Capítulo 1 1
INÍCIO,
Quando se tem tudo em ordem e não precisa de novas mudanças, mas sempre tem alguém que vem para mudar a nossa rota, Sofia tem uma vida tranquila na fazenda e nunca imaginou ter que sair de lá, seus pais faleceram a algum tempo e ela como única herdeira é quem toma conta das terras, porém a sua unica família viva uma tia que mora no Rio de Janeiro está doente e ela precisa ir cuidar da mesma.
As adversidades da vida de Sofia vão começar a entrar em conflito, acostumada a domar vão querer domá-la um perigo querer por redia em alguém que tem espirito livre.
Ela vai aprender bem como se funciona as coisas na cidade grande, e vai brincar com fogo literalmente.
PERSONAGENS PRINCIPAIS,
Sofia
Sadan,
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Sofia Narrando,
Eu estava feliz comandando a fazenda que ganhei de herança dos meus pais, tudo ia tranquilamente bem até receber uma ligação do Rio de Janeiro a minha unica tia viva estava doente com câncer o mesmo que levou os meus avós ela pediu que eu ficasse com ela no período do tratamento, o médico disse que ela teria cura pois descobriu bem no início, eu moro em Goiânia e vou ter que ir pro rio, Sebastião o capataz de confiança vai tomar conta da fazenda em quanto eu estiver fora, ele tomou conta pro meus pais até que eu tivesse a maior idade e pudesse assumir tudo por aqui.
Já era noite quando eu desembarquei minha tia mesmo doente fez questão de me buscar no aeroporto, o abraço e choro foi inevitável mesmo morando longe nós sempre mantiamos contatos e o medo de também perder ela me deixava assustada.
Fomos o caminho colocando o papo em dia, ela morava em uma comunidade aqui no Rio o motivo, se apaixonou por um cara daqui e meu avó não aceitou e com isso ela fugiu de casa, o meu tio era envolvido e pelo que ela disse era bem considerado por aqui, mas morreu em um confronto a um ano atrás.
Chegamos e na entrada fizeram um monte de perguntas pra ela sobre mim, eu fiquei logo com medo, mas ela disse que era normal e que eu iria me acostumar espero não ter problemas pelo menos não o tempo em que eu estiver por aqui.
Sadan Narrando,
Eu estava no bar quando me passaram um rádio que a mulher do falecido Tião estava subindo com a sobrinha que iria cuidar dela durante seu tratamento, não demorou muito pros caras da barreiras trocarem o turno e vierem pro bar dizendo o quanto a mina era linda e tinha cabelo da cor de fogo que eles nunca tinham visto um de verdade de perto, o falecido Tião comandava o morro junto com meu pai os dois morreram no mesmo confronto e eu dou maior assistência a mulher dele pois ele era melhor amigo do meu pai, sei da história deles ela era rica e abandonou tudo pra viver esse amor ta certo.
Fui pra minha casa e acabei passando em frente à casa delas vendo a mina na varanda do segundo andar olhando o morro, era gata, mas parecia ser metida pra caramba não gosto de mina cheia de frescura zero paciência.
- Já era meio dia quando eu acordei hoje era minha folga sou patrão, mas tenho meu dia de lazer, domingo na paz churrasco na quadra futebol com os parças tomei um banho e desci pro campo, a mina estava no mesmo lugar de ontem na varanda, mas com um shortinho que estigava ela me olhou e depois virou o olhar sem da muita importância, segui meu caminho e fui curti meu lazer.
Sofia Narrando,
As pessoas aqui eram muitos animados, som alto desde cedo conversas nas janelas gritaria tudo isso logo cedo, eu ainda não estava acostumada pois na fazenda é muito tranquilo e aqui parece que todo mundo ta ligado no 220, minha tia pediu que eu fosse no mercadinho aqui pra ela me deu uma lista e quando ia me dar o dinheiro não aceitei, peguei o meu fui andando por onde ela ame explicou o caminho, quase me perdi mas achei e comprei o precisava e ainda comprei umas besteiras que eu gostava e na volta passei pelo campo estava tendo jogo era um time sem camisa contra o de camisa, não podia negar que haviam homens sarados ali, e outros bem magros mas bonitos.
