Reivindicada Pelo Bilionário

Reivindicada Pelo Bilionário

Khey Coco · Atualizando · 193.6k Palavras

709
Popular
549.8k
Visualizações
50.8k
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

—Assine.

A voz dele era fria, afiada como aço.

—Espera... tem alguma coisa errada.

—Assina essa porcaria de papelada —ele disse, a voz baixa e cortante como lâmina.

Eu engoli em seco.

As ameaças do meu pai ecoaram na minha cabeça: Se você não assinar, nunca mais vai ver seu filho.

E eu assinei.

Elizabeth Harper nunca deveria se casar com ele. Ele era perigo dentro de um terno sob medida, riqueza embrulhada no silêncio, poder disfarçado por olhos azuis e gelados.

Um erro, uma assinatura na sala errada, e agora ela está presa a Christian Reed, o bilionário implacável conhecido por destruir impérios... inclusive a própria linhagem.

Ela devia ser invisível. Obediente e descartável.

Capítulo 1

POV da Elizabeth

Eu não devia ter vindo.

Eu soube disso no segundo em que a gente saiu do carro e entrou naquela loucura cintilante do baile de máscaras anual da Mansão Carlton.

Dos lustres pingando dourado às taças de champanhe tilintando, tudo naquele lugar gritava dinheiro e status — duas coisas com as quais meu pai se importava mais do que com o próprio sangue.

Meu vestido estava apertado demais. O tecido vermelho grudava no meu corpo de um jeito que me deixava desconfortável, e a fenda era tão alta que eu vivia puxando para baixo sem nem perceber. Foi a Josephine, minha madrasta nada amorosa, quem escolheu.

— Tenta não parecer tão miserável — Jessica sussurrou ao meu lado quando entramos no salão de baile. — Você já chama atenção pelos motivos errados.

Eu não respondi.

O vestido dourado dela brilhava sob as luzes como se ela tivesse nascido para ser exibida.

E, de certa forma, tinha mesmo. A Jessica foi preparada para esse mundo desde o berço. Ela sabia encantar, sabia posar, sabia fazer os homens olharem duas vezes. Eu só... estava ali. Sempre no enquadramento, nunca em destaque.

A gente caminhou junto, mas não parecia que vivíamos no mesmo planeta.

A música cresceu — violinos, algo clássico e dramático. Risadas ecoavam do outro lado do salão. Garçons de terno preto circulavam com bandejas de champanhe e caviar. Todo mundo usava máscara, mas era fácil perceber quem tinha poder de verdade e quem só estava fingindo.

— Por que você tá encarando tudo como se estivesse no inferno? É só uma festa — ela disse, enlaçando o braço no meu, como se fôssemos irmãs que dividiam mais do que sangue. — Não envergonha a gente.

— Tá — eu disse, assentindo e me desvencilhando.

Parei perto da beirada da multidão, perto o bastante para parecer presente, longe o bastante para ser ignorada.

Esse era o meu papel.

— Elizabeth — a voz do meu pai cortou o ar como uma faca.

Eu me virei devagar. Ele mal olhou para mim, só um lampejo de irritação por trás da máscara.

— Tenta não envergonhar a gente hoje — ele resmungou.

— Eu nem falei nada — eu retruquei.

— Não precisa. Só de você estar aqui já é um risco.

Eu cerrei os dentes. — Então por que me trouxe?

A boca dele se apertou. — Porque aparência importa. Agora sorri. Alguém importante pode estar olhando.

Eu dei um sorriso afiado e falso e me afastei antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa.

Eu não estava ali por ele. Nem pela tentativa desesperada dele de continuar relevante numa cidade que devorava homens como ele por diversão.

Eu estava ali porque era o único jeito de desaparecer à vista de todos — só mais um corpo mascarado num mar de excessos.

Fui até o bar, encostado na lateral do salão. Eu precisava de algo forte, algo que deixasse essa noite borrada nas bordas.

O bartender olhou pra mim de relance.

— O que vai querer?

— Vodca — eu disse. — Pura. E, por favor, não economiza.

O primeiro gole queimou. O segundo fez meus ombros relaxarem só um pouco.

Levantei os olhos do copo, os dedos se apertando no vidro. As pessoas dançavam e conversavam; algumas riam. Ninguém parecia fora do lugar. Ninguém encarava.

Mas a sensação continuava dentro de mim.

