Capítulo 370. A isca da lua negra

O sangue seco grudava na pele e na carne, e toda vez que ele puxava o ar, o ferimento no peito doía tanto que sua visão embaçava.

Ele não sabia há quanto tempo estava trancado ali. Um dia, dois dias, ou talvez ainda mais do que isso. Só sabia que, sempre que estava prestes a ficar um pouco mais lúc...

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