A Nova Protegida Do Dono Do Morro

A Nova Protegida Do Dono Do Morro

Amandha Nunes · Atualizando · 100.7k Palavras

1.1k
Popular
2.2k
Visualizações
36
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Fernanda Oliveira só queria terminar mais um plantão de doze horas e voltar para casa. Aos 23 anos, técnica de enfermagem, independente e determinada a construir um futuro melhor para si e para sua família, ela jamais imaginou que uma única madrugada mudaria completamente sua vida.

No caminho para casa, Fernanda encontra um homem gravemente ferido após ser baleado. Sem saber quem ele é, faz o que sabe fazer: tenta estancar o sangue, mantém o desconhecido consciente e se recusa a deixá-lo morrer.

Só depois descobre a verdade. O homem que salvou é Thiago, o TH — o Dono da Rocinha.

Acostumado a ser obedecido, temido e respeitado, TH não consegue ignorar a mulher que salvou sua vida. Para ele, existe uma dívida que jamais poderá ser paga. E uma promessa: “Você salvou minha vida. Enquanto eu respirar, ninguém tira a sua.”

O problema é que Fernanda nunca pediu proteção. E muito menos pretende aceitar que outro homem decida como ela deve viver.

Entre discussões, ciúmes, provocações, ameaças e uma atração cada vez mais difícil de esconder, o que começou como uma dívida se transforma em algo que nenhum dos dois estava preparado para sentir. Mas o tiro que quase matou TH não foi obra do acaso. Alguém sabia exatamente onde ele estaria naquela noite. Alguém próximo o traiu.

Para ficar ao lado de Fernanda, TH terá de aprender que proteger uma mulher não significa ser dono dela. E Fernanda descobrirá que ser independente não significa precisar enfrentar tudo sozinha.

Capítulo 1

Visão da Fernanda

— Nanda, vai embora antes que apareça outra coisa pra você fazer.

Olhei para Júlia e depois para o relógio na parede.

— Nem brinca com isso.

Ela riu enquanto terminava de prender o cabelo.

Meu plantão tinha acabado havia exatos sete minutos, e eu ainda estava no posto de enfermagem conferindo pela terceira vez se tinha deixado tudo certo.

Depois de doze horas trabalhando, meus pés estavam implorando por descanso, minhas costas doíam e tudo o que eu conseguia pensar era na minha cama.

Ou melhor…

No banho primeiro.

Depois na cama.

— Eu tô falando sério — Júlia continuou. — Se você ficar mais cinco minutos aqui, alguém vai inventar que precisa de você.

— Já tô indo.

— Você disse isso dez minutos atrás.

— Agora é verdade.

Guardei minha caneta no bolso e peguei minha mochila.

— Amanhã você trabalha?

Parei.

Virei lentamente para ela.

— Não fala essa palavra perto de mim.

Júlia começou a rir.

— Que palavra?

— Trabalho.

— Dramática.

— Eu acabei de passar doze horas aqui. Tenho direito.

— Amanhã você está de folga, criatura.

— Exatamente. E pretendo passar o dia inteiro deitada.

— Sei.

— É sério.

— Sua mãe vai deixar?

Fiquei em silêncio.

Ela abriu um sorriso.

— Foi o que pensei.

— Minha mãe não entende o conceito de folga. Se ela me vir deitada às dez da manhã, vai perguntar se eu tô doente.

— Então dorme até nove e cinquenta e nove.

— Boa ideia.

Peguei o celular.

Duas mensagens da minha mãe.

Mãe: Filha, quando sair me avisa.

A segunda tinha chegado quinze minutos depois.

Mãe: E não vem andando sozinha.

Revirei os olhos, mas sorri.

Minha mãe era assim.

Eu tinha vinte e três anos, trabalhava, ajudava em casa e, para Márcia, continuava tendo doze.

Respondi rapidamente.

Eu: Tô saindo agora. Relaxa.

