Capítulo 2 Clube
Eu tava lá no clube, o sol batendo forte na pele, o cheiro de cloro e protetor solar misturado no ar. O Luca, com quem eu vinha conversando há um tempo, tava do meu lado, naquele clima de provocação que vinha subindo desde a manhã. Ele tinha 35 anos, era alto, tinha o corpo forte, pele morena de sol, cabelos castanhos bem curtos e uma barba escura que deixava o rosto ainda mais bonito. Eu, Rosa, tinha 29 anos, cabelos ruivos compridos, cheios de ondas, pele clara e algumas sardas espalhadas pelos ombros e pelo colo.
A gente se olhava, se tocava de leve, ria de qualquer merda só pra sentir o corpo do outro perto. Eu estava deitada de bruços numa espreguiçadeira mais afastada da piscina principal, usando um biquíni vermelho colado na pele, a calcinha entrando um pouco na fenda da bunda. Ao nosso redor tinha gente conversando, música tocando baixinho, crianças e adultos brincando nas piscinas, mas aquele canto do clube era mais tranquilo, cercado por algumas árvores e grandes guarda-sóis.
Pedi pra ele passar protetor nas minhas costas.
As mãos dele desceram firmes, esfregando o creme quente. Primeiro nos ombros, depois descendo pela coluna, apertando a carne. Quando chegou na lombar, os dedos dele já estavam quase dentro da calcinha. Ele massageou a bunda inteira, espalhando o protetor nas coxas, subindo de novo e apertando as nádegas. Eu senti o pau dele endurecendo, batendo de leve na minha coxa quando ele se inclinava pra alcançar melhor. Grosso, quente, pulsando por baixo do short.
Me virei de lado, sentei e puxei Luca pra perto. Beijei a boca dele com vontade, a língua entrando fundo, chupando o lábio inferior. Peguei a toalha grande que estava comigo e joguei por cima da gente, cobrindo da cintura pra baixo. Continuamos nos beijando sentados juntos na espreguiçadeira, o corpo dele colado no meu. Minha mão desceu direto pro short, apertou o volume grosso da pica.
Luca gemeu baixo no meu ouvido:
— Porra, continua assim...
Passei a mão por cima do tecido, sentindo o pau latejar. Abaixei o short só o suficiente pra tirar a pica pra fora. Grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Enrolei os dedos em volta e comecei a bater devagar, de cima pra baixo, apertando a glande.
Ele mordeu meu pescoço:
— Tá me deixando louco, porra...
Eu já tava molhada pra caralho. Puxei a parte da frente do biquíni pra baixo, o tecido escorregando e deixando a buceta exposta. Os lábios grossos, o grelinho inchado e latejando. Aproximei a cabeça da pica dele e encaixei bem entre os lábios da minha xoxota. A carne quente e dura esfregando direto no meu clitóris.
Comecei a me mexer pra frente e pra trás, o pau deslizando no meio da fenda molhada, esfregando o grelinho a cada movimento. O calor do assento da espreguiçadeira embaixo de mim, o cheiro de sexo subindo, a toalha escondendo tudo enquanto gente passava perto sem saber porra nenhuma.
Ao longe, dava para ouvir os barulhos da piscina, a música ambiente e algumas pessoas conversando nas mesas próximas. Aquilo tornava tudo ainda mais excitante, porque bastava alguém chegar perto demais ou prestar um pouco mais de atenção para perceber que havia alguma coisa acontecendo debaixo daquela toalha.
Luca gemia baixo, a respiração quente no meu pescoço:
— Porra, Rosa... sua buceta tá tão molhada... tá me engolindo...
Eu acelerava, a pica dele entrando e saindo entre os lábios, a cabeça batendo no clitóris a cada vai e vem. Minha buceta pingava, o líquido escorrendo pela coxa. Eu segurava a base do pau com uma mão e me movia em cima, esfregando com força.
O gemido dele ficou mais alto:
— Tô gozandooooooo... porra, tô gozando...
Senti a pica contrair forte entre os lábios da minha xoxota. Um jato quente e grosso estourou direto no meu grelinho. Outro jato, e mais outro. O esperma quente cobrindo o clitóris, escorrendo pelos lábios da buceta, enchendo o espaço entre o tecido do biquíni e a pele.
Eu continuei esfregando enquanto ele gozava, sentindo cada pulsação, cada porra quente respingando. O cheiro forte de porra misturado com o meu tesão. Ele ainda tremia quando eu puxei o biquíni pra cima, o tecido molhado grudando na buceta cheia de porra. O esperma escorria pelas laterais da calcinha, descendo pela virilha e chegando ao assento da espreguiçadeira embaixo da toalha.
Continuei beijando Luca, a mão ainda apertando a pica mole e suja de porra. Sussurrei no ouvido dele:
— Agora vou carregar essa porra na minha buceta o resto do dia...
Ele riu baixo, a mão apertando minha bunda por cima do biquíni molhado.
A gente ficou ali mais um tempo, tentando parecer apenas um casal descansando tranquilamente perto da piscina. Luca colocou os óculos escuros novamente e se recostou na espreguiçadeira como se absolutamente nada tivesse acontecido.
Eu também tentei agir naturalmente.
A porra continuava escorrendo devagar, o tecido colado, o grelinho ainda latejando de tesão. Toda vez que eu mexia a perna, sentia o esperma quente se espalhando mais, o biquíni encharcado, o cheiro de sexo subindo.
Alguns minutos depois, levantei para buscar uma bebida.
Luca me acompanhou com os olhos e abriu aquele sorriso safado quando percebeu que eu estava caminhando daquele jeito justamente porque ainda sentia tudo entre minhas pernas.
Passei por várias pessoas, ajeitei os óculos de sol no rosto e segui normalmente até o bar da piscina.
Ninguém olhou diferente.
Ninguém desconfiou.
E eu só sorria, sabendo que todas aquelas pessoas estavam aproveitando tranquilamente o dia no clube sem fazer ideia do que nós tinhamos acabado de aprontar escondidos debaixo daquela toalha.