Terminei a bebida num gole só, seco, e me levantei, com o chão inclinando de leve sob meus saltos. Talvez eu precisasse me mexer. Me perder no barulho.

Fui em direção à pista, abrindo caminho por entre vestidos brilhantes e smokings pretos, ignorando como as pessoas mal se mexiam pra me dar espaço. Eu não pertencia a esse lugar. Nunca pertenci.

A música estava alta, um ritmo sensual que se enrolava na sua cintura e puxava seu corpo pro movimento.

Casais balançavam, mãos baixas demais, corpos perto demais.

Entrei no meio, deixando a música afogar todo o resto.

Fechei os olhos.

Senti alguém me observar.

Eu não esperava chamar a atenção dele.

O homem nas sombras.

Ele me encarava do outro lado do salão, com o copo intocado. Havia algo na presença dele, algo que inquietava.

Ele usava uma máscara escura, um terno preto.

Havia algo perigoso ali, algo que fazia todo mundo parecer só ruído de fundo.

Eu devia ter desviado o olhar. Se fosse possível... correr.

Mas eu não desviei.

Quando ele se moveu na minha direção, a multidão se abriu como se sentisse ele chegando. E, quando ele me alcançou, eu senti o roçar do corpo dele no meu, as mãos quentes na minha cintura — e eu não recuei.

Eu deixei que ficassem.

Minha pele formigou.

Ele não disse uma palavra. Como se nem precisasse. Mesmo com a máscara, os olhos dele me prendiam como um segredo.

Como se ele soubesse que eu não pertencia ali. Como se ele soubesse que eu não sabia quem eu era quando vestia aquele vestido e aquele batom vermelho.

— Vem — ele disse. Só isso. A voz era grave e áspera.

Meu coração falhou uma batida.

Eu devia ter dito não.

Mas eu fui.

Ele pegou minha mão e me guiou pra fora da pista.

Pelo corredor. Paramos diante de uma porta, e ele tirou um cartão-chave do bolso como se fosse dono do mundo.

O quarto estava escuro e silencioso. Cheirava a couro e bebida. Tinha um sofá e um bar.

Ele fechou a porta atrás de nós.

Clique.

O som ecoou mais alto do que a música lá fora, como se o mundo tivesse ficado em silêncio só pra nós.

Entramos no quarto e, sem dizer nada, ele se sentou na beira da cama, sem tirar os olhos de mim. Era como se estivesse me esperando, e a ordem no olhar dele fez tudo em mim se retesar.

— Vem aqui — ele disse, com a voz baixa e densa de controle.

Minhas pernas se moveram antes que minha cabeça conseguisse acompanhar. Eu dei um passo na direção dele, devagar e insegura, com o coração martelando tão alto que eu jurava que ele podia ouvir.

Quando as mãos dele encontraram a minha cintura, fortes e firmes, um arrepio correu por dentro de mim. Ele me puxou para entre as pernas dele, me mantendo ali como se já tivesse feito aquilo antes. Como se soubesse do que eu precisava antes mesmo de eu saber.

Por um instante, ele só me encarou de baixo. Não o meu corpo. A mim.

E, pela primeira vez em muito tempo, eu me senti enxergada — não como a filha invisível do Harper, nem como a sombra da Jessica, mas como uma mulher.

Uma mulher que ele queria.

E, meu Deus… eu também queria ele.

Mas eu não devia.

Essa não era eu. Isso não era o que eu fazia.

Eu tinha vindo aqui pra desaparecer, pra soltar o controle, não pra deixar um desconhecido me desfazer num quarto escuro qualquer.

Eu hesitei. O ar travou no meu peito.

Eu devia ter recuado.

Eu devia ter dito não.

Mas, em vez disso, eu fiquei ali, paralisada no aperto dele, o coração disparado, dividida entre o medo e uma coisa muito mais perigosa. Desejo.

Os olhos dele não saíram dos meus.

Ele não forçou, não implorou; ele só esperou.

Como se soubesse que eu estava lutando contra algo que eu já tinha perdido.

E então ele me beijou.

Com força.

Não havia nada de suave naquele beijo. A boca dele se encaixou na minha, duro, áspero e faminto, como se ele estivesse há tempos sem isso.

As mãos dele deslizaram pelas minhas costas, me segurando no lugar, enquanto a língua dele invadia a minha boca, provando, tomando, se apossando.

