
Vendida para o Don
Edilaine Cargnin Beckert · Concluído · 186.2k Palavras
Introdução
Capítulo 1
Capítulo 1
Don Antony Strondda
Massageei a sobrancelha indo até minha testa com a ponta dos dedos. Essa conversa me deixa completamente irritado, não vou suportar por muito tempo.
É de manhã, e o recebi no reduto fortificado, onde degusto meu Whisky... se eu perder o controle, nos resolveremos aqui mesmo.
— Esperamos o quanto deu, Don..., mas infelizmente o seu pai te entregou o posto definitivamente, e só estávamos esperando que ele levasse à sua mãe em viagem, ele à ama demais para permitir que sofra com essa situação — tio Hélio fala, e se senta à minha frente.
Embora eu o respeite muito, por ser casado com a irmã da minha mãe, e ter sido o consigliere do meu pai por tantos anos, fiquei irritado demais para me conter. Num impulso me levantei da cadeira, tirei a minha Taurus G2, calibre 9 mm e engatilhei.
— DE QUE PORRA ESTÁ FALANDO? EU NÃO VOU ME CASAR, SERÁ QUE VOU TER QUE MOSTRAR COMO RESOLVO AS COISAS? — gritei, levantando e enfiei a arma em sua cabeça. Por mais que eu o considere, não me rebaixo para ninguém, comigo as coisas funcionam assim.
— CALMA, ANTONY. EU SEI MUITO BEM COMO RESOLVEMOS AS COISAS, E TENHO MAIS EXPERIÊNCIA QUE VOCÊ! — ouvi o barulho do gatilho da sua 357 nos meus miolos... ele também é ótimo com a arma, estávamos quites.
Seu olhar era de reprovação, sua respiração estava acelerada, conforme fui me afastando, percebi que a sua arma continuava apontada pra mim.
Voltei a me sentar, mesmo travando o maxilar com força, e com uma péssima expressão no rosto.
— Tio — fiz uma pausa e coloquei o copo de Whisky na mesa com força, quase o quebrando. — Ninguém poderá me dizer o que devo fazer.
— Eu também te entendo, Antony. Te chamo pelo nome porque te vi crescer, você é como um filho pra mim — se levantou colocando as mãos sobre a minha mesa. Eu conhecia bem aquele olhar, não era de compreensão, ele também estava farto.
— Então, me livre disso — bati com a mão na mesa, mas ele deu de ombros.
— Impossível. Você conhece as regras, e a sua mãe já te privou de muitas que deveria ter cumprido, fugiu de treinamentos e de casamentos. Mas agora não tem mais nada a ser feito. Eu apenas vim informar que o conselho está presente, eles os aguardam na sua sala, com duas belas moças virgens da alta sociedade que tem boa fama — me levantei irritado, dando-lhe às costas.
Arremessei o copo na parede, e meu tio nem piscou, já me conhece o suficiente.
— Que ridículo. Não existe uma mulher sequer, que tenha chamado a minha atenção aqui em Roma, por muitas vezes até cheguei a pensar em desistir de ser o novo Don — caminho de um lado para o outro, passando as mãos nos olhos e nos cabelos.
— Eles o aguardam, não há saída — me estiquei em busca de aliviar um pouco a tensão em meu corpo, e o encarei.
— Que merda, vou escolher uma qualquer e se exploda depois — desisti de tentar.
Peguei o sobretudo preto, fechei todos os botões, coloquei uma boina e um óculos de sol. Com a Taurus na cintura, caminhei sem olhar para os lados, meu objetivo é resolver o problema, não importa como.
Ao chegar na sala observei que aquelas mulheres nunca me agradariam como esposa. Aquele velho da corporação da máfia começou a me pressionar, além de me olhar com ar de satisfação por me encurralar. Bati as pontas dos dedos no passa-prato, inquieto, o figlio de puttana estava conseguindo acabar com o meu sorriso.
— Já se decidiu, Don? — ousou me questionar, e foi o que bastava... lhe dei um sorriso de satisfação, antes de lhe dizer as últimas palavras que ele ouviria:
— Eu sou o Don. Ninguém me diz o que fazer e fica vivo para contar história — olhei bem para aqueles olhos pretos odiosos, em questão de segundos puxei a minha 9 mm e atirei a queima roupa naquele maledetto. — Que sirva de exemplo a quem pensar como ele — limpei a arma com o meu casaco antes de voltar a olhar para os lados, e passar por cima do corpo esticado no chão.
Olhei de um lado e depois do outro, seria difícil escolher entre mulheres fúteis, então, eu não escolheria. Meus olhos pousaram em uma mulher muito bonita no jardim, ela arrancava algo da cabeça, me parecia ser um lenço, e seus cabelos encaracolados e compridos caíram sobre os seus ombros.
