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O silêncio dentro do carro era ensurdecedor.

Derek estava no banco do motorista, as mãos agarradas ao volante na posição de dez e dez, os nós dos dedos brancos. Ele não ligou o motor. Não conseguia. Só ficou encarando, através do para-brisa, a rua escura, com a imagem de Olivia — furiosa, tremendo ...

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