Voltei a minha realidade e fui de volta para casa, ajudei a minha tia a preparar o almoço e depois de comermos eu arrumei a cozinha para que ela pudesse descansar, amanhã ela começa a quimioterapia dela eu espero que dê tudo certo, depois de tudo pronto eu peguei meu violão e subi pra varanda se sentei e comecei a tocar enquanto cantava baixinho, algumas pessoas me olhavam e sorriam pareciam gostar da música, alguns caras armados me olhavam intrigados mas balançavam a cabeça em forma de comprimento, eu não sabia se isso era bom, tinha uma música que gostava muito era um reggae e os caras que passavam davam uns passinhos conforme a música o que me fez rir.
Até que aqui não era tão assustador como eu pensava.
Sofia Narrando,
O tratamento da minha tia começou, e eu me segurei muito pra não chorar na frente dela é muito triste de ver, o médico disse que com o tratamento alguns efeitos colaterais ela teria como a queda do cabelo, perca de peso tonturas entre outros.
Chegamos no morro e ela não queria comer nada apenas deitar e descansar, mas antes a ajudei tomar banho, ela dormiu, mas não antes de vomitar bastante, eu fui arrumar a casa quando bateram na porta, era um homem alto musculoso e em seu corpo havia algumas gotas de suor que escorriam entre os gominhos da sua barriga.
Sadan: Iai mina, tu é a sobrinha da verá eu sou o Sadan dono do morro avisa ela que eu estive aqui, e se estiver precisando de alguma coisa é pra me avisar. - Ele me olhou de cima baixo mordendo o lábio e saiu me deixando intrigada, já era anoite quando minha tia acordou e eu dei a ela o recado do tal Sadan, ela disse que ele era um bom menino e que não era pra ficar com medo.
Na verdade, eu não havia ficado com medo, não senti nada por ele então eu não tinha com o que me preocupar.
Sadan Narrando,
Depois que eu sai da casa do falecido eu fiquei com o olhar daquela mina na mente, ela tem maior cara de patricinha não parece nem um pouco com alguém que comanda uma fazenda, eu terminei meu horário e passei em frente a casa delas enquanto ia pra mim, ela estava na varanda tocando violão baixinho, eu acabei olhando pra ela e no mesmo instante ela levantou o olhar me olhando, meu corpo inteiro se arrepiou e eu só tinha uma certeza eu queria essa garota.
Dia seguinte a vi saindo com a dona verá, ela usava uma calça justa que marcava bem a volta da bunda dela e os caras estavam todos olhando o que me deixou bem bolado, mas não falei nada, mas encarei geral serinho.
O dia não estava nada bom, carregamento atrasado o treinamento dos caras estavam uma merda, geral cantando na preguiça e quando eu meto o louco geral reclama, dei um pião indo receber das bocas espalhadas pelo morro liberei a troca dos vapores e fui eu mesmo treinar os caras, a pancadaria comeu solta eu não ia aliviar pra ninguém.
Já era a noite quando eu a vi chegar dona Vera estava bem pálida e eu fui ajudar ela a entrar e a se deitar, a mesma me agradeceu e disse que se na falta dela era pra não deixar a sobrinha dela sozinha aqui no morro.
Sofia: Obrigada por ajudar.
Não precisa agradecer, ela pediu e eu vou cuidar de você.
Sofia: Eu sei bem me cuidar, apenas se concentre no seu comando.
Não seja um desafio Sofia.
Sofia: Não serei o seu brinquedo.
Nunca disse que seria.
Sofia: Cuide apenas da sua vida.
Até breve Sofia. - Sai de lá vendo ela me olhar com a cara fechada, eu iria domar essa mulher, a se ia.
Sofia Narrando,
Hoje fazia 1 mês que estava aqui na comunidade, o dono daqui sempre aparece e sempre me encara, a nova dele foi dizer que eu seria a mulher dele, deve bem achar que eu sou essas éguas mancas daqui que ele bate na potranca e elas se amansa rapidinho, se ele pensa assim coitado está muito enganado.
