Fuga da Gaiola do Destino

Fuga da Gaiola do Destino

Olivia · Concluído · 86.4k Palavras

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Introdução

Minha família me drogou e me forçou a servir uma figura poderosa. Depois de uma noite com ele, descobri que estava grávida de seu filho.
Minha família então me trancou e me abusou, forçando-me a dar à luz a criança. Isso partiu meu coração; a crueldade deles mostrou que nunca me consideraram realmente parte da família.
Decidi lutar. Eu fugiria, cortaria os laços com eles e tomaria controle do meu próprio destino!

Capítulo 1

"Sophia! Mesmo se você estiver à beira da morte, é melhor dar à luz a essa maldita criança!"

A porta se fechou com um estrondo ensurdecedor, mergulhando o quarto na escuridão total.

Sophia Brown estava encolhida no chão, seu corpo coberto de hematomas, suas mãos em carne viva e sangrando enquanto batia no chão em frustração. Ela olhava para a porta fechada, sentindo-se completamente desesperada.

Não! Ela não podia morrer ali! Um incêndio no navio de cruzeiro havia acabado com a família Brown. A fortuna deles foi roubada, e seu pai e dois irmãos foram reduzidos a cinzas. Sua mãe, Evelyn Thomas, foi levada por seu tio, Chase Brown, e usada como alavanca contra ela. Sophia havia se tornado uma fugitiva, uma sombra do que fora.

Tudo isso era obra de Chase!

Sob a má administração de Chase, o Grupo Brown estava afundando em dívidas, à beira da falência. Desesperado para forjar uma conexão com a imensamente rica família Mitchell, Chase drogou Sophia e a enviou para Philip Mitchell, o herdeiro da fortuna Mitchell.

O que deveria ter sido uma noite de sexo casual resultou em sua gravidez com o filho de Philip.

Sophia estava deitada no chão, seu cabelo uma bagunça emaranhada, seus olhos queimando de ódio.

A porta se abriu novamente.

Emily Brown, vestida impecavelmente, entrou de salto alto, seu rosto torcido de irritação. Ela chutou o ombro de Sophia.

"Ei, pare de fingir de morta. A família Brown está gastando uma fortuna em suplementos para você. Se você morrer, todo esse dinheiro vai ser desperdiçado."

O silêncio foi sua única resposta.

As sobrancelhas perfeitamente delineadas de Emily se franziram. Ela pegou um punhado de suplementos de uma mesa próxima.

"Papai e os outros não estão aqui hoje. Você é toda minha. Ótimo!"

Ela puxou o cabelo de Sophia, seus olhos cheios de malícia, e forçou os suplementos na boca de Sophia.

"Coma! Coma isso, sua vadia!"

"Uma noite com o Sr. Mitchell e você engravidou! Você é uma vagabunda!"

"Quando você der à luz, vou fazer com que seu útero seja dado aos cães!"

Sophia lutava com todas as suas forças, seu corpo se movendo ligeiramente para longe. Um brilho de luz chamou sua atenção. Ela pegou um caco de vidro, ensanguentado e afiado, e o apontou para o pescoço de Emily. Ela não acertou o ponto vital, conseguindo apenas cortar o braço de Emily.

Emily gritou de dor, segurando seu ferimento, seus olhos fulminando Sophia, que parecia um fantasma vingativo.

Na luz fraca, Sophia viu claramente a expressão de Emily. Não havia medo no rosto de Sophia, apenas uma determinação sanguinária.

"Sophia! Você está louca!"

"Você ousa me machucar? Quando meus pais voltarem, eles vão fazer você sofrer!"

"Tudo o que eles querem é a criança na sua barriga. Espere só!"

Emily lançou um olhar venenoso para Sophia e se virou para sair, mas Sophia não ia dar essa chance a ela.

Sophia rapidamente avançou, pressionando o caco de vidro ensanguentado no pescoço de Emily.

"Mova-se, e eu te mando encontrar o Ceifador."

Sua voz era fria como gelo.

O frio do vidro contra seu pescoço fez Emily suar frio. Ela olhou para o caco incrédula.

"Eu... Eu estou te avisando, se você me machucar...!"

O vidro pressionou ainda mais, traçando uma linha fina de sangue no pescoço de Emily.

Agora ela tinha certeza de que Sophia não estava blefando.

"Não me mate! Eu não vou me mexer, eu não vou me mexer!"

"Eu farei o que você quiser, só não me mate!"

O corpo de Emily tremia, suas calças molhadas de medo. Sophia ignorou seu estado patético.

Com Chase fora, essa era sua única chance de escapar!