Quando ele se afastou, eu estava ofegante, tonta.

Então, sem dizer uma palavra, ele empurrou as alças pra fora dos meus ombros e puxou o vestido até a minha cintura.

Abaixou as taças do meu sutiã, deixando meus seios à mostra. E então ele só ficou olhando, como se estivesse decorando cada centímetro de mim.

Ele se inclinou e abocanhou um mamilo, e uma luz branca explodiu atrás dos meus olhos. Uma mão dele se enfiou no meu cabelo, enquanto a outra apertava o peso do meu seio, e ele lambia e sugava o outro.

Ele alternou, dando a mesma atenção aos dois.

Deu um tapa de lado em um deles, só pra ver tremer. Com um som rouco, ele beliscou com os dentes, como se estivesse com raiva, como se quisesse marcar a pele e deixar nele a prova de que eu era dele.

Meus olhos reviraram, e minha pulsação latejou entre as minhas pernas. Se ele não parasse, eu pensei que podia gozar só assim.

Ele brincou com meus seios até eu ficar fora de mim, a ponto de eu fazer qualquer coisa pra sentir ele dentro de mim — qualquer coisa.

Uma voz dentro de mim gritava pra parar.

Mas a voz mais alta, a que vinha do fundo do meu peito, implorava pra eu não parar.

Porque, pela primeira vez, eu não estava sendo julgada. Nem comparada. Nem usada.

Eu só… era desejada.

Desesperada, eu levei a mão pra baixo e, atrapalhada, mexi na fivela do cinto dele, puxando pra fora. Ele estava quente e pesado na minha mão, e tão duro que eu não resisti a apertar e mover o punho uma vez.

Eu não sabia que um pau podia ser tão enorme na vida real. Eu achava que isso só existia nos livros pornôs que eu lia na internet.

Ele sibilou contra a minha garganta. Agarrou minha cintura e me empurrou para baixo até eu estar enfiada nele pela metade.

Ele gemeu.

Eu arfai.

É grande demais. Dói demais.

— Porra… — ele gemeu. — Você é tão apertadinha e macia… feita perfeitamente pra mim, bebê.

Mal sabia ele que era a minha primeira vez.

Ele se moveu devagar dentro de mim, quase como se estivesse tentando não me machucar.

Eu beijei o pescoço dele enquanto ele me estocava sem piedade por baixo. Rápido, forte e fundo. Eu achei que ia partir ao meio, mas não tinha como eu amar mais aquela sensação. Eu me sentia tão cheia. Sentindo que eu já começava a subir, toquei meu clitóris querendo chegar lá mais rápido. Precisando. Fiz movimentos circulares em mim mesma, rebolando enlouquecida em cima dele, gemendo e amando os sons que a gente fazia juntos.

— Que putinha tão boa — ele mordeu meu ombro, me jogando pra fora de mim, pras estrelas atrás dos meus olhos. Eu gritei enquanto ele metia mais forte e mais rápido, como um homem que não conhecia maciez havia anos.

— PORRA! — ele rosnou, gozando dentro de mim.

O quarto ficou silencioso.

A música do lado de fora era só uma batida abafada atrás das paredes, como uma lembrança tentando se arrastar de volta. Minha pele estava pegajosa de suor. Minhas coxas doíam. E meu coração? Eu nem sabia se ainda batia do mesmo jeito.

Ele se jogou de costas na cama, com um braço por cima da cabeça, como se não estivesse nem aí. Como se eu já fosse esquecível.

Talvez eu fosse.

Eu deslizei pra fora da cama, a barra do meu vestido torcida na minha cintura, meus saltos sumidos fazia tempo. Minhas pernas tremiam enquanto eu me abaixava pra pegar minhas coisas: sutiã, bolsa, dignidade. Eu não olhei pra ele. Eu não conseguia.

Eu não acreditava que tinha acabado de perder minha virgindade com um estranho.

Minha mão já estava na maçaneta quando ouvi a voz dele, baixa, preguiçosa, impossível de ler.

— Você nem quer um nome? Nem um rosto?

Eu parei.

Eu queria um monte de coisas. Um nome não ia consertar nenhuma delas.

— Não — eu sussurrei. — Eu só quero esquecer.


E então eu saí do quarto e dei de cara com a Jessica, tropeçando nela.

— Ai. Meu. Deus! — ela guinchou.

