Capítulo 3 Menage de aniversário 3
Ao saírem do banho, secos e limpos, os três voltaram para a cama com uma energia renovada e um novo senso de urgência. Alex, agora completamente entregue, deitou-se de costas, aguardando.
Graciela subiu e se sentou em cima dele, encaixando a buc eta no p au duro de Alex. Celso se posicionou atrás dela, colocou camisinha, passou lubrificante e, sem aviso, meteu o pa u no c u de Graciela.
A dor da primeira vez a fez gritar alto. Não era só a do r do sofrimento, mas a surpresa intensa de uma nova pene tração, que a fez segurar os ombros de Alex com força.
— Aiii! Celso! — gritou Graciela, sentindo o choque.
Celso beijou seu pescoço, imobilizando-a.
— Vou devagar, gostosa. Respira.
Ela levou alguns segundos, mas logo começou a se mover lentamente, descobrindo o prazer da dupla penetração. Ela se beijava com Alex, rindo entre os gemi dos, e se inclinava para beijar Celso.
Alex, olhando para a namorada em êxtase, sussurrou em seu ouvido:
— Eu te amo, Graciela. Te amo por ser assim.
Graciela, com o rosto corado de prazer, o encarou intensamente.
— Se você me ama, Alex, tem que me dar uma prova de amor. Quero ver você dando o c u para o Celso.
O rosto de Alex ficou tenso.
— Não, Graciela. Isso vai doer. — disse ele, voltando à sua inibição.
Celso parou os movimentos e acariciou Alex.
— Pelo menos tenta, Alex. Por ela. Por nós.
Graciela saiu do colo de Alex e deitou-se de lado, olhando para os dois. Alex a seguiu, metendo o p au em sua buc eta de lado, devagarinho.
Celso se ajoelhou e meteu os dedos lubrificados no c u de Alex. Cuspiu na mão e a espalhou. Alex ge meu, sentindo a pene tração dos dedos. Caio, então, tentou enfiar o p au.
— Ah! Não, Celso! Não! — Alex começou a gritar, nervoso. O c u de Celso era pequeno e estreito para o p au de Alex, mas o de Alex era ainda mais.
Celso foi devagar, parando por alguns instantes.
— Calma, eu paro se doer demais. Relaxa.
Com um gem ido de esforço, Celso me teu o p au completamente no c u de Alex.
Alex soltou um ge mido estranho, sufocado.
— Po rra… Eu vou go zar!
Celso riu, percebendo que Alex ia goz ar rápido demais. Ele precisava que Graciela tivesse seu momento antes que o show acabasse.
— Calma, corno. Marcha lenta. Não vai go zar antes da sua namorada.
Celso moveu-se lentamente no c u de Alex, enquanto Alex, impaciente, aumentava o ritmo na bu ceta de Graciela.
Graciela go zou primeiro, um prazer alto e explosivo, vindo da fricção.
Assim que ela se acalmou, Celso começou a m eter mais forte e rápido no c u de Alex. Alex, que resistia inicialmente, relaxou e começou a ge mer de um jeito completamente novo, balançando os quadris. Ele estava dando o c u feito um viad inho passivo sa fado, o que era para Graciela a prova de amor perfeita.
Alex go zou com um grito, abraçando Graciela por trás. Celso gobzou logo em seguida, com um urro gostoso e profundo, relaxando totalmente o corpo sobre Alex.
Os três estavam ofegantes, os membros unidos, suados e molhados. Celso tirou o pa u de Alex, e Alex tirou o p au de Graciela. Eles se limparam rapidamente com os lençóis amassados e se aninharam na cama.
Graciela estava no meio, beijando Celso e, em seguida, Alex. Aquele trio improvável dormiu abraçado, exausto e profundamente satisfeito.
Depois daquela noite, Alex nunca mais tocou no assunto de menage. Ele havia alcançado sua fantasia, mas o preço de sua "prova de amor" havia redefinido o que ele esperava de sua sexualidade. No entanto, o relacionamento dele e de Graciela estava, pela primeira vez, totalmente aberto e honesto.
Fim!!
Hora extra
O relógio marcava 21hrs. Armina limpava o balcão da cozinha de mármore de Leonor pela terceira vez naquele dia, bem depois do seu horário normal de saída. A mansão estava silenciosa, apenas o ruído abafado da música sertaneja que Leonor ouvia na sala de estar quebrava a quietude.
Nos últimos dois meses, desde que o divórcio se tornou realidade, o humor de Leonor se deteriorou drasticamente, e a casa refletia isso. A rotina de Armina havia se tornado um campo minado de humilhações sutis e exigências sem fim.
Leonor, sentada no sofá com um copo na mão, chamou Armina com impaciência:
— Armina! Não vou repetir. Pedi para você me trazer mais vinho. Vai me fazer esperar a noite toda?
Armina suspirou, largou o pano de prato e caminhou até a sala, mantendo a postura.
— Estou terminando a cozinha, Dona Leonor. Posso ir para o meu quarto, agora? — Falou lhe servindo mais vinho.
— Vá, vá. Mas não demore. E não pense em ir embora. Quero que você fique por perto. Caso eu precise de algo. — Disse a patroa mal amada.
Armina saiu exausta. A intenção de Leonor era clara, mantê-la de sobreaviso, mesmo depois do fim do expediente, uma forma de controle que Armina já não suportava mais. Ela entrou no pequeno quarto que usava, pegou um pijama simples e foi para o banheiro. A água quente do banho era o único alívio que tinha tido o dia inteiro.
Quando Armina saiu do banheiro, já de pijama, o silêncio da casa havia sido quebrado por um barulho de gelo caindo na cozinha. Leonor não costumava ir até lá. Curiosa e, por reflexo, preocupada com a louça que Armina tinha acabado de guardar, ela caminhou cautelosamente pelo corredor.
Ao chegar à cozinha, Armina parou na entrada. Leonor estava de costas para ela, envolvida em uma longa e luxuosa camisola de seda vermelha, que contrastava dramaticamente com a palidez de sua pele e a luz forte da bancada. Ela estava concentrada, misturando algo em uma coqueteleira.
— Dona Leonor? Algum problema? — perguntou Armina em voz baixa e hesitante.
Leonor se virou, com a coqueteleira na mão e um sorriso lento e forçado no rosto, mas que não alcançava seus olhos inchados pelo cansaço e, pelo álcool.
— Armina. É você. Sabia que não tinha ido dormir ainda.
Armina se aproximou.
— Eu… Eu tinha acabado de sair do banho.