Minha tia está cada vez mais cansada do tratamento, e seu cabelo começou a cair e com isso ela não quer ir nem na varanda, a noite eu sempre toco na varanda, lá na fazenda a noite sempre rolava roda de viola então eu tenho esse curtume.
Eu desci aquela ladeira indo até a padaria pois iria fazer o café da tarde, comprei tudo que eu queria e quando fui pagar o senhor disse que tudo que eu quisesse poderia pegar que o dono do morro iria pagar, apenas perguntei quanto havia dado e coloquei o dinheiro sobre o balcão e sai de la, as minhas bochechas estavam vermelhas e não era de vergonha e sim de raiva, vontade de descer o chicote nesse infeliz.
Eu preparei o café e arrumei a mesa, minha tia veio andando devagar e se sentou comemos e acabei contando ela o que havia acontecido ela apenas me olhou, mas não era com uma cara de preocupada.
Tia: É seu destino fia, apenas tem que aceitar.
Na pressão ele nunca vai me ter, e se um dia ele querer ser autoritário comigo eu vou resolver na bala assim como eu resolvo na fazenda.
Sadan Narrando,
Eu ficava encarando a mina de longe e mesmo quando estava por perto ela não cedia nem um olhar mais amigável, o dono da padaria me contou o que ela fez garota abusada to vendo que vai-me dá trabalho.
A correria no morro estava intensa, ia ter baile aniversário do meu sub gerente e sempre rolava o final de semana de festa, passei la na casa da mina pra chamar ela pra ir no baile comigo e a mina estava com uma peixeira na mão e sem medo nenhum apontou na minha direção dizendo que se ela quisesse ia sozinha pois ela sabe andar.
A vontade que eu fiquei de estapear ela foi grande, maior tiração com a minha cara, a tia dela disse que ela é como um touro bravo difícil de ser domado, e se eu quisesse comprar essa briga a bala ia comer pois ela não aceita que mandem nela, e que na força eu jamais a teria.
Eu pensei sobre isso, mas era difícil ter uma conversa sensata com ela a mina estava sempre pronta pra descarregar o pente quando eu me aproximava, mas sei que isso é fase e eu ainda iria domar esse touro bravo, e ela seria somente minha.
Sofia Narrando,
Eu olhava ele de longe me encarando e era divertido ver ele assim, não sou obrigada a estar em disposição sempre que ele quer, percebi que a meninas daqui quando ele passa ficam cheias de charme, eu não tenho paciência pra ficar de charme pra alguém e acho que por estar na fazenda desde cedo eu criei uma casca no meu coração então eu prefiro que tido fique como está.
Minha tia já estava sem nenhum cabelo, ela usava lenços e estava mais conformada com a sua situação, e já estava um pouco mais alegre faltava mais 5 seções de quimioterapia eu espero que ela fique bem, não só pra que eu volte para a minha vida, mas por ela estar curada.
A comunidade estava bem movimentada era dia do tal baile, eu havia acabado de sair do banho minha tia já dormia estava apenas com uma regata branca e calcinha quando sai do banheiro acendi a luz do quarto dando de cara com ele aqui sentado na minha cama, me encarando como um cão feroz a ponto de me atacar.
Perdeu o juízo, o que faz aqui.
Sadan: Vim ver você.
Já viu agora se manda.
Sadan: Porque tão teimosa. - Ele disse se levantando e vindo na minha direção devagar, aonde eu estava permaneci ele colocou a mecha do meu cabelo pra trás da minha orelha e com a outra mão segurou na minha cintura me puxando pra si fazendo nossos corpos se encostarem.
Sadan: Não gosto quando me desafia, mas eu to louco em tu.
Eu não preciso ser um amor com quem não me interessa.
Sadan: Não te interesso nem um pouco Sofia. Antes que eu pudesse responder ele me beijou.
Sofia Narrando,
Ele estava bem enganado se pensou que já ia me levar pra cama com um tosco beijo, não pensei muito apenas o afastei e lhe mete a mão na cara.
Sadan: Ta louca garota, perdeu o juízo. - Ele disse se aproximando bravo e por um instante achei que fosse me bater.