— O quê? — eu tentei bancar a sonsa.

— Eu fui atrás de você. Eu sei o que você fez. Não achei que uma santinha que nem você ia transar com qualquer cara.

— Foi minha primeira vez.

— Aham, sei. Como se eu fosse acreditar nisso — ela debochou, revirando os olhos.

— Por favor, não conta pro meu pai.

— Ah, eu já tava planejando te arrumar alguém mesmo. Paguei uma grana pra colocarem um negocinho na sua bebida. Eu não conto, a não ser que você conte.

Tudo fez sentido. Eu só tinha tomado um copo, mas já me sentia meio tonta, estranha, quente.

Eu não sabia se ficava possessa de raiva ou grata porque ela não ia contar.

— Obrigada — eu me forcei a dizer, me afastando do sorrisinho no rosto dela.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Nossa Luna, Nosso Companheiro

Nossa Luna, Nosso Companheiro

41k Visualizações · Concluído · Linda Middleman
Requests to the ChatCompletions_Create Operation under Azure OpenAI API version 2024-03-01-preview have exceeded token rate limit of your current OpenAI S0 pricing tier. Please retry after 3 seconds. Please go here: https://aka.ms/oai/quotaincrease if you would like to further increase the default rate limit.
Status: 429 (Too Many Requests)
ErrorCode: 429

Content:
{"error":{"code":"429","message": "Requests to the ChatCompletions_Create Operation under Azure OpenAI API version 2024-03-01-preview have exceeded token rate limit of your current OpenAI S0 pricing tier. Please retry after 3 seconds. Please go here: https://aka.ms/oai/quotaincrease if you would like to further increase the default rate limit."}}

Headers:
Retry-After: 3
x-ratelimit-reset-tokens: REDACTED
x-ms-client-request-id: d29c1db7-5e9c-41f1-bf25-2c9d9be673a5
apim-request-id: REDACTED
Strict-Transport-Security: REDACTED
X-Content-Type-Options: REDACTED
policy-id: REDACTED
x-ms-region: REDACTED
x-ratelimit-remaining-requests: REDACTED
Date: Wed, 16 Oct 2024 11:08:00 GMT
Content-Length: 348
Content-Type: application/json
Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida

Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida

40.6k Visualizações · Concluído · theresachipps
Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida
Livro Dois de Os Reis Lycan e o Lobo Branco. Também pode ser lido de forma independente.

Dezessete anos se passaram desde a ascensão do Lobo Branco, e o reinado dos Reis Lycan garantiu a paz em todo o reino. A próxima geração de guerreiros cresceu sob a proteção de governantes poderosos.

Cassian e Atlas, os herdeiros gêmeos do trono Lycan, já não são mais crianças. Prestes a completar dezoito anos, os futuros reis já se provaram no campo de treinamento, com força, habilidade e poder muito além do que sua idade sugeriria. Como gêmeos idênticos nascidos com habilidades extraordinárias, o vínculo entre eles é inquebrável, e a lealdade de um ao outro, absoluta. O reino sabe que, um dia, eles governarão juntos.

Mas completar dezoito anos traz mais do que responsabilidade.

Para os Lycans, é o momento em que o destino pode revelar a única pessoa destinada a ficar ao lado deles: sua companheira.

Para celebrar o aniversário de dezoito anos dos gêmeos, o palácio se prepara para um grande baile real. Alfas e famílias de todo o reino são convidados, e muitos chegam com a esperança de que suas filhas sejam escolhidas como a futura rainha do trono Lycan.

Só que o destino raramente segue o caminho que os outros esperam.

Em algum lugar do reino vive uma garota cuja existência nunca deveria ser conhecida. Escondida nas sombras dentro das muralhas do reino, ela carrega segredos no sangue capazes de mudar tudo — segredos poderosos o bastante para redesenhar o futuro do reino Lycan.

À medida que a noite do baile se aproxima, fios invisíveis do destino começam a entrelaçar vidas de um jeito que ninguém poderia prever.

O próximo capítulo da história dos Reis Lycan está prestes a começar.