Os três pontinhos apareceram quase imediatamente.

Mãe: Vai vir como?

Eu sabia exatamente onde aquela conversa terminaria.

Eu: Uber.

Mentira.

Abri o aplicativo.

Olhei o preço.

Fechei.

Nem ferrando.

Quase quarenta reais.

Quarenta reais para chegar alguns minutos mais rápido em casa era um luxo que minha conta bancária não estava disposta a bancar.

Ainda faltavam alguns dias para o pagamento, eu tinha ajudado minha mãe com a conta de luz, comprado algumas coisas para casa e pago parte de uma parcela atrasada.

Meu salário tinha uma habilidade impressionante de desaparecer antes mesmo de eu conseguir aproveitar.

Não passávamos fome.

Nunca faltou o essencial.

Mas também não existia dinheiro sobrando.

Na nossa casa, qualquer compra acima do esperado precisava entrar numa espécie de reunião imaginária do conselho financeiro da família.

Eu queria guardar dinheiro.

Queria voltar a estudar.

Desde que tinha terminado o curso técnico de enfermagem, minha vontade era fazer faculdade. Enfermagem mesmo.

Só que vontade não pagava mensalidade.

Por enquanto, eu trabalhava.

Juntava o que conseguia.

E continuava sonhando.

— Tá com essa cara por quê? — Júlia perguntou.

— O Uber tá quarenta reais.

— Misericórdia.

— Exatamente.

— Quer esperar baixar?

— Vou pegar ônibus e andar o resto.

Ela imediatamente fez uma careta.

— Nanda…

— Você também não começa.

— Tá tarde.

— Eu conheço o caminho.

— Sua mãe sabe?

— Claro.

— Mentira.

— Júlia, boa noite.

Ela riu.

— Quando chegar, manda mensagem.

— Sim, senhora.

— E não inventa de parar em lugar nenhum.

— Você e minha mãe fizeram um grupo escondido?

— Estamos planejando sua vida desde 2024.

Mostrei o dedo do meio discretamente.

Ela gargalhou.

Saí antes que realmente aparecesse alguma coisa que me prendesse ali.

Assim que atravessei a porta, senti o ar da madrugada bater no meu rosto.

Respirei fundo.

Liberdade.

Doze horas.

Doze.

Eu gostava do meu trabalho.

De verdade.

Gostava de cuidar das pessoas. Gostava de sentir que, mesmo em dias ruins, eu tinha feito alguma diferença para alguém.

Mas existiam plantões que pareciam ter trinta e seis horas.

Aquele tinha sido um deles.

Criança chorando.

Acompanhante reclamando.

Paciente impaciente.

Gente apertando campainha por qualquer coisa.

E ainda tivemos uma intercorrência perto do fim do turno que deixou todo mundo correndo.

Eu só queria silêncio.

Caminhei até o ponto e esperei.

Enquanto isso, abri novamente o celular.

Tinha mensagem do Lucas.

Lucas: Traz alguma coisa pra comer.

Ri sozinha.

Eu: Você acha que eu sou iFood?

A resposta veio imediatamente.

Lucas: Sim.

Eu: Vai dormir.

Lucas: Traz biscoito.

Eu: Compra.

Lucas: Tô sem dinheiro.

Eu: Problema seu.

Lucas: Eu sou seu irmão preferido.

Eu: Você é meu único irmão.

Lucas: Então tecnicamente sou o preferido.

Idiota.

Mas eu amava aquele idiota.

Lucas tinha dezenove anos e uma capacidade impressionante de me irritar e me fazer rir em menos de dois minutos.

O ônibus apareceu.

Subi, sentei perto da janela e encostei a cabeça no vidro.

Meus olhos quase fecharam.

O celular vibrou.

Minha mãe.

Mãe: Já entrou no Uber?

Fechei os olhos.

Merda.

Eu: Já tô indo, mãe.

Não era exatamente outra mentira.

Eu estava indo.

