atirou sobre ela como uma fera faminta. Ele arrancou os grampos de seus mamilos com os dentes e começou a sugá-los com avidez.

Com as mãos amarradas, ela não conseguia afastá-lo. Só conseguia chorar e gritar.

O segundo homem forçou as pernas dela a se abrirem e enfiou o pau na sua vagina. O terceiro agarrou seu queixo e empurrou o sexo fétido na boca dela, movimentando-o com uma expressão de puro deleite.

Um dos homens desamarrou suas mãos para ter mais apoio e cravou os dentes em seus pulsos.

Os lençóis se enrolaram em nós, sangue e fluidos espirrando por toda parte. Saliva e lágrimas escorriam pelo rosto de Sophia, e gemidos quebrados escapavam de sua garganta. Sua barriga de nove meses sacudia violentamente a cada estocada.

Ela conseguia sentir o bebê descendo.

A dupla agonia das contrações e da penetração fazia sua visão escurecer repetidas vezes.

"Não... por favor... não..." Suas súplicas eram abafadas pelo pau em sua boca.

Rainey estava atrás da câmera, com um sorriso satisfeito no rosto, ajustando o ângulo casualmente.

A consciência de Sophia começou a se esvair.

Um líquido morno jorrou de entre suas pernas. Cada impacto parecia que arrancaria seu útero de dentro da barriga. Os lençóis logo ficaram ensopados de sangue.

"Quase lá — a bolsa estourou!" um dos homens gritou, excitado.

"Muito bem." Rainey sorriu. "Continuem. Não parem."

"Não!" O grito de Sophia foi engolido pela respiração ofegante dos homens.

Bem quando estava prestes a perder a consciência por completo, a porta do quarto foi arrombada com um chute.

Joshua Thomas estava parado na entrada. Nariz alto, lábios finos comprimidos numa linha reta, olhos desprovidos de calor. Sua presença inteira irradiava uma ameaça sufocante.

Seu olhar percorreu a cama em desordem, o corpo nu e violado de Sophia, os três homens ainda em cima dela. Seu rosto escureceu, tomado por fúria assassina.

Os homens se afastaram dela às pressas, apavorados, caindo de joelhos, com os paus ainda lambuzados de sangue.

"Joshua!" A expressão de Rainey mudou no mesmo instante. Ela desligou a câmera e correu até ele, com o rosto de repente cheio de mágoa e os olhos marejados. "Você finalmente chegou. Eu tentei impedir ela... Eu disse para não fazer isso enquanto estava grávida, mas ela insistiu que era mais excitante. Eu não consegui impedir..."

Joshua não olhou para ela. Seu olhar permaneceu fixo em Sophia, semiconsciente na cama, o corpo coberto de sêmen imundo. As mãos dele se cerraram ao lado do corpo.

"S-Sr. Thomas..." um dos homens começou.

Joshua o interrompeu, com a voz baixa. "Levem eles para fora e deem um tiro neles. Joguem os corpos para os cachorros."

Os três homens desabaram, batendo a testa no chão em desespero. "Sr. Thomas, por favor! Poupe a gente! A Srta. Ward mandou que nós—"

Quatro guarda-costas os arrastaram para fora. Tiros ecoaram no corredor um instante depois.

Rainey estremeceu ao ouvir o som. Ela puxou com cuidado a manga de Joshua. "Eu realmente tentei fazê-la mudar de ideia, mas ela—"

"Você também, saia daqui." A voz de Joshua era gelo.

Rainey mordeu o lábio e saiu às pressas.

Joshua caminhou até a cama. A câmera ainda estava ligada, a tela repetindo em loop as imagens de Sophia sendo estuprada por vários homens. As imagens combinavam perfeitamente com aquelas fotos de adultério.

Ele encarou a tela, o maxilar se contraindo, as veias saltando no dorso da mão.

A consciência de Sophia foi voltando aos poucos. Através da visão embaçada, ela viu a figura familiar.

"Joshua..." Ela estendeu a mão para ele com o resto de força que tinha, como uma mulher se afogando agarrando uma tábua de salvação. "Me leva para o hospital..."

Joshua olhou para ela. Não havia calor algum em seus olhos. Seus lábios finos se entreabriram.

"Do jeito que você está agora", ele disse, "eu queria que você simplesmente morresse."

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