E a companheira destinada a dois reis pode ser muito mais poderosa — e perigosa — do que qualquer um seria capaz de imaginar.
Renascida: A Vingança da Herdeira Indesejada

Renascida: A Vingança da Herdeira Indesejada

144.2k Visualizações · Atualizando · Jennifer
Depois de ser explorada até o fim pela própria família, Isabella morreu em amarga mágoa em seu próprio banquete de boas-vindas, apenas para milagrosamente voltar quatro anos no tempo! Desta vez, ela deixou de lado sua humildade, arrancou sua máscara de agradar a todos e esmagou impiedosamente todos que já a haviam prejudicado.

Enfrentando sua família, antes fria, ela recuperou tudo o que lhe pertencia por direito com uma feroz resistência, desmascarando a filha adotiva falsa e fazendo seus irmãos hipócritas se arrependerem de suas ações para sempre. No entanto, enquanto ela se concentrava em seu caminho de vingança, o todo-poderoso William continuava invadindo seu mundo, declarando sua reivindicação sobre ela com uma abordagem dominadora, porém terna.

Por que ele estava tão obcecado por ela? Que segredos desconhecidos estavam escondidos por trás da tristeza profunda em seus olhos?
DELE POR QUATORZE NOITES

DELE POR QUATORZE NOITES

22.8k Visualizações · Atualizando · Esther King
"Sim, sim."

Os gemidos começaram a escapar dos meus lábios incontrolavelmente. Eu não conseguia ver suas expressões faciais no escuro, mas sabia que um sorriso presunçoso estava em seu rosto e seus olhos semicerrados me observavam.

Sua voz era baixa, "Você gosta disso? Gosta de como eu te toco assim? Gosta de como eu esfrego seu clitóris com meu dedo como se você fosse minha?"

Eu acenei com a cabeça continuamente, gemendo de prazer, sem saber por quanto tempo mais eu poderia esperar antes que ele colocasse seu membro dentro de mim. Ele enfiou os dedos mais rápido e esfregou meu clitóris com a outra mão, "Isso. Vamos lá. Eu adoro os pequenos gemidos que você faz quando estou te provocando."

Eu lutava para formar as palavras, "P-p-por favor, pare de me provocar. Coloque logo—" um grito desesperado, "Eu quero sentir tanto. Eu quero—"

Um suspiro escapou dos meus lábios quando ele enfiou seu pau. Meu cérebro se encolheu como folhas murchas. Eu abri ainda mais as pernas e ele se inclinou completamente sobre mim. Pesado demais para segurar, e leve demais para não segurar. Ele começou a estocar. As estocadas ficando mais profundas e mais fortes a cada movimento. Dentro de mim. Sem parar. Eu enrolei meus pés ao redor de suas costas para que ele não pudesse escapar.


Voltando para a cidade onde nasceu, Rebecca Lewis teve uma discussão acalorada com o bastardo mais implacável da cidade; mal sabia ela que seu ato não tão esperto a colocaria em perigo.

14 dias. Uma mansão. Uma cama. Um homem não tão inocente. O que poderia dar errado?
A Rainha Lycan

A Rainha Lycan

7.4k Visualizações · Atualizando · Texaspurplerose72
"Se você quer que MEUS Guerreiros de Elite a encontrem, então precisamos saber tudo sobre ela, seus movimentos, amigos, onde ela gostava de ir, etc." Safyer disse a ele, "você não pode esperar que a gente chegue e automaticamente saiba onde ela está. Você quer que a gente apareça e puff! Sabemos onde ela está." Ela bufou. "Ao contrário do que você possa acreditar, não funciona assim." Ela deu uma risada sarcástica. "Ainda temos que investigar. Se você não quiser enviar as informações, então, desculpe, mas não podemos ajudar você." Ela deu de ombros com um tom entediado. Vega apenas balançou a cabeça. Ele sabia que sua filha estava apenas sendo desagradável com Aden.

"Tá bom," Aden cedeu, "para onde eu mando as informações?" Ele perguntou.

"Mande para o e-mail do Alfa Vega para que ele possa imprimir para mim e minha equipe." Ela instruiu.
Vega checou seu e-mail, "obrigado, Beta." Ele disse. "Minha equipe estará no aeroporto em duas horas. Eles precisam de tempo para arrumar as malas e avisar seus parceiros que estão saindo. Não há discussão sobre isso." Ele afirmou.

"Eu avisarei o Alfa Mason," Aden disse a ele, "quem será nosso ponto de contato?"

"A General Fyer será, ela estará no comando do caso." Disse Vega. "Quando a General Fyer não estiver disponível, você falará com o Tenente Austin ou o Tenente Rollins."

