Capítulo 37 Capítulo trinta e sete

Diana

— Não. — o aperto dela se fechou em torno do meu.

Meus dedos se curvaram por instinto, as unhas cravando na luva dela.

— Solta! — rosnei, o pânico vazando pela minha voz. — Vai esmagar a gente!

— Está sob controle. — ela soou indiferente à queda livre.

— Você espera que eu acredite nisso?...

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