Capítulo 56

Ponto de vista de Amara

O brilho da tela do notebook era a única luz no quarto, lançando sombras longas e esqueléticas contra o papel de parede descascando do meu refúgio na pensão. Eram três da manhã — a hora da noite em que o mundo parece mais honesto ou, talvez, mais desesperado.

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