Capítulo quarenta e sete — Vidro quebrado

Kael

Pressionei a palma da mão contra o volante, o couro frio sob a minha pele, sentado no banco do motorista encarando as luzes da cidade à frente. Cada músculo do meu corpo doía de tanto ficar rígido. Meu lobo andava de um lado para o outro dentro de mim, as garras arranhando minhas costelas.

Eu...

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