Uma Noite Presa: A Cativa do CEO

Uma Noite Presa: A Cativa do CEO

Sierra · Atualizando · 247.0k Palavras

320
Popular
14.4k
Visualizações
999
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Traída. Três anos de amor mortos num instante. Eu peguei Adrian transando com a minha meia-irmã, Sophia, na garagem do estacionamento — as pernas dela enroladas nele, a BMW dele embaçada e balançando, e aquele sorriso de canto cruel e triunfante.

— Melhor do que ela? — ela gemeu.

— Muito melhor — ele rosnou.

Meu mundo se estilhaçou. Aí tudo desmoronou: meu pai incriminado, a tentativa de suicídio dele, contas médicas sufocantes. Bêbada e destruída, eu deixei Sebastian — um bilionário frio e dominante — me foder com força.

Na manhã seguinte, um contrato de seis meses: ele apaga minhas dívidas, salva meu pai, e eu sou propriedade dele — dele para possuir, dele para foder, quando bem entender.

Eu achei que era só um acordo, sem nunca imaginar que escondia um vínculo de vinte anos. De dia, um magnata de Wall Street frio, intocável. À noite, feroz, insaciável, bruto e ao mesmo tempo reverente — consumido por uma obsessão de décadas.

Ele destrói meus inimigos, desenterra cada mentira, me mantém presa no domínio dele. Quando ele me invade, fundo e implacável, a voz áspera contra o meu pescoço: — Estou te procurando há vinte anos, Emma. Essa buceta é minha. Esse corpo é meu. Cada porra de respiração que você dá pertence a mim. Nem pense em correr.

Essa posse nascida de um acordo — ruína ou destino? A verdade me atinge: ele me amou o tempo todo, esperou, ardeu, só para me reivindicar por completo.

Capítulo 1

Emma

Ouvi ela primeiro.

O gemido de uma mulher, baixo e sem fôlego, ricocheteando nas paredes de concreto do estacionamento. Meu cérebro travou por um segundo — talvez uma TV em algum lugar, talvez o celular de alguém. Aí veio o grunhido, ritmado e inconfundível, e meu estômago despencou.

Não. Não, não, não. Não aqui. Não agora. Não ele.

A BMW do Adrian estava a três fileiras dali. Cinza grafite, placa personalizada — “LEGACY1”. Os vidros embaçados por dentro, a umidade grudada no vidro. Balançando.

Eu conhecia aquele carro. Eu tinha sentado naquele banco do passageiro mil vezes. Eu tinha dormido nele em viagens longas para o interior. Eu tinha beijado ele ali depois do nosso primeiro encontro de verdade, nervosa e eufórica, achando que tinha encontrado algo bom.

O carro continuava balançando. Um ritmo constante. Inconfundível.

Outro som — um suspiro agudo, e então: “Ai, porra, isso, bem aí—” A voz dela falhando na última palavra. Depois o gemido grave dele, daquele tipo que significava que ele estava perto. Os sons que eu costumava fazer ele fazer.

Meus pés continuaram andando mesmo com meu cérebro berrando para eu dar meia-volta. Mas eu não conseguia parar. Eu precisava saber.

Pelo vidro embaçado, eu via formas. A silhueta dela montada nele no banco do motorista, cabelo escuro caindo para a frente, a cabeça jogada para trás. As mãos dele nos quadris dela, apertando forte, guiando o ritmo.

“Porra, você é tão gostosa—” A voz dele, áspera e desesperada.

Ela riu — sem fôlego, encantada — e o som me atravessou como uma lâmina. “Melhor do que ela?”

Uma pausa. Só um batimento. Então: “Muito melhor.”

As palavras me atingiram como um golpe físico. Eu parei de respirar.

Cheguei mais perto. Perto o bastante para enxergar por uma pequena clareira no embaçado. As unhas vermelhas dela cravadas nos ombros dele. A curva pálida da coxa nua, a saia embolada na cintura. A camisa dele aberta, a boca dela no pescoço dele. O jeito como se moviam juntos, frenéticos e urgentes, como se estivessem famintos por aquilo.

Como se já tivessem feito aquilo antes. Muitas vezes antes.

“Meu Deus, Adrian—” Ela arfava agora, os movimentos ficando mais rápidos, mais desesperados.