"Eu lembro que você tem um carro por perto. Me leve até ele."

Emily não ousou resistir e obedeceu, rezando para que Chase viesse resgatá-la.

Para evitar chamar atenção, Sophia encontrou um casaco grande para se cobrir. Ela segurava o caco de vidro por baixo das roupas de Emily, pressionando-o contra suas costas.

Enquanto Emily não fizesse nada estúpido, Sophia garantiria que ela não sofresse.

A maioria dos empregados estava no lado leste, deixando o lado oeste relativamente vazio.

"Sophia, eu aconselho você a voltar. Se você sair hoje, meu pai nunca vai te deixar em paz. Você só vai sofrer mais."

Sophia zombou de suas palavras.

"O quê, você acha que eu já não estou sofrendo o suficiente?"

Emily não respondeu, seus olhos procurando uma rota de fuga.

A família Brown estava em ruínas financeiras, e a criança no ventre de Sophia era sua única esperança de recuperação. Se Sophia escapasse, Emily seria responsabilizada.

A luz do sol, após dois meses de confinamento, parecia uma memória distante. Sophia tinha vivido como um animal no porão, e agora, apenas uma curta caminhada a deixava exausta.

Não! Ela tinha que escapar!

Quase lá!

A porta estava aberta!

"Sophia enlouqueceu! Ela está tentando escapar! Alguém, pegue-a!"

Emily aproveitou o momento, empurrando Sophia e correndo. Seu grito chamou atenção imediata.

O pânico brilhou nos olhos de Sophia, mas ela cerrou os dentes e correu pela porta, escorregando nos sapatos mal ajustados.

Ela pegou as chaves do carro, abriu a porta, ligou o motor e saiu em disparada.

Ela preferia morrer a ficar ali!

Vendo o carro desaparecer, Emily entrou em pânico.

"Está acabado!"

Ela rapidamente ligou para Chase.

"Papai! A Sophia escapou!"

O rosto de Chase escureceu instantaneamente.

"Mobilize todos e tragam-na de volta."

Ele desligou, segurando o telefone com força.

Quando pegassem Sophia, ele pessoalmente garantiria que ela nunca mais andasse.

Sophia dirigia de forma imprudente, olhando pelo retrovisor para o carro preto que a perseguia.

Nesse ritmo, eles a pegariam!

Ela olhou para o GPS e fez uma curva brusca em direção ao shopping mais luxuoso da cidade.

O Opulence Mall estava lotado de gente.

"Obrigado a todos por se juntarem a nós na celebração do segundo aniversário do Opulence Mall. Nosso presidente, Sr. Philip Mitchell, está aqui para supervisionar o evento. Vamos desejar ao Opulence Mall muito sucesso!"

A voz do apresentador foi recebida com aplausos.

Sophia não se importava. Ela atravessou a barreira do shopping, destruindo carros estacionados no estacionamento.

Se ela fosse fazer uma cena, seria grande!

O barulho chamou a atenção de todos.

Sophia saltou do carro, correu para o elevador e apertou o botão do último andar. Se ela pudesse escapar das garras da família Brown, ainda haveria esperança!

Ela tropeçou ao sair do elevador, encontrou uma sala e se trancou. O silêncio foi um alívio.

Ela estava finalmente segura?

Sophia desabou no chão, exausta, e lentamente olhou para cima, encontrando um par de olhos frios e gélidos.

"Sra. Brown."

"Quanto tempo."

Era ele!

Sophia tentou se mover, mas seu corpo não respondia. A memória daquela noite brutal ainda estava fresca.

O homem de terno se levantou e caminhou até ela, seu olhar frio enquanto olhava para seu rosto, depois para sua barriga.

"Sophia, eu te subestimei."

"De quem é o filho que você está carregando?"

No momento em que viu Philip, as lembranças daquela noite a atingiram como uma onda gigante, sufocando-a.

"Saia! Saia de perto de mim!"

"Segurem ela! Esta noite, mandem-na para o quarto do Philip!"

Os braços de Sophia foram imobilizados como um pássaro em uma gaiola, seu corpo fraco e impotente.

Sua mandíbula foi forçada a abrir, e vários copos de bebida forte foram empurrados goela abaixo.

"Estar com Philip é uma honra para você. Depois desta noite, o Grupo Brown com certeza receberá a compensação!"

A risada triunfante da família Brown ecoava em seus ouvidos, sua visão ficando cada vez mais turva.

Quando abriu os olhos novamente, viu Philip, completamente nu.

Ele olhou para ela como se fosse um cachorro vira-lata.