Só omiti o meio de transporte.

Se eu dissesse que estava no ônibus, ela começaria:

“Fernanda, eu falei para você não ficar andando tarde.”

Como se eu pudesse materializar quarenta reais por força do pensamento.

Minha mãe se preocupava porque conhecia a vida.

Criou dois filhos praticamente sozinha depois que meu pai resolveu que ser pai era uma atividade opcional.

Eu tinha aprendido cedo que contas chegavam independentemente de você estar preparada para elas.

Talvez fosse por isso que eu trabalhava tanto.

Eu queria mais.

Não luxo.

Nunca sonhei com mansão, carro importado ou roupa de marca.

Eu queria abrir a geladeira sem fazer cálculo.

Queria pagar uma conta sem precisar pensar em qual outra poderia esperar.

Queria comprar alguma coisa para minha mãe sem ela perguntar quanto custou.

Queria fazer minha faculdade.

Só isso já seria muita coisa.

Desci do ônibus algum tempo depois.

O restante do caminho eu faria andando.

Não era tão longe.

Coloquei a mochila melhor no ombro e comecei a subir.

A Rocinha àquela hora era diferente.

Ainda havia movimento em alguns lugares, música distante, algumas pessoas conversando, motos passando.

Para quem olhava de fora, talvez parecesse impossível entender.

Para mim, era casa.

Com problemas.

Com barulho.

Com medo às vezes.

Mas casa.

Eu conhecia aquelas ruas.

Conhecia gente em praticamente todo canto.

Sabia onde comprar pão barato, onde a comida era boa, qual vizinha sabia da vida de todo mundo e qual rua evitar quando chovia demais.

Segui andando.

Meu celular marcou bateria fraca.

— Aguenta até em casa, pelo amor de Deus.

Coloquei no bolso.

Eu estava pensando seriamente em tomar banho ou simplesmente cair vestida na cama quando ouvi uma moto acelerando em algum lugar próximo.

Não dei importância.

Continuei andando.

Então ouvi outra.

E mais alguma coisa.

Vozes.

Parei por alguns segundos.

Silêncio.

Franzi a testa.

Talvez fosse apenas o cansaço.

Voltei a andar.

Foi quando escutei.

Um barulho seco.

Meu corpo inteiro travou.

Não.

Fiquei parada.

Outro.

Mais distante.

Meu coração acelerou imediatamente.

Eu conhecia aquele som.

Todo mundo conhecia.

Tiro.

— Merda…

Minha primeira reação foi procurar abrigo.

Encostei-me perto de uma parede e esperei.

Meu coração batia tão forte que eu conseguia senti-lo na garganta.

Mais alguns segundos.

Nada.

Então uma moto passou rapidamente pela rua mais abaixo.

Eu não consegui ver quem estava nela.

Só vi desaparecer.

Vai embora, Fernanda.

Minha cabeça gritava.

Vai para casa.

E era exatamente isso que eu pretendia fazer.

Comecei a andar novamente, dessa vez mais rápido.

Só precisava chegar em casa.

Trancar a porta.

Tomar banho.

Dormir.

Não era problema meu.

Eu tinha aprendido uma coisa vivendo ali: curiosidade demais podia trazer problema.

Dobrei uma esquina.

Foi quando ouvi um som baixo.

Parei.

Olhei para trás.

Nada.

— Eu tô ficando maluca.

Dei mais dois passos.

Ouvi novamente.

Parecia…

Um gemido.

Meu estômago apertou.

Olhei para a entrada estreita de uma passagem lateral.

Escura.

Meu corpo dizia para continuar andando.

Minha consciência dizia outra coisa.

— Tem alguém aí?

Silêncio.

Esperei.

Então veio outra vez.

Mais baixo.

Um gemido abafado.

Fechei os olhos por um segundo.

— Fernanda, não inventa.

Mas meus pés já estavam indo naquela direção.

Acendi a lanterna do celular.

— Alô?

