Capítulo 32 CAPÍTULO 32 – O HOSPITAL

Enrico

O sangue nas minhas mãos não era meu. Era do meu filho. Quando sentei na sala de emergência, as juntas dos dedos ainda ardiam do impacto dos socos.

A pele dos nós estava aberta em pequenos cortes, marcados pelo contato com o rosto de Afonso. Eu poderia ter lavado, poderia ter pedido gelo, p...

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