Capítulo 4 Casada

Renan era um jovem empresário de 28 anos, alto, magro, de cabelos pretos lisos e com aquele ar inconfundível de rapaz estudioso e sem graça, alguém que fazia questão de dar do bom e do melhor para sua amada — ou ao menos achava que dava, até Maria descobrir o que de fato lhe faltava na cama e na rotina.

Maria, aos 26 anos, era uma bela morena de pele bronzeada, daquelas que preservavam marcas perfeitas de biquíni por devotar seu tempo livre ao sol e à praia. De estatura mediana, ostentava cabelos pretos, lisos e compridos, além de um corpo escultural, repleto de curvas acentuadas e carnes rijas lapidadas por horas de academia três vezes por semana.

Numa tarde ensolarada, Renan caminhava pelo calçadão de Ipanema de mãos dadas com Maria, curtindo a brisa do mar e o movimento vibrante. Foi quando um primo de Renan, Marcos, surgiu de repente, cumprimentando o empresário com a intimidade barulhenta de quem se conhecia desde a infância. Marcos era o típico parente folgado, e a reação fria de Renan deixava claro que não o tolerava. Para piorar, o recém-chegado começou a disparar brincadeiras e a relembrar apelidos de infância, deixando Renan visivelmente constrangido diante da esposa.

Enquanto Renan tentava apressar a despedida, Maria estendeu a mão para cumprimentar o cunhado distante. No exato segundo em que seus dedos tocaram os de Marcos, um arrepio violento percorreu cada centímetro do corpo moreno dela. Ao encarecer aqueles belos olhos caramelados, Maria travou por um instante. Marcos era um moreno bronzeado, dono de um sorriso terrivelmente safado, um olhar penetrante e um corpo totalmente malhado, com fortes braços cobertos de tatuagens que exalavam uma energia rude e selvagem, o opuesto absoluto da fragilidade sem graça de Renan.

Disfarçando o impacto com um leve puxão nos cabelos negros, Maria virou o rosto, mas por dentro repetia para si mesma: Uau, que homem gostoso.

Dias depois, enquanto fazia sua caminhada rotineira de final de tarde pelo calçadão vestindo apenas um short justo, tênis e uma camisetinha regata, Maria teve uma surpresa. Marcos apareceu correndo na direção oposta, usando apenas um short curto e tênis, exibindo o tronco nu e musculoso, banhado em suor e repleto de marcas de tinta na pele. Sem cerimônia, ele a abraçou forte, colando os corpos e depositando um beijo molhado bem no canto da boca dela.

As mãos firmes de Marcos deslizaram pela cintura de Maria, puxando-a para perto enquanto conversavam face a face. Ela sentia o calor emanando daquele peitoral tatuado, o cheiro forte de masculinidade e suor, e o sorriso cínico que parecia devorá-la por dentro. Incapaz de resistir àquela onda de desejo, Maria aceitou o convite para tomar um sorvete e, logo em seguida, subiu com ele para o apartamento ali perto.

Assim que a porta se fechou, a contenção ruiu. Apanhados por uma urgência animalesca, ambos se livraram das roupas de caminhada num piscar de olhos. Marcos a jogou sobre o sofá da sala, despencando com seu avantajado corpo malhado por cima dela. A boca dele devorou os lábios de Maria com voracidade, descobrindo seu pescoço em sugadas profundas que deixavam marcas avermelhadas, descendo em lambidas ardentes pelos seios fartos até cobrir cada centímetro daquela pele bronzeada de beijos e mordidas.

Dominando-a com as pernas abertas, Marcos encaixou o rosto na virilha dela.

— Ah, meu Deus... — gemia Maria, contorcendo-se deitada de costas feito uma louca, com os dedos fincados no estofado.

Marcos abocanhou a buceta dela numa chupada intensa, estalada e barulhenta, saboreando a virilha lisinha e depilada, marcada pelo biquíni. O orgasmo de Maria foi imediato, violento e avassalador, desmanchando-se em espasmos seguidos enquanto a língua hábil dele explorava seu âmago até deixá-la completamente zonza de prazer.