Sadan: Essa sua ousadia vai te custar muito caro. - Ele disse se virando e saindo batendo a porta agora era só o que me faltava ter esse cara no meu pé, será que nunca foi rejeitado não é possível que sempre teve as mulheres em seus pés.
Eu me deitei, mas estava com muita raiva, queria arrancar seu couro no chicote homem abusado dos infernos.
- Minha tia passou mal de madrugada e já era dez da noite e ainda estávamos no hospital, eu sentia todo o meu corpo doer e nem era pelo cansaço eu tinha mesmo era medo dela me deixar e a última parte da nossa família se acabar, isso de certo modo me causava muita dor.
Recebi uma mensagem de um numero desconhecido, que me fez rir ao ler.
Que horas chega em casa, quero você como minha mulher o preço é alto eu avisei.
Coitado deixa ele bem achar que é tudo conforme a vontade dele assim.
Sadan Narrando,
Eu fiquei de cara com a mina como ela teve coragem de enfiar a mão na minha cara, bateu na cara de vagabundo, na maior naturalidade deixei avisado isso sairia caro soube da tia dela que passou mal e mandei mensagem nela que me respondeu de uma maneira que estava sem juízo algum.
Não estou interessada em ser sua amiga mulher ou namorada, de você quero apenas distância.
Eu respirei fundo pra não responder xingando-a, a mina acha que ta lidando com os touros da fazenda dela eu em.
Já era meio dia quando eu a vi chegar com a tia dela e quando me viu me deu o dedo vontade de ir lá e quebrar essa poha, a mina que ta me tirando o resto de juízo que eu tenho.
Morro estava corrido e com alerta de invasão na entrada já havia algumas viaturas foi dado o toque de recolher, vi ela voltando da mercearia e fui lá.
Foi dado toque de recolher ta fazendo o que na rua?
Sofia: Fui comprar umas coisas.
Você pode levar um tiro.
Sofia: Não sera o primeiro e eu sei bem usar uma arma.
E tu dava tiro aonde?
Sofia: Acha que defendia minhas terras dos invasores como, era tudo cortado na bala eu já enfrentei de tudo e por isso voce não me assusta. - Ela saiu como se não tivesse acabado de responder o dono do morro, eu passei a mão no rosto respirando dez vezes a Sofia eu vou domar você ah se vou.
Sofia Narrando,
Eu cheguei em casa e minha tia pediu que eu trancasse a porta e janelas, eu fiz e me deitei pra assistir televisão na maior paz.
Tia: Sofia de Deus sai dessa sala, vai pro quarto e deita no chão ou debaixo da cama se protege minha filha.
Se acalma tia, eu já passei muito isso com os sem terras lá na fazenda.
Tia: E você não ficava com medo não?
No início eu ficava, aí levei o primeiro tiro e entendi que ali era minhas terras e eu tinha que lutar ou morrer, mas eu precisava defender elas, esse abusado do dono do morro ta fazendo o mesmo.
Tia: Vocês são parecidos, mas não se bicam, quando tão juntos parecem dois galos de briga.
Eu não, ele que acha que tem poder sobre a minha vida.
Tia: Eu vou assistir bem sentada quem vai ceder primeiro, vocês ainda vão ficar juntos isso eu tenho certeza. - Ara ela saiu rindo andando devagar, era só o que me faltava mesmo viu.
- Os tiros começaram e eram uma gritaria sem fim, ah que saudade do meu cavalo eu ia galopando dando tiros sentindo o vento no cabelo como sinto falta da minha fazenda.
Já era mais de uma hora de invasão começaram a bater na porta e parecia que ia arrombar, olhei pela cortina da janela e era o abusado abri a porta e ele entrou apressado arrastando a perna havia tomado um tiro, ela sentou no chão e falava no rádio estava pálido.
Sadan: Me ajuda Sofia.
Sofia Narrando,
Ara era só o que me faltava ele estava quase desmaiando no chão eu já fiz de um tudo na fazendo inclusive carregar peão nas costas, puxei ele pra cima e o pouco que me manteve de pé eu coloquei nas minhas costas e fui levando devagar até meu quarto, depois de ajeitar ele na cama eu peguei uma maletinha que eu usava pra da ponto nos boi e tirei a bala que estava na coxa dele e dei os pontos, dei um remédio pra dor e o rádio dele não parava de tocar ele atendeu e disse aonde estava mas logo desmaiou, chegou dois homens que não sei como entraram e viram o chefe deitado desmaiado na cama, ele ia ficar bem mas o remédio era forte então ele ia ficar assim por algumas horas.
