Capítulo 118 118

Ela não perdeu tempo. Com um sorriso que já condenava qualquer santo, desceu a mão pela lateral do corpo, puxou a calcinha devagar, bem na minha frente, e deixou cair no chão. Me encarou, peito arfando, olhar de dona.

— O que você quer, Victor?

Minha voz saiu grave, mais fome que juízo:

— Quero v...

Entre e continue lendo