A morena não me viu, com o silenciador não deve ter ouvido o tiro, mas eu fiz questão de me aproximar da janela para vê-la melhor. Ela veio até a varanda da entrada principal e pegou algumas coisas, pareciam sacos de lixo... sacos pretos enormes, alguns quase do tamanho dela, mas ela levava até o portão com tranquilidade.
Percebi um homem mais velho do lado de fora, e ele puxava os sacos, colocando em uma carretinha que estava ligada a um carro simples na cor vermelha.
Ela era linda, tinha uma pele de dar inveja, olhos verdes magníficos, mas estava mal-vestida e suja. Suas mãos delicadas seguravam as sacolas, e o seu olhar era doce.
— Quem é você? — me aproximei e questionei falando baixo, explorando o terreno.
— Me chamo Fabiana. Me perdoe por entrar sem ordem na casa — falou ela querendo sair e virando as costas.
— Espere. O que faz aqui? — apontei a arma para ela, a uma certa distância.
— Eu venho todas as sextas-feiras... — engoliu seco, segurando as sacolas mais perto de si. — Eu recolho reciclagens — sua voz estava trêmula, a sua bela boca se movia amedrontada, aquilo me atiçou.
— Aquele lá fora é o quê, seu? — a cortei logo.
— É meu tio, porquê? — a puxei pelo braço de forma imediata para um canto, a empurrando para a dispensa.
— O que está fazendo? Me solta — ela meteu uma pisada no meu pé, e uma cotovelada no meu queixo, mas a segurei com força e levei do mesmo jeito. Fechei a porta com a chave.
— Eu só tenho duas perguntas, responda — falei.
Ela estava brava e se debatia nos meus braços, e o pior é que aquilo estava me excitando. Sua respiração quente perto de mim, o desespero, e até os cabelos soltos encostando em mim estavam me chamando a atenção. Ela me olhava furiosa, mas aquele rosto tão bonito e delicado estava me chamando... sua boca desenhada me fez focar ali segundos demais, o que seria um tanto perigoso, mas ela era irresistível.
Ela ainda tentou se soltar de mim, e aproveitei para me aproximar mais. Nossos corpos estavam quase se tocando, e eu ouvia a sua respiração atropelada pelo desespero.
— Você é virgem? — passei o cano da arma em seu rosto, e ela me olhou espantada, quase parando de respirar por alguns segundos, enquanto eu sentia a pele do seu pescoço na minha mão.
— Quê? — se espantou e mudou o semblante, suas maçãs do rosto ficaram coradas.
— É virgem? — passei a arma na cintura dela, que no mesmo instante abriu a boca com o susto. — RESPONDE, PORRA! — a chacoalhei pelos braços, e gritou em desespero.
— SOU — respirava com dificuldades e me encarava assim como eu a ela.
— Vou considerar a resposta. Você se casaria comigo?
— Não. Não estou à venda — que mulher estranha... quem falou em comprar? E depois sou eu que sou o considerado bipolar.
— Se não quiser negociar, tudo bem. Aposto que o seu tio terá interesse — a arrastei para fora, e todos os conselheiros estavam nos olhando apreensivos, mas adoro olhar para aqueles figlios de puttana e vê-los sem reação.
— Acabou o show — saí a puxando e vi a governanta entregando a sacola novamente para ela, acredito que deixamos cair.
Ela não me respondeu, nem me chutou, muito menos falou que era mentira o que eu falei, mas no portão parecia muito irritada. Chamei seu tio que estava por perto, enquanto ainda a segurava pelo braço. E propus um acordo para que ele me vendesse a sua sobrinha.
— Sério? — olhou pra ela que negava repetidamente. — Me daria um terreno bem grande e uma máquina de prensar papelão? — estranhei o pedido, mas eu estava no lucro, então...
— Tio, o que está fazendo? — ela parecia preocupada, mexia desesperadamente as mãos, e negava.
— Oras... um casamento desses, nem precisava de compensação... — O tio respondeu, me deixando satisfeito, ela já era minha.
— Não... eu não vou... — A ragazza negou.
Quando ela tentou reclamar a puxei para mim, e prendi seu corpo ao meu, coloquei as mãos em sua cintura, próximo ao seu quadril e tentei um beijo... tentei de todo o jeito, e ela continuou negando e me empurrou.
— Meu pai costumava dizer umas coisas sobre mulher marrenta, agora entendo o que ele dizia — olhei para sua boca e a beijei na marra, ela não queria me deixar, mas consegui o que queria e ela acabou se rendendo por alguns segundos, senti seu corpo se soltar em meus braços, e sua língua encontrar a minha.
Depois, me abaixei arrancando uma rosa vermelha que estava radiante em frente à minha casa.
— Tão bela e perigosa quanto você... minha futura esposa, dama da máfia italiana... — entreguei pra ela. — Agora vá. Vou aparecer para te ver em breve — ela ficou paralisada me olhando.
