Capítulo 150 150. Bolsa de veludo

Esperança

Eu ando de um lado para o outro no quarto até o chão de pedra parecer gasto sob os meus pés descalços.

Pra lá e pra cá. Da janela até a porta. Da porta até a janela.

Lento demais, minha loba murmura dentro de mim, a voz um arrepio baixo de inquietação. A gente já devia estar correndo.

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