“Isso, baby. Pega o que você precisa.” As mãos dele subiram pelas costas dela, se enroscando no cabelo, puxando a boca dela para a dele.

Minhas chaves escorregaram da minha mão e bateram no concreto com um estrondo que ecoou pelo estacionamento inteiro.

Tudo parou.

O movimento dentro do carro congelou. Um segundo. Dois. Três.

“Merda. Você ouviu isso?”

“Não é nada.” A voz dele. Baixa e áspera e um pouco ofegante. “Provavelmente só alguém pegando o carro.”

“Adrian, e se—”

“Shh. Tá tudo bem. Vem cá. A gente não terminou.”

O carro começou a se mexer de novo. Mais devagar agora, mais cuidadoso, mas ainda se mexendo. Ainda transando. Como se quem quer que estivesse lá fora não importasse. Como se eu não importasse.

O vidro do motorista abriu uma fresta — só um dedo — e uma mão apareceu de repente. Eu conheci aquela mão antes mesmo de ver o anel. Dedos longos. A cicatriz no polegar de quando ele tentou consertar minha estante no ano passado. O anel de prata no dedo anelar pegando a luz fluorescente.

O anel que eu tinha dado a ele. O que eu tinha escolhido com cuidado na Tiffany’s, gravado com as coordenadas do restaurante onde ele tinha me dito pela primeira vez que me amava.

Aquela mão — a mão dele, usando o meu anel.

Nem a decência de sair do carro. Só aquela mão, aquele anel, me mandando sumir para ele poder terminar o que tinha começado.

Como se eu não fosse nada. Como se três anos da minha vida pudessem ser descartados com um movimento do pulso enquanto o pau dele ainda estava enterrado na buceta daquela mulher.

O vidro subiu de novo. Pela fresta estreita, eu ouvi ela outra vez: “Eles foram embora?”

Uma pausa. Aí a voz dele, irritada agora. Impaciente. “Não sei. Não me importa. Agora, onde a gente estava?”

O carro voltou a balançar. Mais rápido dessa vez. Mais forte. Os gemidos dela ficaram mais altos. Mais agudos. Crescendo para alguma coisa. “Ai, meu Deus, ai, meu Deus, eu vou—”

“Vai. Goza pra mim.”

Ela gritou — alto o bastante para ecoar pelo estacionamento — e o carro sacudiu violentamente por alguns segundos antes de ficar imóvel.

Silêncio. Só respiração pesada. Então a risada dela de novo, satisfeita e preguiçosa.

“Porra. Aquilo foi—”

“Eu sei.” A voz dele estava áspera. Saciada. “Você é incrível.”

Era o Adrian. O Adrian que me trazia café todas as manhãs. O Adrian que me abraçou quando minha mãe morreu. O Adrian que ficou comigo no hospital quando o papai adoeceu pela primeira vez e prometeu que a gente ia passar por aquilo juntos. O Adrian que disse que queria se casar comigo um dia.

Minhas mãos tremiam. Meu corpo inteiro tremia.

Pensei em socar a janela. Gritar. Exigir respostas.

Mas não fiz.

Porque, em algum lugar por baixo do choque e da dor, eu já sabia. Eu já sabia o que significavam aquelas “ligações de trabalho” tarde da noite, aquelas “reuniões com clientes” nos fins de semana e aquela colônia nova que eu não reconhecia. Eu já sabia o que tudo aquilo queria dizer.

Eu sabia havia semanas. Talvez meses. Só não queria enxergar.

Ouvi movimento dentro do carro. O roçar de tecido. “A gente provavelmente devia ir.”

“É. Volta pro seu lugar. Eu te levo pra casa.”

O som dela saindo de cima dele, indo para o lado do passageiro. Um zíper. O palavrão baixo dele ao se ajeitar. Depois, o clique dos cintos.

O motor ligou. Os faróis da BMW acenderam, fortes e cegantes, batendo direto no meu rosto.

Dei um passo para trás por instinto, indo para a direita até ficar atrás de um pilar de concreto. Encostei nele, observando o carro pela borda.

Quando o carro virou para sair, as luzes fluorescentes fracas foram o suficiente para iluminar o interior pela janela do lado do passageiro. Adrian estava concentrado na estrada à frente. Mas ela — a mulher no banco do passageiro — estava com o rosto virado para o meu lado.

Só aqueles poucos segundos, só o tempo suficiente para eu vê-la com clareza.

