Destrua-o!

Os olhos de Dahlia se abriram de repente e ela se sentou com um sobressalto, suor e lágrimas brilhando em seu rosto. Sua respiração vinha em arfadas irregulares enquanto tentava se acalmar. "Foi só um sonho..." ela sussurrou para si mesma, desejando desesperadamente que o terrível pesadelo que havia imaginado não fosse real. Mas ao mover seu corpo cautelosamente, ela gemeu de dor, a dor confirmando que seus ferimentos físicos eram muito reais.

Olhando para o lado, ela notou uma garota com olhos grandes e curiosos olhando para ela surpresa. A garota explicou que estava tratando dos ferimentos de Dahlia quando ela de repente acordou, assustando-a. Preocupação estampada em seu rosto enquanto perguntava se Dahlia estava bem.

Gemendo, Dahlia lentamente se deitou novamente. "Onde estou?" ela murmurou, a névoa da confusão nublando sua mente.

"No quarto das empregadas," a garota respondeu gentilmente. "Você desmaiou mais cedo na arena, então o chefe pediu para eu cuidar dos seus ferimentos." Ela se apresentou como Adala, uma cozinheira que ajudava a avó com a cozinha e o serviço para os mafiosos. O sorriso caloroso de Adala era convidativo, mas Dahlia não podia deixar de se sentir cautelosa. Confiar não era fácil depois dos eventos recentes.

"Eu sou Dahlia," ela respondeu hesitante.

"Nome bonito," Adala comentou com um sorriso antes de se levantar. "Eu tratei todos os seus ferimentos, mas o médico do clã chegará em breve para verificar se há alguma lesão interna. Enquanto isso, vou pegar algo para você comer." Com isso, ela saiu do quarto.

Dahlia suspirou, sua mente girando com uma infinidade de perguntas. Como sua vida havia mudado tão drasticamente num piscar de olhos? Quem era aquele homem? A presença imponente que ele exalava, junto com o respeito que as pessoas mostravam a ele, indicava que ele tinha muita influência. Mas o que ele queria com ela? Como ele sequer a conhecia?

O peso dessas perguntas pressionava fortemente sua mente, fazendo suas têmporas latejarem. Tentando afastá-las, ela fechou os olhos, esperando encontrar consolo no sono mais uma vez.

✮•✮•✮•✮

Na luxuosa suíte de Salvatore, Ponce se encostava na parede, confrontando-o sobre suas ações recentes e imprudentes. Salvatore, sentado em um sofá king-size, apenas sorriu e tomou um gole de seu uísque.

"Você deve estar louco ou incrivelmente tolo, Sal! O que te levou a fazer aquela loucura mais cedo?" A voz de Ponce transbordava frustração.

Salvatore, indiferente às palavras de Ponce, respondeu calmamente, "Cuidado com a língua. Você sabe que eu odeio quando você fala assim. Além disso, as decisões que eu tomo são da minha conta."

Ponce não podia deixar de se sentir frustrado. Ele sabia que as ações de Salvatore certamente chegariam aos ouvidos do Padrinho. "Bem, isso vai se tornar problema do Padrinho quando ele souber o que você acabou de fazer."

A atenção de Salvatore mudou enquanto ele contemplava o destino de Merino, Faye e Sullivan, que não haviam retornado de sua missão na França. "Merino está—"

Antes que Ponce pudesse terminar sua frase, as portas da suíte se abriram com força, e Callixta entrou furiosa, acompanhada por dois guardas que lutavam para acompanhá-la. Ela estava claramente furiosa.

"Desculpe, chefe. Tentamos impedi-la," os guardas se desculparam, abaixando a cabeça.

Salvatore dispensou os guardas com um aceno, sinalizando para que saíssem. Quando eles saíram, Callixta o confrontou, sua raiva era palpável.

"Salvatore, qual é o significado do que você fez mais cedo? Como você pode reivindicar um ladrão como sua posse?" A voz de Callixta ressoava com frustração, mas Salvatore permaneceu impassível, nem se dando ao trabalho de olhar para ela.

Sua frustração aumentou com a indiferença dele. "Responda-me, Salvatore!" ela gritou, desesperada por uma resposta.

O olhar frio de Salvatore finalmente pousou nela, causando um arrepio em sua espinha. Ela se arrependeu de suas palavras quase instantaneamente, mas já era tarde demais.

Ele se levantou de seu assento, imponente com sua altura. "Vou repetir mais uma vez. O que eu faço não é da conta de ninguém," Salvatore afirmou firmemente.

Percebendo a gravidade de seu erro, Callixta ficou em silêncio. As palavras de Salvatore ecoavam em sua mente, e ela prometeu a si mesma nunca mais falar com ele daquela maneira.

Sem dizer mais uma palavra, Salvatore ordenou que ela saísse e se retirou para o banheiro, sinalizando o fim da conversa.