Sem perder o ritmo, Maria retribuiu o agrado. Sentou-se na borda do sofá enquanto Marcos permaneceu em pé diante dela, exibindo seu cacete duro, latejante e de cabeça rosada. Maria o segurou com firmeza, punhetando o eixo grosso antes de encaixar os lábios na glande. Ela não apenas chupava; ela degustava cada canto daquele pau como se fosse um picolé precioso, descendo com a boca até os testículos morenos e depilados para lambê-los com devoção. Quando voltava a subir na rola, enchia a boca com força, sufocando e engasgando voluntariamente, babando-se toda em um gargarejo profundo e devasso digno de filme adulto. Marcos, tomado pelo delírio, segurou-a pelos cabelos negros com uma mão e, com a outra, deu leves e rítmicas surras com a cabeça da piroca na bochecha dela, que ria de puro tesão, adorando a humilhação gostosa.

Logo em seguida, Marcos afundou no estofado e Maria montou de frente sobre seu colo, encaixando a xana diretamente na piroca grossa e sem camisinha.

— Isso, delícia... que rola gostosa, meu Deus... — gemia ela, manhosa e desinibida, rebolando em círculos fechados.

O som das coxas estalando no ritmo frenético ecoava pela sala — tap, tap, tap, tap —, enquanto a buceta apertada de Maria engolia o pau do tronco à cabeça a cada quicada. Marcos, fascinado, apertava seus quadris e massageava os seios saltitantes que balançavam diante de seus olhos. O rosto de Maria contorcia-se em puro êxtase até que, num último empurrão da própria bacia, ela atingiu o clímax, gozando estrondosamente enquanto rebolava sem parar sobre a pica do amante.

Ainda ofegante, Maria nem teve tempo de respirar. Marcos a virou de bruços, espalmo-se por cima de suas pernas e cravou a pica com violência na xoxota encharcada. As estinvestas eram brutais, rápidas e fundas, fazendo a virilha estalar a cada impacto. Maria gemia com a voz trêmula, revirando os olhos e entregando-se a mais um orgasmo violento sob o peso do amante.

Esgotado o fôlego daquela rodada, Marcos ajoelhou-se ao lado do sofá, segurou o próprio pau latejante e, com um urro rouco de prazer, começou a se masturbar furiosamente até disparar jatos espessos de esperma que banharam a virilha bronzeada, a barriga e os seios de Maria.

Minutos depois, com copos de uísque com gelo nas mãos, os dois descansavam no sofá, trocando olhares carregados de uma promessa inevitável. Bastou um toque para que se atracassem novamente. Marcos virou Maria de quatro no estofado, desferiu três tapas estalados em suas nádegas firmes que a fizeram gritar de tesão e, segurando-a com força pelas ancas, enfiou a pica por trás numa enfiada só.

— Isso! Me fode, arrebenta minha buceta! — bradava a morena, delirando com o ritmo pesado.

Marcos socava sem piedade, ora enrolando os longos cabelos pretos dela em sua mão para usá-los como cabresto e controlá-la, ora puxando-a pelos ombros para garantir que a bunda empinada recebesse cada centímetro daquela ferramenta grossa.

Pouco antes do desfecho, Maria implorou:

— Na boca, Marcos... me dá na boca!

Ele parou o ritmo frenético, recuou o membro e Maria prontamente desceu para o chão, ajoelhando-se com a língua estirada e os olhos brilhando de luxúria. Marcos urrou e despejou jatos potentes de esperma diretamente sobre a língua dela, que engoliu o líquido quente enquanto escorregava por sua garganta.