Nada.

Entrei alguns passos.

A luz passou pela parede.

Pelo chão.

Por algumas caixas.

Até parar em alguma coisa escura.

Ou melhor…

Alguém.

Meu coração despencou.

— Meu Deus.

Era um homem.

Estava caído parcialmente encostado na parede, uma das pernas estendida e a outra dobrada.

Corri até ele.

Todo o medo desapareceu por alguns segundos e meu treinamento assumiu o lugar.

— Ei! Você consegue me ouvir?

Aproximei a luz.

Homem jovem.

Alto.

Pardo.

Braços cobertos de tatuagens.

A camiseta estava encharcada de sangue.

Muito sangue.

— Merda.

Ajoelhei.

— Ei! Olha pra mim.

Ele se mexeu.

Pouco.

Mas se mexeu.

— Você consegue falar?

Os olhos dele abriram lentamente.

Escuros.

Pesados.

Desorientados.

— Quem…

A voz saiu quase inaudível.

— Não fala. Economiza sua força.

Afastei cuidadosamente o tecido para tentar identificar de onde vinha o sangramento.

Meu coração acelerou ainda mais.

Ferimento por arma de fogo.

Pelo menos um que eu conseguia identificar naquele momento.

— Certo. Certo…

Minhas mãos começaram a agir quase automaticamente.

Tirei algumas coisas da mochila.

Por sorte, eu tinha material básico que costumava carregar depois do trabalho.

Usei o que tinha para fazer compressão.

O homem gemeu.

— Eu sei. Eu sei que dói.

Ele tentou afastar minha mão.

— Não!

Segurei firme.

— Se você tirar minha mão daqui, vai sangrar mais. Então pode ficar com raiva de mim depois.

Os olhos dele voltaram para meu rosto.

Mesmo quase apagando, havia alguma coisa naquele olhar.

Força.

Desconfiança.

— Quem… é você?

— Fernanda.

Ele respirou com dificuldade.

— Fernanda…

— Isso. E você?

Ele não respondeu.

— Ei.

Toquei seu rosto.

— Não fecha os olhos.

Ele fechou.

— Não! Olha pra mim!

Os olhos abriram novamente.

— Isso. Muito bem.

Minha voz estava mais firme do que eu me sentia.

Por dentro, eu estava apavorada.

Tinha um homem baleado na minha frente.

Eu não sabia quem tinha atirado.

Não sabia se quem fez aquilo ainda estava perto.

E meu celular estava com cinco por cento de bateria.

Peguei o aparelho.

Precisava pedir ajuda.

Antes que eu conseguisse, uma mão segurou meu pulso.

Forte.

Surpreendentemente forte para alguém naquele estado.

Olhei para ele.

— Não…

— Você precisa de atendimento.

— Não chama…

— Você levou um tiro!

Ele tentou falar novamente.

— Meus… homens…

Parei.

Meus homens?

Que porra aquilo significava?

Antes que eu pudesse perguntar, ouvi motores.

Vários.

Meu sangue gelou.

Faróis apareceram na entrada da rua.

O homem abriu os olhos um pouco mais.

Eu olhei para trás.

Motos.

Mais de uma.

Vindo na nossa direção.

— Meu Deus…

Levantei parcialmente, mas ele ainda segurava meu pulso.

— Fica…

— Eu não sei quem são essas pessoas!

— Fica.

— Você tá maluco?

As motos pararam.

Portas de carro bateram mais longe.

Passos.

Muitos.

Meu coração disparou.

Um homem apareceu primeiro.

Alto.

Armado.

Atrás dele vieram outros.

Eu congelei.

— TH!

O homem correu em nossa direção.

Olhei para o desconhecido no chão.

Depois para quem vinha correndo.

TH?

— Caralho! TH, fala comigo!

O homem se ajoelhou do outro lado.

Olhou para mim.

Depois para minhas mãos cobertas de sangue.

— Quem é você?

