Capítulo 116 118

De uma hora para outra, tudo parece errado. As unhas afiadas, o hálito úmido dela, até o jeito como ela cheira — um fedor profundo, mofado, em vez daquele aroma frutado e vivo ao qual estou acostumado...

Francia sorri para mim, lá de baixo.

— Sai da porra da minha cama! — eu berro.

Os olhos dela ...

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