Maria voltou para casa já noite adentro. Renan, o marido cego pela própria empáfia, aguardava na cozinha. Ao vê-la passar rumo à geladeira, puxou-a para um abraço e deu-lhe um beijo na boca — um beijo carregado com o exato gosto do esperma do primo. Questionada sobre a demora, Maria mentiu com naturalidade, alegando ter encontrado amigas. Mais tarde, ao entrar no banheiro para o banho, tirou as roupas de caminhada e foi surpreendida por Renan, que a encostou nua contra a parede de azulejos, beijando e lambendo seu corpo ainda impregnado pelos odores do amante. Ajoelhado diante dela, Renan chupou-lhe a xoxota recém-fendida pela pica de Marcos e murmurou:

— Nossa, amor, sua bucetinha tá tão amaciada e melada hoje...

A traição, antes um risco isolado, transformou-se em vício. Aproveitando-se dos horários de trabalho do marido, Maria passou a frequentar o apartamento de Marcos quase diariamente.

Numa tarde em particular, vestindo um tubinho justo que moldava seu corpo malhado, Maria subiu até o prédio do amante e bateu à porta. Para sua total surpresa, quem abriu foi uma garota loira e atraente da mesma idade. Antes que Maria pudesse balbuciar uma desculpa sobre ter errado o andar, Marcos apareceu atrás da jovem, puxando a morena para dentro com um sorriso largo.

— Olha só quem resolveu aparecer! Entra, que surpresa maravilhosa.

A loira, chamada Luciana, permaneceu relaxada no sofá, enquanto Marcos puxava Maria para a cozinha. Assim que ficaram a sós por um segundo, Maria tentou empurrá-lo:

— Calma, quem é aquela garota? Tá maluco?

— Relaxa, é só a Luciana, uma amiga. Tá com ciúmes?

— Vai se foder, idiota. Só achei que estivesse sozinho.

Com sua lábia irresistível, Marcos convenceu Maria a ficar. Pouco depois, a campainha tocou; era Edu, um rapaz alto, moreno e atlético, namorado de Luciana, que chegou trazendo ainda mais animação ao ambiente. O quarteto abriu cervejas, pediu pizzas e passou a tarde entre risadas e conversas descontraídas na sala.

Em dado momento, sob o pretexto de ir ao banheiro, Maria levantou-se. No corredor estreito, foi interceptada por Marcos, que a puxou pela cintura e colou seus corpos.

— Para com isso, os caras estão ali na sala... — sussurrou ela, embora o corpo já tremesse de calor.

— Deixa eles lá.

Ignorando os protestos sussurrados de Maria, Marcos enfiou a mão por baixo do vestido, encontrando a calcinha de renda branca e os dedos já úmidos de antecipação. Sem dar tempo para reflexão, empurrou-a para dentro do banheiro, trancou a porta, ergueu o tecido leve e a suspendeu no ar, sentando-a diretamente sobre a pia fria.

Com a bermuda arriada e as pernas dela abertas ao redor de sua cintura, Marcos encaixou a cabeça do pau e entrou de uma só vez.

— Aahhrr... filho da puta, fode devagar... — gemia Maria, cravando as unhas nas costas dele e abrindo as pernas ainda mais para recebê-lo por completo.

As batidas de virilha contra a pia ecoavam abafadas. Marcos socava com fúria, fazendo suas bolas golpearem repetidamente os grandes lábios da amante, que olhava nos olhos dele com uma expressão de total rendição. O orgasmo de Maria estalou rápido, fazendo-a contrair as paredes internas da buceta em ondas de espasmos. Segundos depois, Marcos soltou um gemido cavernoso e despejou todo o seu leite quente bem no fundo do canal dela.

Enquanto Maria recuperava o fôlego, limpando-se com os dedos e observando o próprio reflexo no espelho, um som abafado chamou sua atenção vindo da direção da sala. Curiosa e ainda zonza de prazer, ela abriu a porta do banheiro, puxando Marcos pela mão.

Ao chegarem à sala, Maria parou estancada, com os olhos arregalados: Luciana estava completamente nua, apoiada de quatro sobre o estofado, sendo rudemente fodida por Edu, que segurava seus quadris com força e desferia insvestidas impiedosas em direção ao rabo da garota.

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