Engoli seco.

— Eu… encontrei ele aqui. Sou técnica de enfermagem. Ele está perdendo muito sangue.

O homem olhou novamente para o ferido.

— Aguenta aí, irmão. Já estamos aqui.

Irmão?

Outros homens se aproximaram.

Minha vontade era desaparecer.

O homem no chão voltou a abrir os olhos.

E, por algum motivo, olhou diretamente para mim.

Não para os homens.

Não para o sujeito ajoelhado ao lado dele.

Para mim.

— Fernanda…

O outro homem franziu a testa.

— Quem é Fernanda?

Eu ergui a mão suja de sangue, completamente sem graça.

— Eu.

Ele me encarou.

O homem ferido apertou fracamente meu pulso.

— Não deixa…

A voz falhou.

— Ei! — aproximei-me novamente. — Não fecha os olhos.

— TH! — o outro chamou.

— Continua falando com ele — pedi. — Não deixa ele apagar.

Os homens começaram a se movimentar rapidamente.

Eu expliquei onde estava o ferimento, o que tinha feito e que ele precisava de atendimento urgente.

Quando finalmente o levantaram, eu recuei.

Minhas mãos tremiam.

Minha roupa tinha sangue.

Minha mochila estava no chão.

Eu só queria ir embora.

Peguei minhas coisas.

O homem que parecia comandar os demais virou para mim.

— Fernanda, né?

— Sim.

— Eu sou ND.

Assenti, sem saber o que deveria responder.

— Obrigado pelo que você fez.

— Só leva ele logo.

ND me observou por um instante.

— Você mora por aqui?

Meu corpo imediatamente ficou em alerta.

— Por quê?

Ele pareceu perceber.

— Calma. Não vou fazer nada com você.

— Então não precisa saber onde eu moro.

Por incrível que parecesse, ele quase sorriu.

— Entendi.

Virei para ir embora.

— Fernanda.

Olhei.

— Você não viu nada hoje, certo?

Meu estômago gelou.

Encarei ND.

— Eu vi um homem quase morrendo e tentei ajudar. É só isso que eu sei.

Ele sustentou meu olhar.

Depois assentiu.

— Melhor assim.

Fui embora.

Rápido.

Sem olhar para trás.

Só quando já estava longe percebi que minhas pernas estavam tremendo.

Peguei o celular.

Dois por cento.

Tinha seis mensagens da minha mãe.

Mas, antes de responder, uma coisa continuava martelando na minha cabeça.

TH.

Eu já tinha ouvido aquelas letras antes.

Claro que tinha.

Mas meu cérebro cansado ainda não conseguia ligar completamente uma coisa à outra.

Guardei o celular e continuei andando.

Eu só descobriria depois que aquele desconhecido que tinha acabado de manter vivo não era simplesmente um homem chamado TH.

E que, naquela madrugada, enquanto pressionava minhas mãos contra o ferimento dele e mandava que não fechasse os olhos, eu tinha acabado de entrar em uma história da qual seria muito mais difícil sair.

Porque o homem que encontrei sangrando no chão era justamente aquele que todos conheciam.

TH.

O Dono da Rocinha.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Rainha de copas

Rainha de copas

862 Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Você foi a minha perdição, mas eu sabia que seria a minha Salvação também, poderia ser meio óbvio a forte atração, o sangue nós olhos apenas por não ter a atenção desejada.
Mas não seria tão óbvio se não fosse você.

Mais uma feita por mim, com bastante carinho, espero que gostem.
O CEO QUE ME SALVOU QUER MEU AMOR

O CEO QUE ME SALVOU QUER MEU AMOR

3.2k Visualizações · Atualizando · Juan Acosta
Anastasia suporta cruelmente a violência que sofre por culpa do homem a quem se entregou enganada por amor.
Ela se sente como a Cinderela presa em um castelo escuro sem saída, até que o CEO mais poderoso e arrogante se fixa nela e, sem pensar duas vezes, se torna sua salvação.

