
Psicopata
Déborah Natália · Concluído · 125.7k Palavras
Introdução
Mais uma obra feita por mim espero que gostem, um beijo Nat.
Capítulo 1
INÍCIO,
Ter uma paixão por alguém que só te enxerga como mais um morador da comunidade, mas você é mais que isso além de ser o gerente do comando é um louco obsessivo capaz de tudo pra conseguir o que realmente deseja.
Do outro lado uma jovem que passa por muitas dificuldades, com pais viciados ela acabou de completar seus tão sonhados 18 anos, começou a trabalhar na pista de garçonete em uma lanchonete não muito longe da comunidade, ela sonha em um futuro melhor do que vive com seus pais, mas sabe que sua realidade é outra as dívidas deles na boca é grande e ela está tentando juntar dinheiro pra pagar, ma so dono do morro é ainda mais louco que o gerente como chamados na comunidade são a dupla dos infernos.
As vezes o medo de perder quem se ama te faz tomar decisões absurdas, que acaba com seus sonhos e fantasias, faz desejar morrer no lugar deles para que não precise passar por tudo isso novamente, porém uma promessa feita a alguém do tráfico pode ser de fato o fim da linha.
No entanto, você se entrega ao pecado pra salvar a vida de uns, mas se mata por outros, realmente é uma escolha sem volta e sem compaixão aonde vai existir lagrimas e dor, a felicidade boa ela talvez um dia exista, mas eu não garanto que ela permaneça.
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PERSONAGENS,
Clarisse,
Jordan (Gerente do comando)
Jordan Narrando,
Lá vai ela andando toda escaldada pela favela, todos aqui há conheciam nascida e criada no morro do dendê, mas ela não dá papo para as pessoas daqui ela parece sentir vergonha pelo que seus pais fazem, as minas da idade dela estão sempre curtindo um baile namorando ou até mesmo sendo mãe, e ela sempre em casa agora arrumou um trampo na pista a uns três quarteirões da entrada, eu sou louco por essa mulher já até matei um cara porque ele disse que ela seria dele coitado ta no inferno.
Os pais dela devem muito na boca o chefe já avisou que quando for cobrar vai matar, eu disse que ia cuidar da situação e ele já imagina o que eu iria fazer, sem pressa se eu for de cara ela não vai ceder, então eu vou dificultar um pouco as coisas ela vai vim até mim por espontânea vontade.
Sou gerente do comando des dos meus 15 anos, apanhei muito até me transformar no que sou hoje, poha louca mesmo e acho que é por isso que as minas ficam na disciplina passo o aço sem dó, e nenhuma ta afim de cantar pra subir por ousadia.
Já era dez da noite quando eu a vi subir o morro, sempre de cabeça baixa seus pais estavam sumidos e alguém iria ter que pagar a dívida deles.
E ela seria o pagamento perfeito.
Clarisse Narrando,
Eu havia acabado de chegar do trabalho estava bem cansada, eu trabalho de garçonete mas eu não sirvo só as messas, eu reponho estoque limpo a cozinha e ainda ajudo a descarregar o caminhão com os sacos de laranjas de fazer o suco, ou seja eu fazia de tudo minhas costas estavam muito doloridas e eu ainda tinha que arrumar a casa pelo visto meus pais haviam passado por aqui, a casa já não havia mais nada de valor agora eles levaram a minha cômoda e reviraram o resto das coisas que tinha aqui na certa procurando algo a mais de valor, bateram na porta e eu me tremi pois não sabia o que me esperava do outro lado, e quando abri uma chuva forte caia lá for a e o vento frio me fez arrepiar até a espinha, o gerente estava ali e a sua cara me dava medo, ele entrou olhando tudo em volta balançando a cabeça em sinal negativo, eu fechei a porta pois estava com frio ele tirou a blusa que estava molhava e vi a arma na sua cintura eu virei o rosto pois a fama dele era muito ruim.
Gerente: Aonde tá os seus pais.
Eu não sei aonde eles estão.
Gerente: Sabe que não pode esconder eles pra sempre né, já tem aviso pra passarem eles.
Eu realmente não sei, eu cheguei e a casa estava toda assim.
Gerente: Levaram mais alguma coisa?
Minha cômoda de pôr roupa.
Gerente: A dívida deles na boca ta alta, e por aqui eles não tão comprando isso não vai dá certo. - Ele pegou o rádio e começou a dar algumas ordens, eu me sentei no chão encostando na parede colocando o braço envolta dos joelhos e meus olhos se encheram de lágrimas eu não tinha o que fazer ainda nem recebi o meu primeiro salário, e também não queria perder os meus pais por mais que o que eles fazem é errado eu os amo.
Gerente: Como vamos resolver, alguém tem que pagar a dívida deles. - Ele veio andando devagar se abaixando na minha frente levantando meu rosto devagar me fazendo olhar nos seus olhos.