Notei quando seu olhar pousou em minha boca, então eu a carreguei nos braços e nossos olhos se fixaram um no outro durante alguns passos. Ela desceu sem reclamar, mas me fez voltar a sorrir enquanto entrava apressada no carro.
— O que foi isso, Antony? — Tio Hélio, questionou.
— Escolhi a futura dama da máfia, pode agendar o casamento para sábado, amanhã vou resolver os detalhes.
— Comprou uma esposa? — parecia incrédulo.
— Sim. Digamos que ela me chamou atenção o suficiente.
— E pretende amarrá-la no dia do casamento? — parei por um instante e lhe dei um sorriso, pois eu havia adorado a ideia.
Últimos Capítulos
#139 Capítulo 139 Capítulo 140 - epílogo
Última Atualização: 7/16/2026#138 Capítulo 138 Capítulo 139
Última Atualização: 7/16/2026#137 Capítulo 137 Capítulo 138
Última Atualização: 7/16/2026#136 Capítulo 136 Capítulo 137
Última Atualização: 7/16/2026#135 Capítulo 135 Capítulo 136
Última Atualização: 7/16/2026#134 Capítulo 134 Capítulo 135
Última Atualização: 7/16/2026#133 Capítulo 133 Capítulo 134
Última Atualização: 7/16/2026#132 Capítulo 132 Capítulo 133
Última Atualização: 7/16/2026#131 Capítulo 131 Capítulo 132
Última Atualização: 7/16/2026#130 Capítulo 130 Capítulo 131
Última Atualização: 7/16/2026
Você Pode Gostar 😍
A Jornalista no Morro
Porém os desafios e as armadilhas do coração lhe farão por a prova o que de fato é mais importante na dua vida.
O profissional ou o pessoal?
Qual será a escolha da Estagiária?
Mais uma obra feita por mim, espero que gostem.
Um beijo Nat.
Refém do Don italiano
Jade Correia não se curva.
— Você não sabe nada sobre mim.
— Um dia vai me procurar, e vai implorar de joelhos pela minha ajuda.
PROTEGIDA POR MIM
Aos oito anos, foi abandonado por quem deveria amá-lo, cuidar dele e protegê-lo. Cresceu sozinho, cercado pelo crime e pela violência, até transformar a sobrevivência em sua única regra.
Anos depois, Terror conquistou o comando da Rocinha ao matar Gotinha, o antigo dono do morro, um homem cruel que havia cometido um crime imperdoável contra uma menina de apenas doze anos. Para Terror, aquilo não foi apenas uma disputa pelo poder. Foi justiça.
Desde então, ele segue suas próprias regras e mantém o controle do morro com mãos firmes. Para alguns, é apenas um criminoso. Para outros, é o homem que faz a justiça que ninguém mais teve coragem de fazer.
Por trás do vulgo Terror existe Bernardo, um homem marcado pelo abandono e por uma infância que nunca teve. Vencer se tornou uma questão de honra e uma forma de pedir desculpas, todos os dias, ao menino que precisou aprender a sobreviver sozinho.
Mas sua vida está prestes a mudar.
Ele está acostumado a proteger seu território, seu nome e seu império. O que não esperava era encontrar alguém que despertasse nele um instinto ainda maior: o de proteger.
E quando essa mulher entrar em sua vida, Terror descobrirá que existem batalhas que não podem ser vencidas com armas, poder ou medo.
Porque, dessa vez, o homem mais temido da Rocinha terá alguém que poderá perder.
Amante
Sem sabem o que o futuro lhe reservava, ele ainda poderia se arrepender dessa escolha.
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo
Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.
Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.
Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.
June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.
Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.
Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.
Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
MARCADA POR DOIS NO MORRO
O que ela não imaginava é que acordaria no dia seguinte numa cama desconhecida, com o corpo cheio de marcas da noite anterior, ao lado de Escorpião e de Pesadelo: o homem mais temido de todo o território, dono de um poder absoluto que ninguém ousa questionar.
Melissa descobre então que os dois não são apenas parceiros de mando — dividem muito mais do que o comando do morro: dividem desejos, segredos e agora, ela. Envolvida sem querer num jogo que não conhece, entre a fuga desesperada e a atração que não consegue controlar, ela vai perceber que cruzou uma linha da qual não há volta.
Presa entre o medo, a paixão e um mundo regido por regras duras e possessivas, Melissa terá que escolher: correr para tentar recuperar a vida que conhecia... ou aceitar o lugar que eles já reservaram para ela, bem no centro da sua vida e da sua sombra.
A doce vingança do CEO sem coração
Gabe Clifford é o CEO da maior indústria farmacêutica do mundo. Inteligente, sagaz, um homem sem coração, capaz de tudo para alcançar o que deseja.
