Capítulo 5

A noite estava calma enquanto eu caminhava para casa. A mais calma que eu já tinha sentido em muito tempo. Era estranho que o pai (ou assim ele pensa) do meu agressor fosse o único que acreditou em mim. Que ele fosse o único a validar minha dor e me dizer que o que Mark fez foi errado. Que eu nunca ...

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