Xx: O que vamos fazer sem as ordens do chefe.
So tem polícia invadindo o morro?
Xx: Por enquanto sim, mas se começarmos a perder outros morros vão ficar sabendo e vai encostar. - Eu fui até o meu guarda roupa e peguei uma espingarda, o colete que estava nesse jumento eu coloquei e peguei as suas armas.
Xx: O que você ta fazendo.
Seu chefe está impossibilitado de comandar uma invasão, então eu vou lidar com isso assim ele fica me devendo duas e larga do meu pé.
Xx: Vai fazer ele te querer mais ainda.
Quer a minha ajuda ou não?
Xx: Claro patroa, quer dizer ruiva.
Me chama de Sofia, meu nome. - Eu sai por onde eles entraram e era nos fundos eu olhei brava pra eles pois tinham quebrado umas telhas.
Quando isso acabar vão concertar isso aqui.
Xx: Mandona.
Não abusa da sorte o careca. - Eu fui pra linha de frente e em um braço eu mirei a espingarda a pressão dela já não causava impacto então eu nem saia do lugar mais, peguei o fuzil do jumento e segurei o dedo, ah como eu amava esse cheiro de pólvora explodindo no ar.
Sofia Narrando,
Ah como eu senti falta dessa adrenalina, mas como eu não conhecia bem esse morro os caras que foram lá em casa ficaram ao meu lado, eu dava as ordens a ele e eles falavam no rádio pois se eu falasse ninguém iria aceitar o comando de quem não conhece.
Foram cerca de quase 5 horas de tiroteio e eu levei um tiro de raspão no braço, quando bateram retirada aonde eu estava mandaram eu ficar, pois iam verificar se não tinha mais nenhum policial no morro, quando eles voltaram eu já estava quase dormindo fui pra casa com ele e entrei direto pro banheiro tomei banho e fiz um curativo la mesmo, sai nua do banheiro indo pegar uma roupa eu estava cansada que nem se quer me lembrei que esse jumento estava aqui, senti uma mão na minha cintura me aperta virei assustava vendo o mesmo em pé me olhando intensamente.
Sadan: Eu acordei e não te vi aonde você foi nesse tiroteio.
Enquanto a donzela dormia, eu fui comandar a invasão.
Sadan: Você fez o que?
Me solta eu preciso me trocar. - Me afastei vestindo uma calcinha e um blusão apenas deitei na cama meu corpo estava cansado e como tomei o remédio era a minha vez de dormi, senti a cama se afundar e ele me abraçar, eu não tinha forças pra contestar ou lhe afastar eu só queria dormi.
Sadan: Você já assumiu seu posto Sófia, já era é mais que minha e ainda é a patroa do morro eu não te largo nunca mais.
Sadan Narrando,
Eu fiquei deitado com ela sentindo seu cheiro doce, vi o curativo no seu braço e fiquei preocupado liguei nos caras que me confirmaram que ela comandou toda a invasão, mas acabou tomando um tiro de raspão, eu voltei a deitar acordei horas depois e ela ainda dormi escutei uma barulheira lá embaixo e desci vendo os caras concertando umas telhas nos fundos quando perguntei o que aconteceu rir ao ouvir que eles não iriam contestar a ordem da patroa pois ela era doida.
Nós rimos, mas ficamos serios no mesmo momento ao ouvir uma arma se destravar.
Sofia: Falando mal de mim é isso mesmo.
Ai doida, abaixe essa arma Sofia.
Sofia: Vontade de descarregar ela em você já ta bom e já pode ir embora. - Ela travou a arma de novo e entrou os caras terminaram e foram embora também eu entrei e ela estava na cozinha lavando uns pratos eu abracei por trás a segurando firme pois ela é igualzinha um touro bravo.
Sofia: Não aperta meu braço ta doendo.
Desculpa, tomou remédio? - Perguntei soltando ela que se virou pra mim.