Cabelo escuro. Batom vermelho borrado pela boca e pelo queixo. Ajustando a alça do vestido. O pescoço coberto de marcas recentes — chupões, marcas de mordida, a prova do que tinham acabado de fazer.

Então ela me viu.

Nossos olhos se encontraram através do vidro.

Sophia.

Minha meia-irmã. A enteada do meu pai. A garota que tinha morado na nossa casa nos últimos cinco anos, que se sentava na minha frente no jantar todas as noites, que me chamava de “mana” e pegava minhas roupas emprestadas.

Por um segundo congelado, a gente só ficou se encarando.

Eu esperei culpa. Vergonha. Algum lampejo de remorso.

Em vez disso, ela sorriu.

Não um sorriso de desculpas. Nem de culpa. Um sorriso triunfante. Como se tivesse ganhado alguma coisa. Como se estivesse competindo por um prêmio que eu nem sabia que estava em disputa, e finalmente tivesse reivindicado.

Então ela ergueu a mão — de propósito, devagar, sem desviar o olhar do meu — e limpou com o polegar o batom borrado do canto da boca. Levou o dedo aos lábios. Lambeu, limpando tudo.

O gesto foi obsceno. Deliberado. Um “vai se foder” embrulhado num sorriso.

“Adrian”, ela disse, com a voz doce e preguiçosa, virando-se para ele. A mão dela deslizou para a coxa dele. Possessiva. Marcando território. “A gente pode se ver de novo amanhã?”

“Claro.” A voz dele, quente e carinhosa. Sem olhar uma única vez na minha direção.

O carro subiu a rampa.

As lanternas traseiras desapareceram, e eu fiquei sozinha na garagem com minhas chaves caídas e o som da minha própria respiração ecoando no concreto.

Abaixei para pegar as chaves. Minhas mãos tremiam tanto que precisei tentar três vezes.

De manhã, o advogado tinha dito que alguém falsificou as assinaturas do papai. Alguém com acesso aos documentos pessoais dele. Alguém em quem ele confiava.

Adrian tinha esse acesso. Adrian, que tinha sido tão prestativo com as finanças do papai. Adrian, que passava horas no escritório do papai “ajudando” com os investimentos.

E Sophia sempre parecia tão interessada nos negócios do papai. Sempre fazendo perguntas, sempre rondando o escritório quando Adrian estava lá, analisando os arquivos.

Meu Deus.

O pensamento me atingiu como uma onda.

Meu telefone tocou.

Eu o puxei com as mãos trêmulas. Número desconhecido.

“Srta. Hartley?” Uma voz de mulher, profissional e pesarosa. “Aqui é a enfermeira Patterson, do Greenwich Psychiatric Care Center. Seu pai tentou improvisar uma forca com os lençóis hoje à noite. Nós o encontramos a tempo, mas o doutor Morrison acha que a senhora deve vir imediatamente.”

O telefone escorregou da minha mão. Bateu nos degraus, descendo três lances. A tela rachou, mas eu ainda conseguia ouvir a voz dela, metálica e distante: “Srta. Hartley? A senhora está aí?”

Eu me deixei escorregar pela parede e sentei no chão de concreto da escada.

O papai tentou se matar.

Adrian estava transando com a Sophia.

E eu era a idiota que tinha deixado os dois destruírem a gente.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

A Lua Proibida e Seu Alfa Renegado

A Lua Proibida e Seu Alfa Renegado

9.1k Visualizações · Atualizando · Isabel Lopez
Artemisa Levana não é uma mulher-lobo qualquer; ela é um presságio. Marcada desde o nascimento por seu albinismo, a bruxa de sua alcateia sentenciou seu destino com um decreto tão cruel quanto absoluto: como loba branca, ela é a portadora de uma maldição ancestral. Para evitar que o mundo dos licantropos desmorone sob a sombra da tragédia, Artemisa foi condenada a uma vida de solidão e castidade. Deve manter-se virgem, longe do alcance de qualquer Alfa, sob o peso de uma profecia que a obriga a observar o mundo das sombras, sabendo que sua entrega seria o fim de tudo o que conhece. Seu maior sofrimento tem nome e olhos dourados: Canagan Amarok, o Alfa da alcateia aliada à sua família, o homem cuja bondade foi o único refúgio em sua vida de ostracismo, sempre foi o sonho proibido de Artemisa.