"Ah," foi a resposta de Aden.

"Se você tem problema em receber ordens ou trabalhar com mulheres," Safyer começou, "então é melhor superar isso," ela disparou. "Eu NÃO e NÃO vou aceitar seu desaforo ou atitude. Trabalhei muito para chegar onde estou. Se você não consegue lidar com isso, sugiro que supere ou encontre outra pessoa para ser meu ponto de contato."
Antes de Você Me Deixar Ir

Antes de Você Me Deixar Ir

125.2k Visualizações · Concluído · Rose Livingston
"Se acontecer alguma coisa com a Willow ou com o bebê dela, você vai desejar nunca ter nascido."

A voz de Elias foi uma lâmina no meu peito. Observei a mulher que ele amava — sua amante — caída em uma poça de sangue no pé da escada. Eu não a empurrei. Ela caiu tentando me agarrar, tentando se gabar do filho que crescia dentro dela. Mas ele não se importou.

Ele aninhou o corpo ferido dela como se fosse um cristal precioso, deixando sua esposa parada no frio. Ele não sabia que eu também estava grávida. Ele não sabia que, enquanto rezava pelo bastardo da amante, estava destruindo a mãe do seu herdeiro legítimo.

Toquei minha barriga lisa, as lágrimas congelando em meu rosto enquanto as luzes da ambulância nos pintavam de vermelho. Ele me olhou com puro ódio, um olhar que matou a última brasa do meu amor.

"Vou assinar os papéis do divórcio, Elias", sussurrei para o nada enquanto ele ia embora com ela. "Mas você nunca vai ver este bebê. Você escolheu a criança errada para salvar."
Secretária, você quer transar comigo?

Secretária, você quer transar comigo?

3.8m Visualizações · Concluído · miribaustian
Para Alejandro, um CEO poderoso, milionário, atraente, mulherengo e mimado, foi uma surpresa quando a nova secretária se recusou a ir para a cama com ele, já que todas caíam aos seus pés.
Talvez por isso nenhuma durasse mais de duas semanas; ele se cansava delas muito rápido. Mesmo assim, Valeria disse não, o que fez com que ele passasse a persegui-la, bolando diferentes estratégias para conseguir o que queria, sem deixar de lado a diversão com as outras mulheres.

Sem perceber, Valeria acabou virando seu braço direito, e ele passou a precisar dela até para respirar. Mas ele só reconheceu que a amava quando ela chegou ao próprio limite e foi embora.
SENHOR (Um Romance de Máfia e BDSM)

SENHOR (Um Romance de Máfia e BDSM)

91.7k Visualizações · Concluído · Aria Steele
De dia, Nora Ellis é a secretária eficiente e de língua afiada do enigmático bilionário David Reid. À noite, ela se transforma em Mistress Scarlet – a dominatrix mascarada que comanda o The Red Room.

Suas duas vidas nunca se tocam.
Até a noite em que o chefe dela entra em seu mundo como um novo cliente.

David não é estranho ao controle: de dia, ele é o CEO implacável com um império mafioso oculto; à noite, ele é o cliente mais exigente dela, sem saber que a submissa mascarada que ele deseja é a mulher que conhece todos os seus segredos. O que começa como um prazer proibido se transforma em uma obsessão perigosa, que embaralha as fronteiras entre poder, dor e amor.

À medida que os inimigos se aproximam e o passado de Nora ressurge, ela precisa decidir qual parte de si mesma vai salvar… a mulher que ele comanda ou a mulher que pode destruí‑lo.

Aviso de gatilho: Esta história contém cenas explícitas de BDSM (incluindo dinâmicas de dominação/submissão, práticas de impacto, imobilização e privação sensorial), descrições gráficas de violência armada e assassinato, tentativas de sequestro, ameaças ligadas à máfia e elementos de crime organizado, consumo de álcool e temas de segredo, traição e manipulação emocional. Leitura com cautela é recomendada – práticas seguras, sãs e consensuais são enfatizadas, mas o conteúdo pode ser intenso para alguns leitores.
Casamento arranjado: O Príncipe e eu

Casamento arranjado: O Príncipe e eu

211.2k Visualizações · Concluído · Kudzai Mukoyi
“Não vou mais tolerar seu comportamento insolente, garoto. Você trouxe isso para si mesmo. Você marcou esta jovem e agora deve tomá-la como sua.”