Antes que Sophia pudesse falar, uma grande mão apertou seu pescoço com força.

Suas roupas, mal penduradas nos ombros, foram rasgadas por Philip. Sophia queria gritar em protesto, mas só conseguiu emitir gemidos abafados.

A pressão em seus ombros e a dor da penetração preencheram seu corpo inteiro.

A dor interminável e as investidas fizeram Sophia pensar que ia morrer.

Depois da noite, um punhado de dinheiro caiu do ar.

"Considere-se vendida para mim por esta noite. Não tenha ideias engraçadas."

"Sophia, fingindo que não me conhece?"

As lembranças voltaram como uma enxurrada enquanto ela olhava para Philip.

Humilhação, nojo e vergonha surgiram dentro dela.

Sophia forçou um sorriso, seus lábios pálidos se curvando.

"Como eu poderia não reconhecer o magnata dos negócios Philip Mitchell?"

Ela olhou ao redor, recuperou um pouco de força e se levantou.

"Sr. Mitchell, foi um acidente eu vir ao seu território. Não vou atrapalhar seu trabalho. Já estou de saída."

Ela se virou e abriu uma fresta na porta, mas uma grande mão alcançou seu ombro e fechou a porta.

"Sr. Mitchell, o que você está..."

A mão direita de Philip agarrou o pescoço de Sophia e a puxou de volta, fazendo-a cair em seus braços como uma boneca quebrada.

Encontrando seus olhos sinistros e de cobra, Sophia sentiu uma onda de medo.

Todos na alta sociedade sabiam que Philip era um completo lunático!

De repente, uma sensação fria veio de seu pescoço, e o coração de Sophia deu um salto. Ela sabia muito bem que o que estava pressionado contra seu pescoço era uma faca!

"Philip, o que você está tentando fazer?"

Sophia tentou manter a calma, seus olhos constantemente procurando uma chance de escapar.

A família Brown tinha usado tais métodos para brincar com ele; ele não a deixaria escapar facilmente!

Os olhos de Philip estavam cheios de diversão.

"Sra. Brown, eu só quero saber de quem é o filho que você está carregando."

Sophia congelou, a humilhação e a vergonha inundando seu coração.

"O que você quer dizer? Você acha que eu tenho outros homens?"

A faca fria deslizou pelo pescoço de Sophia, parando em sua clavícula.

A lâmina ocasionalmente picava sua pele, mas Philip não mostrava sinais de parar.

O botão superior de sua camisa encontrou a faca e instantaneamente se soltou, seu decote se abrindo.

"Philip!"

Sophia gritou, tentando resistir, mas Philip foi mais rápido. Sua mão esquerda agarrou firmemente seus pulsos, segurando-os na palma da mão.

Todo o controle de seu corpo estava nas mãos dele.

Ele de repente virou a faca, levantando a mão alta, seu olhar se tornando feroz, e a apontou para o abdômen de Sophia.

"Sr. Mitchell! Sr. Mitchell!"

A porta se abriu de repente, e vários homens vestidos de preto invadiram. O que estava gritando colocou a mão entre a faca e o abdômen de Sophia.

Um pouco mais perto, e tanto a mão dele quanto o estômago de Sophia teriam sido perfurados.

"Sr. Mitchell! Você não pode!"

"Fizemos um grande esforço para encontrar a Srta. Brown por causa da criança que ela está carregando!"

O orador tinha alguns cabelos prateados, parecendo muito mais velho que Philip.

Sophia ofegava, ainda em choque.

Se ninguém tivesse entrado, ela já estaria morta?

Ele realmente era um louco!

Aproveitando a conversa, Sophia aproveitou o momento para escapar do aperto de Philip, mas foi parada na porta pelo velho.

"Srta. Brown, você não pode sair ainda. Sou Eli, o mordomo da família Mitchell. Você está carregando o filho da família Mitchell, e precisamos garantir que você entregue o bebê em segurança."

Ele fez uma pausa, seu olhar percorrendo Sophia de cima a baixo.

"Dada sua condição física atual, você precisa se recuperar, ou isso afetará a saúde do bebê."

As mãos de Sophia lentamente se fecharam em punhos ao lado do corpo, calculando a probabilidade de Philip matá-la.

Seu olhar inquieto caiu sobre Philip.

Philip levantou os olhos, semicerrando-os ligeiramente, e zombou.

"Eu pensei que você fosse mais capaz. Com medo de morrer?"

"Todo mundo teme a morte."

Especialmente porque ela não podia morrer!

"Sophia, alguém quer você viva, mas eu quero o bebê no seu ventre morto. O que devemos fazer?"