No entanto, aquele sonho foi despedaçado no dia da cerimônia, quando ela viu Canagan jurar amor eterno e marcar como sua Lua Cordelia, a cruel irmã mais velha de Artemisa. Mas o destino, caprichoso, tinha preparada uma ruptura brutal. Em meio ao casamento, o caos irrompe quando Velkan Amarok, o meio-irmão exilado de Canagan e o rebelde mais perigoso da estirpe, invade a mansão com um exército de párias. Velkan, com sua pele morena e seu selvageria indomável, chega buscando vingança e poder, desafiando Canagan para um duelo de sangue pela liderança. Em um ímpeto de desafio contra o irmão, Velkan rapta Artemisa diante de todos. Ele não apenas a toma como refém; ele a reivindica como sua própria Lua, desafiando os céus, a profecia e, acima de tudo, Canagan.

Agora, Artemisa encontra-se nas mãos de um Alfa que não conhece a piedade, arrancada de sua vida de submissão para ser o troféu de uma guerra sangrenta.
Jackson Thompson- O ceo na minha vida

Jackson Thompson- O ceo na minha vida

3.2k Visualizações · Concluído · Priscila Martinelli
Haley Elisabete Campbell,saiu de uma cidade do interior de NOVA YORK embusca de sua tão sonhada carreira de diretora de Marketing,porém a vida não é tão facil como ela pensou q seria,vai enfrentar algumas barreiras,porém sempre com sua irmã fiel e suas amigas para te ajudar .
Jackson Adam Thompson tem 29 anos mesmo jovem a 2 anos assumiu o lugar de seu pai como Presidente da grande empresa Thompson's Marketing & Tecnologia corporation,a maior empresa de marketing e tecnologia de nova york fundada por seu pai a 30 anos atras em 1992.
Jake como é chamado pelos amigos e familia se tornou um homem frio cauculista e com mta raiva após sofrer com umas coisas no passado,construiu um muro que ninguem além de sua familia consegue ultrapassar,até Hoje.
Essa e uma historia cheia de segredos,raiva,amizade,familia e amor .
MARCADA POR DOIS NO MORRO

MARCADA POR DOIS NO MORRO

15.3k Visualizações · Concluído · Micaeli Castanho
Melissa é uma jovem trabalhadora, que cuida do seu dia a dia no salão de beleza e tenta se recuperar de um relacionamento que só lhe trouxe humilhações. Numa noite de baile no morro, ela deixa os conselhos da amiga Geovanna entrarem na cabeça: bebe para esquecer os problemas, e se aproxima de Escorpião — um homem carismático, de sorriso fácil e fama perigosa.

O que ela não imaginava é que acordaria no dia seguinte numa cama desconhecida, com o corpo cheio de marcas da noite anterior, ao lado de Escorpião e de Pesadelo: o homem mais temido de todo o território, dono de um poder absoluto que ninguém ousa questionar.

Melissa descobre então que os dois não são apenas parceiros de mando — dividem muito mais do que o comando do morro: dividem desejos, segredos e agora, ela. Envolvida sem querer num jogo que não conhece, entre a fuga desesperada e a atração que não consegue controlar, ela vai perceber que cruzou uma linha da qual não há volta.

Presa entre o medo, a paixão e um mundo regido por regras duras e possessivas, Melissa terá que escolher: correr para tentar recuperar a vida que conhecia... ou aceitar o lugar que eles já reservaram para ela, bem no centro da sua vida e da sua sombra.
O CEO Acima da Minha Mesa

O CEO Acima da Minha Mesa

1.1m Visualizações · Concluído · McKenzie Shinabery
“Você acha que ela precisa de você”, ele diz.

“Eu sei que precisa.”

“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”

“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”

“E se o mundo pegar fogo?”

Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.

“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”

Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.

Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.

Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.

E por muito tempo, eu fui apenas útil.

Até que ele começou a me observar.

No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.

Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.

Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.

Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.
Entre o Passado eo Presente

Entre o Passado eo Presente

2.1k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Ela o amou em segredo por anos. Ele nunca soube. Até o dia em que ela o viu nos braços de outra mulher e decidiu fugir.

Maju e Bruno cresceram juntos. Eram melhores amigos, inseparáveis. O que Bruno nunca imaginou é que, por trás dos sorrisos e da cumplicidade, Maju escondia um amor profundo e silencioso. O medo de arruinar a amizade sempre a impediu de confessar.

