Capítulo 297

JEROME

O armazém abandonado na periferia do território neutro cheirava a podridão e ferrugem, e àquela umidade peculiar que vinha de décadas de negligência. A luz do luar filtrava-se através das janelas quebradas, criando manchas de sombra que meus irmãos podiam usar para se materializar----embora e...

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