Capítulo 33 Marrenta

Eu quase sorri. Quase. O fantasma de um sorriso predatório que morreu antes mesmo de nascer nos meus lábios.

Ela virou as costas e saiu. A saia creme cortando o ar, o salto agulha martelando o chão. E, assim como na pista de dança, ela não olhou para trás.

Mais tarde.

Vinte e uma horas e doze min...

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