Eu comecei a trabalhar agora, me dá mais um tempo eu vou receber o salário e pago a dívida.
Gerente: Seu salário não paga a dívida deles.
Quanto eles devem?
Gerente: 30 mil, e o chefe não quer mais esperar. - Não contive as lágrimas eu não sabia o que fazer e sabia que as minhas próximas decisões iriam decidir qual seria o meu futuro.
Gerente: Você tem 3 dias.
Eu não tenho como conseguir esse dinheiro, por favor me demais um tempo.
Gerente: Daqui três dias eu volto aqui. - Ele saiu sem olhar pra trás, eu não sabia mais o que fazer estava realmente em um beco sem saída, e com uma arma pronta pra aperta o gatilho eu tinha que pensar em algo e rápido.
Jordan Narrando,
Eu sai da casa dela e fui direto pra boca, eu não queria machuca-la, mas queria ela ao meu lado, quando fiquei perto minha vontade louca era de beija ela e não soltar mais, a casa já não tem mais nada e não sei se ela tem pelo menos um colchão pra dormir, minha cabeça dava mil voltas.
Chefe: Falou com a mina lá, achou os dois noias?
Ela acabou de chegar do trampo, a casa ta toda revirada levou uma cômoda dela, mas ela não sabe aonde eles estão.
Chefe: O que vamos fazer, por mim passava logo.
Aqui o dinheiro eu vou pagar, mas quero sigilo eu vou desenrolar com a mina de outra forma agora ela deve pra mim.
Chefe: Gosta mesmo dessa mina a esse ponto?
Alucinado por essa menina, e ela vai ser minha.
Chefe: Tem meu aval, não vou avisar que a dívida ta paga se não eles vão aparecer aqui pra comprar mais. - Sai da boca indo pra minha casa no topo do morro, aqui ainda não tem móveis vou trazer ela pra morar comigo sem ideia essa semana ainda ela vem.
Eu passei os três dias vigiando-a, a lanchonete que ela trabalha fechou a vigilância sanitária interditou o local e agora pra ela me pagar seria ainda mais difícil, no fim do terceiro dia eu bati na porta dela e ela me atendeu com o rosto inchado de choro, mas tinha uma marca de mão ali.
Quem te bateu?
Clarisse: Eu cai, não foi nada demais. - Eu cheguei perto dela e segurei no seu queixo analisando bem seu rosto vendo que a mão era grande e provavelmente era do pai dela.
Seus pais estiveram aqui, sem mentiras Clarisse.
Clarisse: Eu cheguei e eles estavam aqui, eles levaram o dinheiro que recebi do dono da lanchonete, eu não queria dá e ele me bateu. - Eu dei um soco na parede sentindo todo o meu corpo queimar, eu ainda ia acertas as contas com eles a mais eu ia.
Arruma as tuas coisas.
Clarisse: Pra onde eu vou.
Tem dinheiro pra pagar a dívida?
Clarisse: Não tenho.
Então a parti de hoje você vai morar comigo, vai ser minha e assim vai pagar a sua dívida.
Clarisse: Vou ter que me vender?
Vai ser a minha mulher, e mulher minha não se vende.
Clarisse Narrando,
Eu fiquei olhando ele que me encarava sem piscar, eu sentia medo era como se uma onda gigante caísse sobre o meu corpo me levando pro fundo e eu não tivesse forças pra sair do lugar, ele foi até aonde era meu quarto e eu fui atrás, ali havia apenas um papelão e uma coberta aonde eu dormia, minhas roupas estavam em uma caixa de papelão a casa de fato não tinha mais nada, ele olhou em volta e pegou a caixa de roupas e me segurou no braço me puxando pra fora, e pois a caixa na frente e sentou na motto me mandando subir, eu queria gritar e chorar mais eu não conseguia, ele andava rápido o que fez com que eu segurasse na sua cintura de imediato ele ficou rígido com o meu toque e eu não entendi o porquê dele ficar assim, chegamos na sua casa que era no alto do morro e eu nunca tinha vindo aqui em cima, entramos e ele me mostrou a casa disse que é pra mim decorar com o meu gosto.
Gerente: Vai dormi aqui comigo.
Eu sei que não posso exigir nada.
Gerente: Porque aceita o que seus pais fazem.
Não é algo que eu possa escolher, eu já os escrevi em uma clínica pública, mas não tem vagas e uma particular eu não tenho como pagar.
Gerente: O que você pensa pro seu futuro?
Eu nada, não tenho mais planos nem sonhos.
Gerente: Toma um banho vou pedir um lanche. - Ele me deu uma toalha e eu em 18 anos foi a primeira vez que tomei um banho quente, quando sai o banheiro estava cheio de fumaça eu vesti um conjunto velho de dormi era o que eu tinha e desci secando o cabelo, na bancada da cozinha tinha pizza e refrigerante eu comi saboreando cada pedaço era tudo novo e quando acabei de comer ele me olhava intensamente, e veio andando devagar parando na minha frente abrindo as minhas pernas e entrando no meio delas, ele segurou o meu queixo me fazendo o olhar ele chegou mais perto e me beijou, meu primeiro beijo eu não sabia o que fazer.
