Capítulo 6 Capítulo 3 - parte 2
Paro em frente ao prédio, mas não subo, envio mensagem avisando que cheguei e sem demora, vejo a belíssima imagem da magnífica loira de olhos azuis passar por aquelas portas. A Julia é meio chatinha, porém, vale o esforço, porque ela é uma das melhores fo.das que já tive até hoje.
Saio do carro e ando até o lado do passageiro para abrir a porta para ela.
— Sempre cavalheiro... — ela comenta ao se aproximar de mim.
— Faço o que posso — curvo os lábios em um sorriso sexy — A propósito, você está maravilhosa. — levo a mão dela aos meus lábios e beijo o dorso.
Ela usa um vestido preto, com um pouco de brilho, ele vai até um pouco acima do joelho e tem uma fen.da pequena em cada lado. Assim como seu decote bem exuberante, que te faz querer cair de boca naquelas maravilhas montanhosas.
— Obrigada. Mas espero não estar usando nada ao final dessa noite. — pisca para mim antes de entrar no carro.
Essa é a parte que eu mais gosto nela, Julia sabe bem quais são as minhas intenções, então não preciso fazer muita coisa para tê-la em minha cama.
Fecho a porta, entro no lado do motorista e dou partida, indo ao lugar que pensei para essa noite.
(...)
Ao chegar no local, estaciono o carro e descemos. Essa noite escolhi um bar novo que abriu na cidade e eu estava bastante curioso em conhecer.
Passamos pela porta e percebo que fiz uma excelente escolha, o lugar é perfeito, bem aconchegante.
Repentinamente sinto-me ser observado, uma sensação bem estranha, pois, nunca vim aqui antes, então acredito que não conheço ninguém que está aqui ou que frequenta o lugar. Decido olhar ao redor e vejo que não estava errado, meu olhar cruzou com o de uma mulher tão linda, que me fez perder o ar instantaneamente. Uma morena de olhos castanho-claros, meio esverdeados. Seus cabelos negros com algumas ondulações, iam até um pouco acima da cintura. Os lábios carnudos chamativos. O corpo... Que corpo! Mesmo estando sentada, dava para perceber suas curvas avantajadas. Um arrepio percorre meu corpo e sinto meu pa.u se animar um pouco, porém, preciso me controlar, porque estou acompanhado.
Passo a língua nos lábios e continuo andando, indo sentar. Ao virar-me, sorrio de lado sem mostrar os dentes.
Aproveitamos bem o tempo, mas por alguma razão, eu não conseguia parar de encarar aquela mulher. Isso já estava passando dos limites, porque em razão disto, comecei a perder o interesse pela Julia.
Justo hoje que eu precisava extravasar...
— Então, o que iremos beber? — Julia me tira do transe, enquanto segura o menu com as opções de bebidas e alguns petiscos.
— É... — lhe respondo meio desconcertado.
— Algum problema? — ela franze o cenho.
— Não, está tudo bem. — forço um sorriso.
— O que iremos beber? — Julia arqueia as sobrancelhas.
— Seja o que for, preciso de algo forte. — engulo em seco, tentando não olhar na direção daquela mulher, que parece me puxar como um ímã.
Julia me encara confusa. Ajudo a escolher algo para bebermos e chamo o garçom. Ele termina de atender a tal mulher e sua amiga e vem até nossa mesa.
Minutos se passam e foi inevitável não ver a mulher levantando, me senti desconfortável ao confirmar o quanto seu corpo era lindo, vendo-a de pé. Ela dá uma rápida olhada em minha direção, tentando disfarçar, mas eu vi perfeitamente, isso me instigou ainda mais. Ela foi em direção ao banheiro e confesso que pensei em inventar uma desculpa qualquer para a Julia e tentar segui-la, mas isso não teria cabimento algum.
Não passa muito tempo e ela retorna, fala alguma coisa com a amiga e logo vão até à saída do bar.
Eu não conseguia parar de pensar nela, não saberia dizer a razão pela qual, mesmo estando muito bem acompanhado, não conseguia parar de pensar nela.
Após beber um pouco, decidimos ir embora.
No caminho, Julia ficava me instigando, passando a mão em minha perna e em meu pa.u, mas minha mente só ia em direção a tal mulher misteriosa.
Chegamos em meu apartamento e Julia já foi beijando meu pescoço, não sou de ferro, é claro, acabei não resistindo a ela e coloquei as mãos em sua bun.da, dando-lhe impulso para carregá-la. A essa altura meu pa.u já estava louco para sair da cueca, essa mulher sabe como enlouquecer um homem.
Subi a escada com ela em meu colo, indo para o quarto, o desejo era tamanho que não esperei muito, deitei ela na cama com uma certa brutalidade e arranquei seu vestido, soltando um rosnado em seguida.
— Nossa! Você está tão selvagem hoje, Collin. — pela primeira vez detestei escutar a voz dela. Eu estava ali com ela, mas minha mente só ia de encontro à mulher do bar, era ela que eu queria em minha cama.
Era ela que eu queria ouvir gemer meu nome.
Sem prolongar muito, tirei minha roupa e peguei uma camisinha, deslizando em meu pa.u e a penetrei em seguida, fazendo-lhe soltar um gemido que me enlouqueceu.
— Por.ra! — rosno dentro dela, sentindo o te.são me preencher por completo.
Nossos gemidos ecoavam pelo quarto e em poucas estocadas eu go.zo, ela também não demora a go.zar.
Deitamos lado a lado ofegantes.
— O que foi isso, Collin? Você nunca esteve tão voraz como essa noite... — mesmo não a olhando, sei que ela está me encarando.
Eu queria poder explicar, mas seria muito cafa.jeste da minha parte dizer a verdade.
— Vai para casa, Julia. Preciso ficar sozinho, por favor. — digo levantando da cama e vestindo a cueca.
— Como é? Nós acabamos de chegar... — ela senta na cama e me olha incrédula.
— Desculpa, Julia. Nos vemos outro dia, mas hoje preciso ficar sozinho. Pedirei ao meu motorista para te levar em segurança para casa. — pego o celular e envio uma mensagem ao meu motorista.
— Não estou acreditando nisso, Collin. — não consigo dizer nada, então fico calado.
Ela levanta com raiva, pega sua roupa no chão, se veste rapidamente e sai batendo a porta com força, me deixando pior ainda do que já estava me sentindo, por fazer isso.
Tento não pensar muito nisso, apenas tomo um banho relaxante e a todo momento a porra daquela mulher me vem à mente. Visto somente uma calça de moletom, tomo meu remédio que me ajuda a ter um bom sono e me deito para dormir.
