Capítulo 25: Jogo

Vera estava no centro do quarto, andando de um lado para o outro como uma tempestade presa numa caixa de vidro. O celular estava bem colado ao ouvido, as sobrancelhas franzidas, os lábios comprimidos de frustração.

— Dá pra parar de gritar? — ela rosnou no telefone, a voz baixa, mas cortante. — Voc...

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