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No terceiro dia, eu acordei e o lado dele da cama já estava vazio e arrumado.

Eu fiquei deitada um tempo, olhando a marca do corpo dele no colchão, que já nem tinha mais marca nenhuma. E foi ali, naquele silêncio de manhã de quarta-feira, que eu parei de esperar.

Não foi uma decisão dramática. Não...

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