Até que a verdade a atingiu como um raio: ver Bruno abraçado a outra mulher foi o suficiente para destruir suas esperanças. Sem dizer a verdadeira razão, ela aceitou um emprego longe de tudo e partiu, levando consigo um coração partido e a certeza de que havia perdido o único homem que amava.

Cinco anos se passaram. Maju construiu uma carreira, amadureceu e aprendeu a viver longe. Mas, quando uma situação inesperada a obriga a voltar para a cidade natal, ela se depara com o passado que tentou enterrar.

O primeiro olhar logo no reencontro diz tudo o que as palavras calam. Bruno está ali. E o tempo, que deveria apagar os sentimentos, parece ter apenas intensificado o que os dois sempre esconderam.

Mas o que Maju não sabe é que Bruno nunca seguiu em frente. E que a mulher que ela viu em seus braços naquele dia não era o que ela imaginava.

Uma segunda chance para um amor não declarado. O destino vai dar a eles a coragem que faltou cinco anos atrás?
Bastardo Perfeito

Bastardo Perfeito

4.9m Visualizações · Atualizando · Mary D. Sant
Ele levantou meus braços, prendendo minhas mãos acima da cabeça. "Diga que você não transou com ele, droga," ele exigiu entre dentes cerrados.

"Vai se foder, seu filho da puta!" retruquei, tentando me soltar.

"Diga!" ele rosnou, usando uma mão para segurar meu queixo.

"Você acha que eu sou uma vadia?"

"Então isso é um não?"

"Vá para o inferno!"

"Bom. Era só isso que eu precisava ouvir," ele disse, levantando minha blusa preta com uma mão, expondo meus seios e enviando uma onda de adrenalina pelo meu corpo.

"O que diabos você está fazendo?" ofeguei enquanto ele olhava para meus seios com um sorriso satisfeito.

Ele passou um dedo sobre uma das marcas que ele havia deixado logo abaixo de um dos meus mamilos.

O desgraçado estava admirando as marcas que ele deixou em mim?

"Envolva suas pernas em mim," ele ordenou.

Ele se inclinou o suficiente para pegar meu seio na boca, sugando forte um mamilo. Mordi meu lábio inferior para abafar um gemido enquanto ele mordia, fazendo-me arquear o peito em direção a ele.

"Vou soltar suas mãos; não ouse tentar me parar."



Desgraçado, arrogante e completamente irresistível, o tipo exato de homem com quem Ellie jurou nunca mais se envolver. Mas quando o irmão de sua amiga retorna à cidade, ela se vê perigosamente perto de sucumbir aos seus desejos mais selvagens.

Ela é irritante, inteligente, gostosa, completamente louca, e está deixando Ethan Morgan louco também.

O que começou como um simples jogo agora o atormenta. Ele não consegue tirá-la da cabeça, mas nunca permitirá que alguém entre em seu coração novamente.

Mesmo enquanto ambos lutam com todas as forças contra essa atração ardente, serão capazes de resistir?
O Preço do Teu Toque

O Preço do Teu Toque

9.5k Visualizações · Atualizando · gerlane Pereira
Algumas alianças são assinadas com tinta.
Outras... com sangue.
Quando o império Moretti começa a ruir após um escândalo financeiro que ameaça destruir décadas de poder, Alessandro Moretti recebe uma única saída deixada por seu avô em testamento: casar-se com uma mulher escolhida anos atrás por um acordo entre duas famílias.
O problema?
Ele nunca ouviu falar dela.
Aurora Vasconcelos cresceu acreditando que seu pai morreu devendo favores aos Moretti. Nunca imaginou que sua própria vida fazia parte daquela dívida.
Ela não precisa de marido.
Ele não acredita no amor.
Mas ambos precisam um do outro.
Enquanto aprendem a dividir a mesma cobertura, os mesmos jantares de negócios e o mesmo sobrenome, descobrem que alguém dentro da empresa está manipulando contratos milionários.
E quanto mais perto chegam da verdade...
Mais caro se torna cada toque.
Porque há pessoas dispostas a matar para impedir que esse casamento dê certo.
A Esposa Contratual do CEO