Sofia: Tomei, sua perna ta melhor?
Graças a você eu estou vivo e meu morro a salvo, te devo duas.
Sofia: Então o meu pedido é que me deixe em paz, para de me procurar de falar que sou sua mulher isso e aquilo.
Porque não posso ter uma chance com você Sofia.
Sofia: Eu só não quero.
Deixa-me ao menos tentar, se depois disse você realmente não quiser eu te deixo ir.
Sofia: Você é um jumento, mas não é burro, e não me subestime você não me deixara ir.
Não mesmo, eu quero e desejo tanto ter você eu não vou ser mandão vou no seu tempo só me deixa tentar.
Sofia: Tem palavra pra manter isso?
Vou tentar por você. - Ela me olhou respirando fundo e eu não ia deixar que ela pensasse mais apenas cheguei junto a beijando intensamente a colocando encima do balcão demonstrando a ela que seriamos um só a parti de hoje.
Sofia Narrando,
Não sei se meu corpo ainda tinha adrenalina ou eu estava dopada de remédio, pois apenas deixei ser guiada pelo momento paramos de nos beijar e fomos pro quarto pois a última coisa que queria era minha tia me pegar transando na cozinha, ele trancou a porta e tirou toda a sua roupa vindo na minha direção tirando meu blusão e minha calcinha ele sugou e beijou meus seios em seguida foi descendo até a minha entrada aonde beijou e chupo com vontade até que eu me desmanchasse de prazer, ele passou seu membro devagar na minha entrada e eu lembrei ele da camisinha ele procurou na roupa dele achando uma e colocando no mesmo e entrou em mim firme, seus movimentos eram precisos e ágeis eu mal conseguia manter a minha respiração em um único ritmo.
Sadan: Ah Sofia senta pro seu homem senta. - Trocamos de posição e ele chocava a cabeça pra trás e apertava a minha cintura enquanto gemia baixo, minha bunda estava vermelha e mesmo assim ele continuava a bater com vontade e isso mais me excitava, trocamos de novo a posição e fiquei de quatro a força que ele se chocava com o meu corpo era de estrema potência, eu estava ardendo vermelha suada e sem controle nenhum do meu corpo, quando ele colocou o dedo no meu anus eu perdi o rumo e cheguei ao meu limite me desmanchando em um orgasmo intenso que me trouxe grandes arrepios e tremedeiras nas pernas, ele ainda me estocou mais umas três vezes e gemeu alto gozando abraçado ao meu corpo.
Sadan: Eu não sei o que vai acontecer, mas eu não quero ficar longe. - Ele disse beijou a minha testa e foi pro banheiro, eu fiquei ainda por alguns minutos deitada ali tentando entender o que iria acontecer depois disso, e como ficaria a minha vida em relação a ele.
Sadan Narrando,
Eu tomei um banho e voltei pro quart ela tomou seu banho e voltou a deitar, nada foi dito eu não iria força a barra e correr o risco dela já me dá uma patada, eu deitei e abracei ela fazendo carinho no seu cabelo, eu perguntei se ela estava com fome mas ela não me respondeu eu fui olhar e ela estava dormindo, eu não sabia como seria daqui pra frente mas eu sentia que pelo menos 1% eu tinha domado ela é uma mulher difícil mas eu não tenho pressa.
Eu levantei devagar e sai da casa dela resolvi as coisas do morro que ficaram pendente depois passei em casa pra tomar banho e trocar de roupa, passei na padaria e comprei umas coisas e levei pra Sofia, ela já estava acordada e sentada na varanda tocando violão eu entrei e fui até ela que só me olhou e esse olhar dela eu não conseguia decifrar.
Ta tudo bem com você?
Sofia: To bem.
Ta estranha.
Sofia: Não somos namorados Sadan, não precisa se preocupar. -Eu olhei pra ela e por algum motivo as suas palavras me fizeram me sentir mal, eu que nunca fui disso me sentir estranho.
Come eu trouxe pra você. - Eu sai de lá e voltei pra minha casa subindo pra laje fumei um que á dias não fumava e fiquei pensando em mil coisas, eu quero ser bom pra ela, mas a indiferença dela me deixou estranho não gostei de me sentir assim.
