Sozinho na floresta.

A viga oscilava sob minhas botas, uma linha fina de madeira suspensa sobre um abismo de água negra. Minhas mãos se cerraram ao lado do corpo, os nós dos dedos brancos, a respiração se estabilizando. Um pé devagar na frente do outro, era só isso. Centralizar meu equilíbrio. Não entrar em pânico. Não ...

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