A Esposa Contratual do CEO

2.2m Visualizações · Atualizando · Gregory Ellington
O mundo de Olivia Morgan vira de cabeça para baixo quando ela pega seu namorado a traindo com sua amiga. Devastada e afundada em dívidas, ela é empurrada para um acordo improvável com Alexander Carter, o frio e calculista CEO da Carter Enterprises. Em troca de um casamento de conveniência de um ano, Olivia recebe o dinheiro que desesperadamente precisa—e uma promoção que nunca esperava. Mas à medida que o relacionamento falso deles confunde as linhas entre negócios e prazer, Olivia se vê dividida entre o homem que lhe oferece tudo e o rival de negócios que quer seu coração. Em um mundo onde a traição está a um passo de distância e o desejo arde intensamente, Olivia deve navegar por suas emoções, sua carreira e um jogo perigoso de poder, paixão e segredos. Será que ela conseguirá manter seu coração protegido enquanto se aprofunda na teia de luxúria e amor de um bilionário? Ou o coração frio de Alexander derreterá no calor da química inegável entre eles?
A Herdeira da Máfia

A Herdeira da Máfia

3k Visualizações · Concluído · Alê Santos
Angelina Becker é uma mulher altamente perigosa, criada no mundo da máfia, é uma poderosa máquina de matar, e tem como sua maior arma contra seus inimigos, o seu jeito sedutor. Porém, agora aos 24 anos, está prestes a assumir os negócios da família, algo com o qual ela sempre sonhou, no entanto, devido a sua teimosia em querer fazer tudo sempre do próprio jeito, ainda que seja o jeito errado, o que deixa seu pai irado, para isso ela teria que casar-se com Thomaz Hilberg, o homem que se tornou seu maior inimigo com o passar dos anos, mesmo suas famílias sendo tão unidas, fazendo com que passassem a ser a família de mafiosos mais respeitada da Rússia, caso não aceitasse, seu pai entregaria o trono a seu primo ambicioso, que pensa estar bem mais preparado para o cargo. Mas, Angelina não aceita jamais ser dominada por um homem ou até mesmo precisar de um ao seu lado para ter algo que é seu por direito.
De Melhor Amigo a Noivo

De Melhor Amigo a Noivo

2.5m Visualizações · Concluído · Page Hunter
A irmã dela vai se casar com seu ex. Então, ela leva seu melhor amigo como noivo de mentira. O que poderia dar errado?

Savannah Hart achava que tinha superado Dean Archer—até sua irmã, Chloe, anunciar que vai se casar com ele. O mesmo homem que Savannah nunca deixou de amar. O homem que a deixou de coração partido… e agora pertence à sua irmã.

Uma semana de casamento em New Hope. Uma mansão cheia de convidados. E uma madrinha de casamento muito amarga.

Para sobreviver a isso, Savannah leva um acompanhante—seu encantador e bem-apessoado melhor amigo, Roman Blackwood. O único homem que sempre esteve ao seu lado. Ele deve um favor a ela, e fingir ser seu noivo? Fácil.

Até que os beijos de mentira começam a parecer reais.

Agora Savannah está dividida entre manter a farsa… ou arriscar tudo pelo único homem por quem ela nunca deveria ter se apaixonado.
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

1.3m Visualizações · Atualizando · bjin09036
deixar um estranho me destruir em um quarto de hotel.

Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.

Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.


Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.

June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.

Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.

Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.

Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
A Obsessão do Traficante

A Obsessão do Traficante

12.6k Visualizações · Concluído · VAL VEIGA
Elisa cresceu acreditando que sua mãe morreu no dia em que ela nasceu. Criada apenas pelo pai, viveu uma vida cercada de proteção, sem imaginar que toda a sua história era construída sobre mentiras.
Tudo muda quando ela é vendida e acaba nas mãos de Samuel, o homem mais temido do Morro da Alvorada. Conhecido por sua frieza e autoridade, Samuel carrega cicatrizes profundas deixadas por traições que o transformaram em alguém incapaz de confiar e de amar.
O que deveria ser apenas mais um acordo logo se torna uma perigosa obsessão. Enquanto Elisa luta para recuperar sua liberdade e descobrir a verdade sobre o próprio passado, Samuel vê todas as suas certezas ruírem diante da única mulher que jamais deveria tocar seu coração.
Entre segredos, disputas por poder e inimigos à espreita, eles descobrirão que, às vezes, a obsessão é muito mais perigosa do que o amor.