Uma sensação gelada percorreu dos pés à cabeça de Sophia. Esse louco definitivamente faria isso!

Dada sua condição física atual, um aborto a deixaria com problemas de saúde duradouros, e quem sabe quanto tempo levaria para se recuperar.

Cada dia extra significava que aqueles vilões viviam em paz por mais um dia!

O ódio se entrelaçou em seu coração, Sophia se firmou e encontrou o olhar frio dele.

"Eu não posso abortar esse bebê."

As palavras deixaram todos tensos; até Eli começou a suar frio.

Ele mal tinha conseguido salvá-la das mãos de Philip, e essa declaração poderia provocar a raiva de Philip.

"Não pode abortar?"

O tom de Philip era impassível, assustadoramente calmo.

A figura que se aproximava fez Sophia sentir como se uma pedra pesada estivesse pressionando seu peito.

Com Eli intervindo, deve haver alguém por trás dele querendo proteger essa criança. Sophia estava apostando, apostando que alguém se importava com sua vida.

Eli correu para a frente de Philip, "Sr. Philip Mitchell, você se esqueceu do que a Sra. Rhea Mitchell disse?"

Mencionando isso, os olhos de Philip ficaram cada vez mais complexos.

"Um embrião mal formado, você não pode abortá-lo, eu vou cortá-lo fora."

"Sophia, você acha que vai sobreviver?"

As pupilas de Sophia se contraíram, ela se virou para correr, mas seu braço foi agarrado e ela foi puxada para os braços dele, suas mãos presas.

Ela foi carregada e jogada em um carro; não importava o que alguém dissesse, Philip permaneceu impassível.

"Philip, você está louco?!"

"Tão barulhenta. Se não quiser que eu te corte agora, cale a boca!"

Sophia começou a suar frio. Esse louco não estava brincando.

"Philip, me diga o que você quer. Eu posso te dar qualquer coisa, exceto essa criança. Se eu abortar agora, eu vou morrer!"

Ouvindo isso, Philip zombou.

"Isso não seria perfeito para mim?"

O coração de Sophia afundou completamente. Philip era realmente insano!

O carro acelerou até a propriedade da família Mitchell, onde uma frota de carros já estava estacionada.

"Sra. Mitchell, eles chegaram."

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**

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**

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3.5m Visualizações · Concluído · Maria MW
"Coloque-os." Peguei o vestido e a roupa íntima, então quis voltar para o banheiro, mas ela me impediu. Pareceu que meu coração parou por um segundo quando ouvi sua ordem. "Vista-se aqui. Deixe-me ver você." Não entendi o que ela queria dizer no início, mas quando ela me encarou com impaciência, soube que devia fazer o que ela disse. Abri meu roupão e coloquei-o no sofá branco ao meu lado. Segurando o vestido, eu queria vesti-lo quando a ouvi novamente. "Pare." Meu coração quase pulou para fora do peito. "Coloque o vestido no sofá por um segundo e fique em pé." Fiz o que ela disse. Fiquei ali completamente nua. Ela me examinou dos pés à cabeça com os olhos. A forma como ela verificou meu corpo nu me fez sentir terrível. Ela moveu meu cabelo para trás dos ombros, passando suavemente o dedo indicador sobre meu peito, e seu olhar parou em meus seios. Então ela continuou o procedimento. Seu olhar desceu lentamente entre minhas pernas, e ela olhou por um tempo. "Abra as pernas, Alice." Ela agachou, e eu fechei os olhos quando ela se aproximou para me ver de perto. Eu só esperava que ela não fosse lésbica ou algo assim, mas finalmente ela se levantou com um sorriso satisfeito. "Perfeitamente depilada. Homens são assim. Tenho certeza de que meu filho também vai gostar. Sua pele é bonita e macia, e você é musculosa, mas não demais. Você é perfeita para o meu Gideon. Vista a roupa íntima primeiro, depois o vestido, Alice." Eu tinha muitas coisas para dizer, mas as engoli de volta. Só queria escapar, e aquele era o lugar e momento em que jurei a mim mesma que teria sucesso uma vez.

Alice é uma patinadora artística de dezoito anos, bela. Sua carreira está prestes a atingir o ápice quando seu cruel padrasto a vende para uma família rica, os Sullivans, para se tornar a esposa do filho mais novo deles. Alice presume que há uma razão para um homem bonito querer se casar com uma garota estranha, especialmente se a família faz parte de uma organização criminosa conhecida. Ela encontrará o caminho para derreter os corações gelados, para libertá-la? Ou conseguirá escapar antes que seja tarde demais?