Callixta cerrou os punhos e olhou para Ponce, que tinha um sorriso de desdém no rosto.

"Parece que o pequeno título que te deram está subindo à sua cabeça", ele disse, soltando fumaça com um cigarro entre dois dedos.

"Ah, vai se foder", ela cuspiu antes de sair furiosa do quarto.

PARIS»VILA DO DON TOBIAS

Do lado de fora da grandiosa e opulenta vila, guardas fortemente armados estavam posicionados em vários pontos, garantindo a máxima segurança. Sua presença era um testemunho da riqueza e poder possuídos por Don Tobias, o dono da vila.

A própria vila era um espetáculo, irradiando magnificência e glamour. Exibia uma bela paisagem e um jardim meticulosamente cuidado. A cena transicionou do exterior da vila para o interior, especificamente para um quarto dentro dela.

Don Tobias, um homem adornado com anéis de ouro, estava sentado em sua cadeira king-size, absorto em uma ligação telefônica. Um grosso cigarro de maconha descansava em sua mão esquerda, enquanto um sorriso malicioso surgia, revelando seu único dente de ouro.

"Fico feliz em saber que a entrega chegou em segurança," ele riu roucamente, dando uma tragada no baseado. Alguns momentos depois, ele desligou a chamada, aparentemente satisfeito com a conversa.

Assim que se acomodou novamente em sua cadeira, uma batida ressoou na porta, e um homem entrou no quarto, interrompendo a solidão de Tobias.

"Don, a moça que você pediu chegou," o homem informou, provocando um sorriso travesso nos lábios de Tobias.

"Traga-a," ele ordenou, antecipando a chegada de sua convidada.

Em poucos minutos, uma mulher deslumbrante entrou no quarto. Adornada com um conjunto de lingerie escassa, consistindo de um sutiã minúsculo que mal cobria seus mamilos, uma calcinha fio-dental e uma camisola transparente, ela exalava um charme inegável. Suas curvas voluptuosas, acentuadas por seus seios fartos e nádegas arredondadas, exigiam atenção.

"É disso que estou falando," Tobias murmurou, seus olhos percorrendo a forma sedutora dela.

Ela sorriu sedutoramente, virando-se para lhe dar uma visão provocante. Lentamente, ela se aproximou dele, montando em seu colo com o braço envolto sensualmente em seu pescoço.

"Está pronto para um pouco de diversão?" ela ronronou, seus dedos traçando suavemente o peito dele.

Tobias gemeu apreciativamente, seu aperto se apertando nas nádegas macias dela. Sem perder tempo, ele capturou seus lábios em um beijo feroz e faminto.

Levantando a mulher, Tobias a carregou até a cama, seu desejo evidente em seus olhos. Ele rapidamente desabotoou o cinto e puxou as calças para baixo, uma sensação de urgência o impulsionando.

"Você é tão impaciente," a mulher riu, puxando-o para a cama, subindo em cima dele.

"Porra," ele gemeu enquanto ela tomava todo o seu comprimento dentro de sua boca quente e doce, seus dedos macios acariciando suas bolas sensíveis. Ele agarrou o cabelo dela e investiu em sua boca, gemendo mais alto enquanto ela o levava até a garganta. Ela começou a passar a língua ao redor de sua uretra, provocando-o, e seus dedos trabalhavam para cima e para baixo em seu eixo quente e duro.

"Merda," Tobias soltou outro gemido alto enquanto sentia-se chegando cada vez mais perto. Aquela prostituta era uma verdadeira profissional.

Bem quando ele estava prestes a atingir o clímax, ela parou e olhou para ele com um sorriso travesso no rosto, lentamente saindo de cima dele e puxando sua calcinha fio-dental para baixo.

Ela se deitou na cama e abriu as pernas bem largas.

"É todo seu, papai. Destrua," ela disse, mordendo os lábios sedutoramente.

Tobias abaixou a cabeça e chupou seu clitóris rosado antes de enterrar todo o seu comprimento dentro dela.

Ela gritou de prazer e um suspiro escapou de seus lábios enquanto ele começava a investir mais rápido nela.

"Porra!!!" ela gritou. "Mais forte! Sim, não pare... Não pare de jeito nenhum!!" ela gritou com os dedos dos pés se curvando de prazer.

Os únicos sons que preenchiam o quarto eram seus gemidos altos e o som das peles se chocando.

Suas mãos tocaram o travesseiro enquanto ela o agarrava com força enquanto ele a fodia com força.

Tobias gemeu em êxtase enquanto se derramava dentro dela. Sua mão finalmente tocou algo debaixo do travesseiro e ela o agarrou com força. Ela puxou a arma e atirou nele três vezes em rápida sucessão, não dando a ele nenhum momento para reagir ou retaliar. A arma tinha um silenciador preso à ponta que abafou os sons altos dos tiros.

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