Nesse instante, Ziza sentiu seu coração encolher, morrer e afundar profundamente no fundo de seu estômago ácido. Tomá-la como sua? Sua mão em casamento? Certamente o rei não seria tão cruel a ponto de dar sua mão em casamento ao seu filho bestial.

Ela acabou de perder o emprego, perdeu o namorado e foi torturada por seus meio-irmãos e pela mãe deles. E isso era o que ela recebia—casar-se com um príncipe implacável e frio que a esbofeteou e insultou?!

Será que ela teria ao menos um vislumbre de esperança nesse casamento arranjado?
A Herdeira Vira-Lata Contra-Ataca

A Herdeira Vira-Lata Contra-Ataca

42.2k Visualizações · Concluído · PageProfit Studio
Dez anos atrás, Elizabeth Kaiser foi abandonada pelo pai biológico e expulsa de casa como um cachorro vira-lata. Uma década depois, ela voltou como uma general condecorada da Nação A, ostentando um poder imenso e uma riqueza incalculável.

Os espectadores aguardavam, ansiosos, a queda dela — só para assistirem, estarrecidos, às famílias mais influentes da Capital se curvarem diante dela com reverência.

Elizabeth abriu um sorriso frio. “Querem me caçar? Então é melhor pedirem permissão aos meus punhos primeiro!”
Donati

Donati

162.5k Visualizações · Concluído · Allison Franklin
O primeiro beijo dela... e tinha gosto de sangue.

Frankie Donati não é um homem bom. Ele não fica derretido. O coração dele não dispara. Ele não se apaixona. Ele usa, toma, conquista e descarta. Simples assim. Até deixar de ser. Tem uma garota nova no clube. Ela é jovem, linda e parece que saberia usar aquele bisturi pra fazer muito mais do que aliviar as pálpebras inchadas de um lutador. E acha que consegue se esconder dele.

Gloria Rubanov está fugindo. Quando o homem a quem ela foi prometida ainda criança vem cobrá-la, a mãe faz a única coisa em que consegue pensar: pede a um amigo pra esconder a filha no meio da família mafiosa mais perigosa do país, os Accardi. Mas, com os Accardi atolados numa guerra própria, é só uma questão de tempo até o noivo dela descobrir onde ela está… e vir buscá-la de volta.

Quando um encontro casual em uma situação comprometedora vira obsessão, só existe uma maneira de Frankie Donati deixar outro homem ficar com o que é dele: vão ter que arrancá-la de suas mãos frias. Mortas.
O GAROTO QUE PODIA GERAR UM HERDEIRO

O GAROTO QUE PODIA GERAR UM HERDEIRO

24.7k Visualizações · Concluído · Beauty m.j
TAPA

“Você acha que eu vou deixar o Cassian levar a culpa?”

“Ele é meu filho. E você? Você é só um rosto que eu me arrependo de ter trazido ao mundo!!”

Lucien nasceu com um segredo.
Um que nem ele entendia.
Um que o pai sempre soube — e por isso o odiou.
Enquanto o irmão gêmeo, Cassian, vivia uma vida de liberdade, Lucien vivia trancado atrás de portas, punido por simplesmente existir.

Ele não podia sair.
Ele não podia viver.
Ele era escondido. Esquecido. Quebrado.

Até que uma festa mudou tudo.

Uma princesa da máfia foi ferida.
A culpa caiu em Cassian.
Mas o pai deles fez questão de garantir que Lucien pagasse o preço.

Naquela noite, Lucien foi entregue a Zayn Kingsley —
Um herdeiro bilionário da máfia.
Um dos Oito que governam a cidade das sombras.
Ele tem duas esposas. Uma filha. E um pai morrendo, sussurrando:

“Me dê um filho. Um verdadeiro herdeiro. Ou você vai perder tudo.”

Zayn não acredita em fraqueza.
Não acredita em amor.
E com certeza não acredita em homens como Lucien.

Zayn é frio. Implacável. Homofóbico.

Mas o que Zayn não sabe…
É que Lucien carrega mais do que dor.
Ele carrega um segredo que desafia a biologia, a lógica e tudo o que Zayn achava que sabia:

🩸 Lucien pode gerar um herdeiro.

E o que começou como punição vira obsessão.
O que começou como ódio começa a queimar em algo proibido… e aterrorizante.