Capítulo Vinte e Oito (Amaya)

Levantei-me do chão e fui abrir a porta, sem surpresa ao descobrir que estava trancada. Empurrei-a, mas não se mexeu, então comecei a bater na porta, exigindo que me deixassem sair. Era estranhamente terapêutico bater na porta. Fiz isso até que meus punhos estivessem ensanguentados.

"Amaya, querida...

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