No entanto, o que ela não sabia é que o CEO quer seu amor, seu corpo e sua alma.
As marcas do passado não a deixarão em paz. Seu ex quer tê-la de volta, mas ela se tornou forte o suficiente para enfrentar seu passado — e não está mais sozinha.

O CEO que salvou sua vida está disposto a dar tudo por ela… e a incendiar o mundo inteiro por ela.
Refém do Don italiano

Refém do Don italiano

15.9k Visualizações · Concluído · Naira Santos
Lorenzo Vaccari manda no medo.
Jade Correia não se curva.
— Você não sabe nada sobre mim.
— Um dia vai me procurar, e vai implorar de joelhos pela minha ajuda.
A Noiva do Alfa Mafioso

A Noiva do Alfa Mafioso

9.9k Visualizações · Atualizando · Flavia Roberta
A noiva do. Alfa Mafioso, trás uma história envolvente, Clara e Miguel nunca se viram, mas eles mal sabem que o destino deles já estavam escritos, mesmo quando o perigo está por perto eles não param de buscar a verdade. Terão que superar muitas fases para chegar num final feliz. Mas será que eles querem final feliz?
Entre o Passado eo Presente

Entre o Passado eo Presente

2.1k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Ela o amou em segredo por anos. Ele nunca soube. Até o dia em que ela o viu nos braços de outra mulher e decidiu fugir.

Maju e Bruno cresceram juntos. Eram melhores amigos, inseparáveis. O que Bruno nunca imaginou é que, por trás dos sorrisos e da cumplicidade, Maju escondia um amor profundo e silencioso. O medo de arruinar a amizade sempre a impediu de confessar.

Até que a verdade a atingiu como um raio: ver Bruno abraçado a outra mulher foi o suficiente para destruir suas esperanças. Sem dizer a verdadeira razão, ela aceitou um emprego longe de tudo e partiu, levando consigo um coração partido e a certeza de que havia perdido o único homem que amava.

Cinco anos se passaram. Maju construiu uma carreira, amadureceu e aprendeu a viver longe. Mas, quando uma situação inesperada a obriga a voltar para a cidade natal, ela se depara com o passado que tentou enterrar.

O primeiro olhar logo no reencontro diz tudo o que as palavras calam. Bruno está ali. E o tempo, que deveria apagar os sentimentos, parece ter apenas intensificado o que os dois sempre esconderam.

Mas o que Maju não sabe é que Bruno nunca seguiu em frente. E que a mulher que ela viu em seus braços naquele dia não era o que ela imaginava.

Uma segunda chance para um amor não declarado. O destino vai dar a eles a coragem que faltou cinco anos atrás?
A Lua Proibida e Seu Alfa Renegado

A Lua Proibida e Seu Alfa Renegado

9.1k Visualizações · Atualizando · Isabel Lopez
Artemisa Levana não é uma mulher-lobo qualquer; ela é um presságio. Marcada desde o nascimento por seu albinismo, a bruxa de sua alcateia sentenciou seu destino com um decreto tão cruel quanto absoluto: como loba branca, ela é a portadora de uma maldição ancestral. Para evitar que o mundo dos licantropos desmorone sob a sombra da tragédia, Artemisa foi condenada a uma vida de solidão e castidade. Deve manter-se virgem, longe do alcance de qualquer Alfa, sob o peso de uma profecia que a obriga a observar o mundo das sombras, sabendo que sua entrega seria o fim de tudo o que conhece. Seu maior sofrimento tem nome e olhos dourados: Canagan Amarok, o Alfa da alcateia aliada à sua família, o homem cuja bondade foi o único refúgio em sua vida de ostracismo, sempre foi o sonho proibido de Artemisa.