Sadan Narrando,
Eu tomei um banho e voltei pro quart ela tomou seu banho e voltou a deitar, nada foi dito eu não iria força a barra e correr o risco dela já me dá uma patada, eu deitei e abracei ela fazendo carinho no seu cabelo, eu perguntei se ela estava com fome mas ela não me respondeu eu fui olhar e ela estava dormindo, eu não sabia como seria daqui pra frente mas eu sentia que pelo menos 1% eu tinha domado ela é uma mulher difícil mas eu não tenho pressa.
Eu levantei devagar e sai da casa dela resolvi as coisas do morro que ficaram pendente depois passei em casa pra tomar banho e trocar de roupa, passei na padaria e comprei umas coisas e levei pra Sofia, ela já estava acordada e sentada na varanda tocando violão eu entrei e fui até ela que só me olhou e esse olhar dela eu não conseguia decifrar.
Ta tudo bem com você?
Sofia: To bem.
Ta estranha.
Sofia: Não somos namorados Sadan, não precisa se preocupar. -Eu olhei pra ela e por algum motivo as suas palavras me fizeram me sentir mal, eu que nunca fui disso me sentir estranho.
Come eu trouxe pra você. - Eu sai de lá e voltei pra minha casa subindo pra laje fumei um que á dias não fumava e fiquei pensando em mil coisas, eu quero ser bom pra ela, mas a indiferença dela me deixou estranho não gostei de me sentir assim.
Sofia Narrando,
Depois daquele dia se passou uma semana e não vi mais o Sadan, ele não apareceu mais e por um lado eu agradeci, talvez isso seja o melhor mesmo eu voltei a minha rotina normal levando minha tia na quimioterapia e voltando pra casa, saindo pra compra o que precisava e tocando meu violão a noite.
Em uma dessas noites não sei por qual motivo eu me peguei pensando nele, e me perguntei se a ferida em sua perna havia cicatrizado, mas tratei logo de esquecer eu sentei na varanda mas hoje eu não toquei, ainda ria quando o careca passava e me chamava de patroa mas dessa vez ouvir ele me chamar assim me deu um frio na barriga na qual custou a passar, peguei meu celular e por algum motivo eu queria mandar mensagem pra ele mas eu não tinha coragem, na verdade eu não sabia o que falar vi que ele estava online, eu precisava ir até a fazenda então poderia ser uma oportunidade de conversa pois eu precisava de alguém pra levar a tia ao médico e aqui eu não conhecia ninguém.
Mandei a mensagem e no mesmo momento ele visualizou parecia estar com a minha janela de mensagens aberta, mas ele não me respondeu eu respirei fundo e entrei indo deitar, e por algum motivo me perguntei se em algum momento eu falei algo que o fizesse se afastar, eu que o não queria por perto agora estou sentindo falta desse grude todo, aí Sofia só você viu.
Já era de madrugada quando senti alguém me abraçar, o que me fez virar assustada.
Sadan: Sou eu Sofia, o que vai fazer na fazenda?
Preciso resolver umas coisas lá.
Sadan: Vai ficar quanto tempo fora?
Ai Sadan por favor.
Sadan: Nem me venha com aquele papo de que não somo namorados e que eu não tenho que me preocupar, nunca mais quero ouvir você dizer isso.
Por isso sumiu essa semana?
Sadan: Não gostei do que você disse e nem de como me senti depois disso.
Desculpa por isso, devo ficar uma semana fora.
Sadan: Tempo de mais Sofia.
Você ficou uma semana longe, agora é minha vez. - Ele me olhou emburrado e subiu em cima de mim ficando no meio das minhas pernas, deu um cheiro no meu pescoço e beijou a minha boca enquanto alisava e apertava a minha coxa.
Sadan: Eu to com saudade Sofia, faz amor comigo. - Ele não precisou dizer mais nada eu apenas abaixei a sua bermuda no pouco que deu e ele arredou a minha calcinha de lado e entrou em mim forte e preciso, por algum motivo eu sentir falta de ter ele assim dentro de mim.
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Camisinha mandou lembrança viu Sofia.
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