Gerente: Abre a boca. - Assim fiz e ele segurou firme no meu cabelo passando a lingua devagar pela minha boca, eu fui acompanhando-o fazendo o mesmo sentindo ele me pegar no colo e me levar para o quarto, seria algo que eu não poderia evitar eu não queria ser contra e sentir na pele o quão ruim ele pode ser.
Gerente: Já esteve com algum outro homem antes?
Nunca.
Gerente: Não mente pra mim.
Estou sendo sincera, acabei de dar o meu primeiro beijo.
Gerente: Eu vou ser o seu primeiro em tudo, você vai ser somente minha. - Ele se afastou e tirou a sua roupa ficando completamente nu e tirou a minha roupa, ele voltou a me beijar alisando todo o meu corpo, eu sentia tudo queimar eu tinha medo dele não sabia o que ele iria fazer comigo nem até que ponto seria bonzinho, mas não podia negar que era uma sensação boa e quando sua boca tocou meu seio e minhas partes íntimas me arrepiei gostando da sensação.
Gerente: Eu vou colocar devagar, me fala se doer. - Eu concordei sentindo ele pôr as minhas pernas na sua cintura, ele foi entrando e me sentia sendo rasgada ao meio ele parou por um momento e depois começou a entrar rápido e forte, eu sentia dor mas ao mesmo tempo não queria que ele parece, por um momento sentir meu corpo todo tremer e em seguida um alivio e um cansaço ele tirou seu membro de mim e jogou um liquido branco sobre a minha barriga e seios, e quando ele fazia isso ele gemia rouco o que me fez sentir um frio na barriga, depois que ele soltou seu membro olhou pra sua mão e tinha sangue o meu sangue ele me olhou sorrindo e me beijou.
Gerente: Até eu morrer você vai ser minha.
Jordan Narrando,
Eu não sei nem quantas vezes imaginei ela assim, quantas vezes tirei uma pensando nela e ter ela aqui alimenta ainda mais a minha obsessão por ela, sentia que ela se retraia a todo momento sem saber o que fazer e nem como expressar o que ela estava sentindo, depois de tomarmos banho eu troquei o lençol havia sangue o seu sangue que agora era meu sangue, ela não demorou a dormi e eu fiquei sentado ali olhando ela que parecia dormi tranquila, passei um rádio pro caras perguntando dos pais dela, mas ninguém tinha visto estavam iguais ratos difícil de pegar, é bom que eu pegue eles pois se for outra pessoa vão passar eles rapidinhos.
Quando acordei ela ainda dormia, parece que era a primeira vez dela em tudo eu tomei um banho e fui na padaria busquei umas coisas e dois cafés em casa não tinha nada, quando voltei ela estava acordada sentada na escada e com cara de sono, mas se assustou quando entrei.
Ta tudo bem?
Clarisse: Tá sim, é que sempre que eu estava sozinha eles apareciam.
Eles não vão entrar aqui, vem comer depois anota aqui o que precisa comprar pra casa de alimento essas paradas, um menor vai te levar no supermercado da pista.
Clarisse: O que devo comprar.
O que você gosta de comer.
Clarisse: Não tenho preferência, comprava sempre o que o dinheiro dava.
Vai comprar tudo que tem vontade ué, coisa de limpa casa e de cozinha tem nada aqui, depois vai na loja de móveis e escolhi o que quer vou dá um malote.
Clarisse: Malote?
Dinheiro. - Ela concordou e comeu, eu tinha que trabalhar mas estava louco de mais pra sair de perto dela, depois de comer ela jogou as coisas no lixo e eu não me contive, coloquei ela na bancada e comecei a beija-la ela respondia do jeito dela sem saber muito o que fazer, eu estava muito excitado so desci ela a virando des costas abaixando o seu short e entrando nela com urgência ela gemeu pela primeira Vez me deixando ainda mais perdido a ponto de gozar rápido, ela estava suada e com a respiração ofegante eu a virei a beijando e em seguida fazendo ela me encarar.
Você é só minha, quando sair sem muito assunto com o menor. - Ela não me respondeu e eu comecei a ficar nervoso com o silêncio dela coloquei o polegar no clitóris dela mexendo devagar vendo ela se contorcer, e fui aumentando a velocidade.
Você me ouviu?
Clarisse: Eu ouvir, não vou ficar conversando com ele. - Eu continuei até sentir ela gozar, me abaixei chupando todo seu gozo enquanto ele se contorcia gemendo baixinho, eu levantei olhando nos olhos, e via medo misturado com desejo, ela vai acabar sendo a minha perdição, alucinado por essa mulher.
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