No entanto, aquele sonho foi despedaçado no dia da cerimônia, quando ela viu Canagan jurar amor eterno e marcar como sua Lua Cordelia, a cruel irmã mais velha de Artemisa. Mas o destino, caprichoso, tinha preparada uma ruptura brutal. Em meio ao casamento, o caos irrompe quando Velkan Amarok, o meio-irmão exilado de Canagan e o rebelde mais perigoso da estirpe, invade a mansão com um exército de párias. Velkan, com sua pele morena e seu selvageria indomável, chega buscando vingança e poder, desafiando Canagan para um duelo de sangue pela liderança. Em um ímpeto de desafio contra o irmão, Velkan rapta Artemisa diante de todos. Ele não apenas a toma como refém; ele a reivindica como sua própria Lua, desafiando os céus, a profecia e, acima de tudo, Canagan.

Agora, Artemisa encontra-se nas mãos de um Alfa que não conhece a piedade, arrancada de sua vida de submissão para ser o troféu de uma guerra sangrenta.
A Jornalista no Morro

A Jornalista no Morro

1.6k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Uma estagiária tem a sua primeira matéria a ser escrita com exclusividade, se houver sucesso ela poderá ser efetivada no jornal local da cidade.

Porém os desafios e as armadilhas do coração lhe farão por a prova o que de fato é mais importante na dua vida.

O profissional ou o pessoal?

Qual será a escolha da Estagiária?

Mais uma obra feita por mim, espero que gostem.

Um beijo Nat.
Amante

Amante

2.6k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Jade Marson- teve sua vida transformada da noite pro dia após curti um baile no morro do Alemão. Gringo dono do morro do Alemão ,após um dia estressante curtia seu baile suave até bater seus olhos em jade e naquele mesmo instante tornou a sua AMANTE .

Sem sabem o que o futuro lhe reservava, ele ainda poderia se arrepender dessa escolha.
Herdeiros do Tráfico

Herdeiros do Tráfico

879 Visualizações · Concluído · jamilesalvatore
Spin-off de Prostituta do Morro do Alemão, Seduzida pelo Traficante e Made in Favela.

Esta é uma história intensa e envolvente que mergulha no universo sombrio e perigoso de cinco jovens cujas vidas são marcadas por um passado que eles nunca escolheram. Filhos de pessoas que, em algum momento, estiveram ligadas ao mundo do tráfico, eles crescem carregando não apenas os sobrenomes de suas famílias, mas também o peso de uma herança cercada por violência, segredos e consequências.

Quando uma sequência de acontecimentos trágicos coloca seus caminhos em rota de colisão, Aurora, Lucas, Lu, Luan e Larissa são obrigados a encarar verdades escondidas por anos. Entre antigas rivalidades, alianças quebradas e dívidas deixadas pelos seus pais, eles descobrem que o passado continua vivo e que muitos ainda desejam controlar seus destinos.

Condenados por uma história que não escreveram, os cinco protagonistas precisam lutar contra o julgamento daqueles que acreditam que o sangue determina quem eles são. Cada um carrega suas próprias feridas, sonhos e conflitos internos. Aurora enfrenta o desafio de encontrar sua própria identidade; Lucas tenta equilibrar razão e emoção; Lu guarda segredos capazes de mudar tudo; Luan luta contra a influência de um legado perigoso; e Larissa busca provar que é muito mais do que aquilo que esperam dela.

Enquanto tentam construir uma nova realidade, eles se tornam alvos de pessoas que enxergam suas fragilidades como oportunidades. Cercados por ameaças, escolhas difíceis e dilemas morais, os herdeiros precisam decidir se seguirão o caminho traçado pelos seus pais ou se terão coragem para romper esse ciclo.