Ele levou anos preparando sua vingança contra os Abertoon.
Ela seguiu sendo bondosa e alegre, mesmo quando tudo ao seu redor parecia desabar.
Ele queria destruí-la para saborear cada lágrima de Ernest Abertton, o homem a quem dedicou sua vida para ver sofrer.
Ela era apaixonada pelo irmão dele.
Ele montou a teia e ela era a presa.
O que Gabe não sabia era que a vingança poderia ser muito mais doce do que imaginava. Olívia, por sua vez, jamais imaginou que poderia existir alguém tão sem escrúpulos e coração como aquele homem.
Um desejo de vingança maior que tudo.
Uma mulher decidida a mudar seu destino.
Um casamento tratado como negócio.
Ele a usou como forma de vingança contra o homem que mais odiava. Só não esperava que conhecê-la seria seu pior castigo.
A Obsessão do Traficante
Tudo muda quando ela é vendida e acaba nas mãos de Samuel, o homem mais temido do Morro da Alvorada. Conhecido por sua frieza e autoridade, Samuel carrega cicatrizes profundas deixadas por traições que o transformaram em alguém incapaz de confiar e de amar.
O que deveria ser apenas mais um acordo logo se torna uma perigosa obsessão. Enquanto Elisa luta para recuperar sua liberdade e descobrir a verdade sobre o próprio passado, Samuel vê todas as suas certezas ruírem diante da única mulher que jamais deveria tocar seu coração.
Entre segredos, disputas por poder e inimigos à espreita, eles descobrirão que, às vezes, a obsessão é muito mais perigosa do que o amor.
A Esposa Contratual do CEO
Vendida Ao Rei da Máfia
Isabella Bellatorre não pediu para ser moeda de troca. Filha de pais desesperados, ela se vê arrastada para dentro do mundo do homem mais temido da cidade, presa por um contrato que ele mesmo redigiu, um contrato que não lhe dá o direito de dizer não. Mas Isabella não é o tipo de mulher que se curva. Cada ordem dele encontra um desafio na resposta dela, cada tentativa de controlá-la esbarra em um orgulho que ele jamais viu em ninguém.
Ele quis comprá-la. Acabou sendo conquistado.
Entre ameaças sussurradas como juras e desejo disfarçado de posse, Damian vai descobrir que existe algo mais perigoso do que uma guerra entre famílias: uma mulher que se recusa a ter medo dele. E Isabella vai aprender que, às vezes, a jaula mais bonita ainda é uma jaula, e o carcereiro pode ser o único capaz de arrancá-la de dentro dela mesma.
Um contrato os uniu. O desejo vai decidir se algum dos dois sai vivo do próprio coração.
Entre o Passado eo Presente
Maju e Bruno cresceram juntos. Eram melhores amigos, inseparáveis. O que Bruno nunca imaginou é que, por trás dos sorrisos e da cumplicidade, Maju escondia um amor profundo e silencioso. O medo de arruinar a amizade sempre a impediu de confessar.
Até que a verdade a atingiu como um raio: ver Bruno abraçado a outra mulher foi o suficiente para destruir suas esperanças. Sem dizer a verdadeira razão, ela aceitou um emprego longe de tudo e partiu, levando consigo um coração partido e a certeza de que havia perdido o único homem que amava.
Cinco anos se passaram. Maju construiu uma carreira, amadureceu e aprendeu a viver longe. Mas, quando uma situação inesperada a obriga a voltar para a cidade natal, ela se depara com o passado que tentou enterrar.
O primeiro olhar logo no reencontro diz tudo o que as palavras calam. Bruno está ali. E o tempo, que deveria apagar os sentimentos, parece ter apenas intensificado o que os dois sempre esconderam.
Mas o que Maju não sabe é que Bruno nunca seguiu em frente. E que a mulher que ela viu em seus braços naquele dia não era o que ela imaginava.
Uma segunda chance para um amor não declarado. O destino vai dar a eles a coragem que faltou cinco anos atrás?
De Melhor Amigo a Noivo
Savannah Hart achava que tinha superado Dean Archer—até sua irmã, Chloe, anunciar que vai se casar com ele. O mesmo homem que Savannah nunca deixou de amar. O homem que a deixou de coração partido… e agora pertence à sua irmã.
Uma semana de casamento em New Hope. Uma mansão cheia de convidados. E uma madrinha de casamento muito amarga.
Para sobreviver a isso, Savannah leva um acompanhante—seu encantador e bem-apessoado melhor amigo, Roman Blackwood. O único homem que sempre esteve ao seu lado. Ele deve um favor a ela, e fingir ser seu noivo? Fácil.
Até que os beijos de mentira começam a parecer reais.
Agora Savannah está dividida entre manter a farsa… ou arriscar tudo pelo único homem por quem ela nunca deveria ter se apaixonado.












