CAPÍTULO 168

POV LILY

O carro do meu pai deslizava pela rua com aquela suavidade que só carro velho tem, quando o motor já conhece o caminho de cor. Eu estava no banco do passageiro, mochila no colo, mãos agarradas na alça como se fosse uma âncora. O cheiro de couro antigo e de café frio da garrafa térmica ...

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