Capítulo 249

A noite ainda não tinha acabado quando Arthur acordou. Não foi um grito, nem um assobio. Foi algo mais sutil e, por isso mesmo, mais perturbador. Um roçar de vozes, um murmúrio contido, como vento passando por frestas humanas. Arthur abriu os olhos lentamente, primeiro sentindo, depois vendo. O teto...

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