Unidos pela dor, mas fortalecidos pela esperança, eles embarcam em uma jornada de redenção, descobertas e transformação.
Prometida ao Homem Errado

Prometida ao Homem Errado

17.8k Visualizações · Atualizando · Camila Almeida
Ela passou a vida inteira esperando por um homem. O destino, porém, escolheu outro.
Aurora Monteiro cresceu sabendo que seu casamento já havia sido decidido muito antes de seu nascimento. Durante vinte e quatro anos, acreditou que seu futuro pertencia ao herdeiro da influente família Vasconcellos.
Mas, quando faltam apenas alguns dias para subir ao altar, uma única descoberta transforma sua vida em um caos.
Um documento esquecido revela que houve um erro capaz de abalar duas famílias.
O homem que ela sempre acreditou ser seu noivo... nunca foi.
Seu verdadeiro prometido é Gabriel Vasconcellos.
O irmão mais velho.
O homem de olhar frio, poucas palavras e segredos impossíveis de decifrar.
Obrigados a aceitar um acordo firmado por gerações, Aurora e Gabriel precisarão conviver com uma verdade que nenhum dos dois esperava enfrentar. Porém, quanto mais ela tenta entender homem distante, mais percebe que existe algo por trás de cada silêncio, de cada olhar e de cada decisão.
Porque algumas promessas não resistem à força do destino.
E alguns segredos podem transformar um casamento por obrigação na mais perigosa das tentações.
Quando a verdade finalmente vier à tona, Aurora descobrirá que o maior erro de sua vida talvez nunca tenha sido estar prometida ao homem errado... mas acreditar que seu coração seria capaz de resistir ao homem certo.
Uma promessa feita no passado. Um casamento inesperado. Um amor proibido pelo tempo, pelo destino e pelos próprios segredos.
Contrato de Amor e Fraldas

Contrato de Amor e Fraldas

14.6k Visualizações · Atualizando · Sara Gomez
Chloe Parker, é uma advogada perfeccionista, e Ryan Mitchell, o galã do futebol americano.
Chloe representa o atleta como sua advogada por dois anos e mesmo que Ryan a cante em toda oportunidade que tem, a mulher tem uma regra de não misturar prazer com trabalho então está sempre o dispensando, mas em uma festa em que os dois passam na bebida, eles acabam se envolvendo em uma noite de diversão sem compromisso.
E quando a noite dar a Chloe mais do que um dor de cabeça e ela descobre que está grávida, a vida deles vira um caos hilário e inesperado.
Para manter suas reputações intactas, Ryan propõe um contrato de fachada: eles devem agir como um casal até o bebê nascer.
Entre situações embaraçosas, encontros forçados e uma série de mal-entendidos engraçados, Chloe e Ryan lutam para manter as aparências, mas acabam se descobrindo de maneiras que nunca imaginaram.
No final, será que o contrato de amor e fraldas pode transformar uma relação de fachada em um verdadeiro conto de fadas?
O Coração de Dragão da Luna Sem Lobo

O Coração de Dragão da Luna Sem Lobo

380.5k Visualizações · Concluído · Xena Kessler
O que mais odeio é que o Alfa Marcus está morto. Ele massacrou minha matilha, matou meus pais adotivos, me escravizou, e ainda assim morreu tão facilmente por causa de um urso ridículo. Não senti alívio algum—fui escolhida como sua companheira de sepultamento.
🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹🐲🌹
Este é um continente medieval onde um Alfa taciturno, filho bastardo do Rei Alfa e um carrasco no campo de batalha, salva uma escrava sem importância. A escrava se torna a primeira Luna a usar um colar de ferro. Isso a atraiu para guerras entre nações e conflitos internos pela sucessão ao trono de Rei Alfa. Através dessas batalhas, o mistério das origens de Valencia foi revelado, junto com seu maior segredo - pode haver um dragão adormecido dentro de seu corpo. Apesar da extrema proteção de Alfa Logan em relação a ela, Valencia ainda teve que enfrentar muitas dificuldades sozinha.
🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨🐲✨
Esta história acompanha Valencia enquanto ela evolui de uma jovem para alguém que realmente se conhece. Sua transformação em uma pessoa madura e confiante é ricamente entrelaçada com romance, amizade, momentos de pura alegria e desgosto profundo.